Presidente do Tchad morre durante visita às tropas

  • Presidente do Tchad, Idriss Deby Itno, durante uma estadia em Angola (Arquivo)
Ndjamena - O presidente do Tchad, Idriss Déby, morreu esta terça-feira, durante uma visita aos soldados que lutam na linha da frente, segundo a AFP.

Ainda ontem tinha sido anunciado que Déby, que estava no poder há 30 anos, tinha sido reeleito para um sexto mandato com 79,32% dos votos, nas presidenciais de 11 Abril.

Segundo o seu director de campanha, o presidente trocou o discurso da vitória por uma visita aos soldados da linha da frente dos combates contra os rebeldes, no norte do país.

"O candidato gostaria de estar cá a celebrar, mas, neste momento, ele está ao lado das nossas forças de defesa e segurança para lutar contra os terroristas que ameaçam o nosso território", disse, esta segunda-feira, Mahamat Zen Bada.

Idriss Déby governava este país africano desde 1990 com um "punho de ferro", segundo observadores internacionais.

Tinha 68 anos e era um dos líderes africanos com mais tempo no poder.

Os rebeldes, instalados na fronteira nortenha com a Líbia, tinham atacado um posto de fronteira no dia das eleições e começaram a avançar para sul pelo deserto.

Ainda ontem tinha sido anunciado que Déby, que estava no poder há 30 anos, tinha sido reeleito para um sexto mandato com 79,32% dos votos, nas presidenciais de 11 Abril.

Segundo o seu director de campanha, o presidente trocou o discurso da vitória por uma visita aos soldados da linha da frente dos combates contra os rebeldes, no norte do país.

"O candidato gostaria de estar cá a celebrar, mas, neste momento, ele está ao lado das nossas forças de defesa e segurança para lutar contra os terroristas que ameaçam o nosso território", disse, esta segunda-feira, Mahamat Zen Bada.

Idriss Déby governava este país africano desde 1990 com um "punho de ferro", segundo observadores internacionais.

Tinha 68 anos e era um dos líderes africanos com mais tempo no poder.

Os rebeldes, instalados na fronteira nortenha com a Líbia, tinham atacado um posto de fronteira no dia das eleições e começaram a avançar para sul pelo deserto.