Presidente beninense anula concurso de recrutamento de magistrados por "fraude"

Cotonou - O presidente beninense, Patrice Talon, ordenou a anulação do concurso público de magistrados decorrido sábado último por "fraude", noticiou a PANA, que cita fonte da Presidência da República.

Esta decisão foi tomada pelo presidente beninense (…) com o objectivo de garantir a igualdade de possibilidades a todos os candidatos, segundo a mesma fonte.

Mais de mil e 400 candidatos participaram neste curso que devia permitir recrutar 100 agentes e que, de acordo com o presidente beninense, "será retomado muito brevemente”.

Já na terça-feira última, o procurador da República junto do Tribunal de Cotonou, Mario Mètonou, tinha anunciado acções judiciais contra pessoas detidas por suspeitas de "fraude" durante o concurso de recrutamento de magistrados.

Indicou que o Ministério Público de Cotonou abriu um inquérito e que “acções judiciais exemplares” estão previstas contra as duas candidatas detidas e seus cúmplices.

"A Brigada Económica e Financeira (BEF) foi incumbida de interpelar e colocar em detenção preventiva os acusados, bem como todos s seus cúmplices... Logo depois da conclusão do inquérito, estas pessoas serão apresentadas ao procurador da República e serão objecto de acções judiciais exemplares”, explicou.

Durante o processo penal na tarde do mesmo sábado, duas candidatas foram surpreendidas em manobras de fraude.

"Uma foi vista a manipular um telemóvel pelo qual comunicava com uma pessoa externa, ao passo a outra foi surpreendida com documentos escritos em forma de rascunhos não fornecidos pelo centro de exame. As duas candidatas expulsas do centro de composição serão processadas bem como os seus cúmplices por fraude num concurso, uma infracção punida pelo código penal", acrescentou.

Se forem declarados culpadas, as acusadas e seus cúmplices podem ser condenados a uma pena de cinco anos de prisão e a pagar cinco milhões de francos CFA (cerca de 10 mil dólares americanos) de multa.

Esta decisão foi tomada pelo presidente beninense (…) com o objectivo de garantir a igualdade de possibilidades a todos os candidatos, segundo a mesma fonte.

Mais de mil e 400 candidatos participaram neste curso que devia permitir recrutar 100 agentes e que, de acordo com o presidente beninense, "será retomado muito brevemente”.

Já na terça-feira última, o procurador da República junto do Tribunal de Cotonou, Mario Mètonou, tinha anunciado acções judiciais contra pessoas detidas por suspeitas de "fraude" durante o concurso de recrutamento de magistrados.

Indicou que o Ministério Público de Cotonou abriu um inquérito e que “acções judiciais exemplares” estão previstas contra as duas candidatas detidas e seus cúmplices.

"A Brigada Económica e Financeira (BEF) foi incumbida de interpelar e colocar em detenção preventiva os acusados, bem como todos s seus cúmplices... Logo depois da conclusão do inquérito, estas pessoas serão apresentadas ao procurador da República e serão objecto de acções judiciais exemplares”, explicou.

Durante o processo penal na tarde do mesmo sábado, duas candidatas foram surpreendidas em manobras de fraude.

"Uma foi vista a manipular um telemóvel pelo qual comunicava com uma pessoa externa, ao passo a outra foi surpreendida com documentos escritos em forma de rascunhos não fornecidos pelo centro de exame. As duas candidatas expulsas do centro de composição serão processadas bem como os seus cúmplices por fraude num concurso, uma infracção punida pelo código penal", acrescentou.

Se forem declarados culpadas, as acusadas e seus cúmplices podem ser condenados a uma pena de cinco anos de prisão e a pagar cinco milhões de francos CFA (cerca de 10 mil dólares americanos) de multa.