PR moçambicano quer “desmantelamento” de grupos de raptores

  • Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi (Foto arquivo)
Maputo – O Chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, disse hoje, sexta-feira, em Maputo, que o Governo está empenhado no “desmantelamento” de grupos de raptores que actuam no país, para que não fique “refém” deste tipo de criminalidade.

Nyusi falava durante encontros com representantes da Ordem dos Médicos de Moçambique (OMM) e da comunidade muçulmana do país, noticiou a emissora pública Rádio Moçambique.

"Nós não queremos ficar reféns de um grupo de pessoas (que se dedica a raptos), queremos livrarmo-nos dessas pessoas, é por isso que os trabalhos são no sentido de desmantelar (os autores de raptos)", afirmou o Presidente moçambicano.

Filipe Nyusi avançou que o Governo está empenhado no reforço das competências das autoridades policiais visando um combate vigoroso às quadrilhas que se dedicam aos raptos.

Na semana passada, duas pessoas, um médico e um empresário da área de restauração, foram raptadas em menos de uma hora na capital moçambicana.

Sexta-feira, o filho mais velho do presidente da Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), o moçambicano Salimo Abdula, foi raptado, embora este último caso tenha ocorrido na África do Sul, segundo a imprensa local.

O Presidente moçambicano anunciou em Dezembro a possibilidade de criação de uma unidade policial anti-raptos para combater a onda de crimes que se regista nas principais cidades moçambicanas, com mais de 10 casos registados durante 2020.

"Reiteramos a premente necessidade de se conjugarem desde já todos os esforços, a todos os níveis, para resolução do caso em apreço, dada a sua exemplaridade, bem como para estabelecer, de uma forma geral, as medidas políticas, legislativas e de reforço policial que garantam a segurança de todos os cidadãos e em particular dos que se encontrem mais expostos, mercê da sua actividade empresarial ou profissional", afirmou Filipe Nyusi na altura.

Nyusi falava durante encontros com representantes da Ordem dos Médicos de Moçambique (OMM) e da comunidade muçulmana do país, noticiou a emissora pública Rádio Moçambique.

"Nós não queremos ficar reféns de um grupo de pessoas (que se dedica a raptos), queremos livrarmo-nos dessas pessoas, é por isso que os trabalhos são no sentido de desmantelar (os autores de raptos)", afirmou o Presidente moçambicano.

Filipe Nyusi avançou que o Governo está empenhado no reforço das competências das autoridades policiais visando um combate vigoroso às quadrilhas que se dedicam aos raptos.

Na semana passada, duas pessoas, um médico e um empresário da área de restauração, foram raptadas em menos de uma hora na capital moçambicana.

Sexta-feira, o filho mais velho do presidente da Confederação Empresarial da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CE-CPLP), o moçambicano Salimo Abdula, foi raptado, embora este último caso tenha ocorrido na África do Sul, segundo a imprensa local.

O Presidente moçambicano anunciou em Dezembro a possibilidade de criação de uma unidade policial anti-raptos para combater a onda de crimes que se regista nas principais cidades moçambicanas, com mais de 10 casos registados durante 2020.

"Reiteramos a premente necessidade de se conjugarem desde já todos os esforços, a todos os níveis, para resolução do caso em apreço, dada a sua exemplaridade, bem como para estabelecer, de uma forma geral, as medidas políticas, legislativas e de reforço policial que garantam a segurança de todos os cidadãos e em particular dos que se encontrem mais expostos, mercê da sua actividade empresarial ou profissional", afirmou Filipe Nyusi na altura.