PR moçambicano felicita líder do partido no poder na Tanzânia

  • Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi (Foto arquivo)
Maputo - O chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, endereçou hoje felicitações a sua homóloga da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, pela eleição para a liderança do partido no poder (Chama Cha Mapinduzi ) no país vizinho.

"Quero, pois, assegurar-vos, camarada Presidente, do nosso firme empenho em continuar a trabalhar para o aprofundamento [das relações de cooperação]", declarou Filipe Nyusi, que falava também na qualidade de presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), num comunicado do partido no poder em Moçambique.

Samia Suluhu Hassan assume a liderança do partido no poder na Tanzânia na sequência do óbito do Presidente John Magufuli, que morreu em Dar es Salam, capital económica de Tanzânia no mês passado.

"Em nome da Comissão Política, dos militantes e simpatizantes da Frelimo e no meu próprio, endereço as nossas mais sinceras felicitações pela sua eleição", acrescentou Filipe Nyusi na nota.

A cooperação entre os dois Estados é apontada por especialistas como fundamental no combate contra grupos insurgentes que, desde Outubro de 2017, aterrorizam Cabo Delgado, uma das duas províncias moçambicanas que fazem fronteira com a Tanzânia.

Em novembro, Moçambique e Tanzânia assinaram um acordo para troca de informações sobre as incursões de grupos armados.

"O acordo prevê que nós trabalhemos em conjunto no sentido de controlarmos a fronteira do Rovuma, trabalhando com as populações para que elas denunciem a possível movimentação dos terroristas", disse, na altura, o comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), momentos após a assinatura do documento na Tanzânia.

A violência armada naquela província já provocou mais de 2.500 mortes segundo o projeto de registo de conflitos ACLED e 714.000 deslocados de acordo com o Governo moçambicano.

O mais recente ataque ocorreu em 24 de março contra a vila de Palma, provocando dezenas de mortos e feridos, num balanço ainda em curso.

As autoridades moçambicanas recuperaram o controlo da vila, mas o ataque levou a petrolífera Total a abandonar por tempo indeterminado o recinto do projecto de gás com início de produção previsto para 2024 e no qual estão ancoradas muitas das expectativas de crescimento económico de Moçambique na próxima década.

"Quero, pois, assegurar-vos, camarada Presidente, do nosso firme empenho em continuar a trabalhar para o aprofundamento [das relações de cooperação]", declarou Filipe Nyusi, que falava também na qualidade de presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), num comunicado do partido no poder em Moçambique.

Samia Suluhu Hassan assume a liderança do partido no poder na Tanzânia na sequência do óbito do Presidente John Magufuli, que morreu em Dar es Salam, capital económica de Tanzânia no mês passado.

"Em nome da Comissão Política, dos militantes e simpatizantes da Frelimo e no meu próprio, endereço as nossas mais sinceras felicitações pela sua eleição", acrescentou Filipe Nyusi na nota.

A cooperação entre os dois Estados é apontada por especialistas como fundamental no combate contra grupos insurgentes que, desde Outubro de 2017, aterrorizam Cabo Delgado, uma das duas províncias moçambicanas que fazem fronteira com a Tanzânia.

Em novembro, Moçambique e Tanzânia assinaram um acordo para troca de informações sobre as incursões de grupos armados.

"O acordo prevê que nós trabalhemos em conjunto no sentido de controlarmos a fronteira do Rovuma, trabalhando com as populações para que elas denunciem a possível movimentação dos terroristas", disse, na altura, o comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), momentos após a assinatura do documento na Tanzânia.

A violência armada naquela província já provocou mais de 2.500 mortes segundo o projeto de registo de conflitos ACLED e 714.000 deslocados de acordo com o Governo moçambicano.

O mais recente ataque ocorreu em 24 de março contra a vila de Palma, provocando dezenas de mortos e feridos, num balanço ainda em curso.

As autoridades moçambicanas recuperaram o controlo da vila, mas o ataque levou a petrolífera Total a abandonar por tempo indeterminado o recinto do projecto de gás com início de produção previsto para 2024 e no qual estão ancoradas muitas das expectativas de crescimento económico de Moçambique na próxima década.