Presidente nigeriano substituiu os principais líderes militares

  • Bandeira da Nigéria
Abuja - O Presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, anunciou hoje a substituição dos quatro principais líderes militares da Nigéria, após meses de grave deterioração da situação de segurança no país mais populoso de África.

O chefe de Estado, um antigo general golpista dos anos 1980 que chegou ao poder através das urnas, em 2015, "aceitou a demissão imediata" dos chefes do Exército, da Força Aérea, da Marinha e do chefe do Estado-Maior e nomeou imediatamente os seus substitutos.

Esta decisão, apesar de surgir após meses de pressão desleal da presidência sobre o Exército, surge como uma surpresa, uma vez que o chefe de Estado tinha até agora defendido oficialmente os generais e as suas estratégias militares.

Numa declaração da presidência, Muhammadu Buhari também saudou as suas "tremendas vitórias nos seus esforços para trazer a paz ao nosso amado país", depois de, no entanto, ter sido sujeito a numerosas críticas relativamente à situação de segurança no país.

O novo chefe do Estado-Maior é o general Leo Irabor, o novo chefe do Exército Ibrahim Attahiru, o almirante A.Z Gambo assume a Marinha e o general Isiaka Oladayo Amao a Força Aérea.

A Nigéria, com uma população de cerca de 200 milhões de habitantes, enfrenta graves perturbações, particularmente no nordeste do país, uma região ainda atormentada por ataques dos grupos 'jihadistas' Boko Haram e Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap), mas também no noroeste, onde grupos de criminosos organizados estão a aterrorizar a população e a intensificar os raptos em grande escala.

O Golfo da Guiné, que faz fronteira com a Nigéria, tornou-se também a região marítima mais perigosa do mundo, com navios a serem atacados regularmente por piratas.

Outras regiões permanecem particularmente instáveis e correm o risco de serem inflamadas a qualquer momento, como no sudeste, onde o grupo independente Ipob, o movimento dos povos indígenas de Biafra, ameaça pegar em armas.

Na segunda-feira, confrontos violentos entre uma milícia que alegava ser Ipob e o Exército nigeriano provocaram a morte de um civil.

A insegurança tem deixado milhões de pessoas deslocadas no país, resultando em imensos desafios humanitários e alimentares.

O chefe de Estado, um antigo general golpista dos anos 1980 que chegou ao poder através das urnas, em 2015, "aceitou a demissão imediata" dos chefes do Exército, da Força Aérea, da Marinha e do chefe do Estado-Maior e nomeou imediatamente os seus substitutos.

Esta decisão, apesar de surgir após meses de pressão desleal da presidência sobre o Exército, surge como uma surpresa, uma vez que o chefe de Estado tinha até agora defendido oficialmente os generais e as suas estratégias militares.

Numa declaração da presidência, Muhammadu Buhari também saudou as suas "tremendas vitórias nos seus esforços para trazer a paz ao nosso amado país", depois de, no entanto, ter sido sujeito a numerosas críticas relativamente à situação de segurança no país.

O novo chefe do Estado-Maior é o general Leo Irabor, o novo chefe do Exército Ibrahim Attahiru, o almirante A.Z Gambo assume a Marinha e o general Isiaka Oladayo Amao a Força Aérea.

A Nigéria, com uma população de cerca de 200 milhões de habitantes, enfrenta graves perturbações, particularmente no nordeste do país, uma região ainda atormentada por ataques dos grupos 'jihadistas' Boko Haram e Estado Islâmico na África Ocidental (Iswap), mas também no noroeste, onde grupos de criminosos organizados estão a aterrorizar a população e a intensificar os raptos em grande escala.

O Golfo da Guiné, que faz fronteira com a Nigéria, tornou-se também a região marítima mais perigosa do mundo, com navios a serem atacados regularmente por piratas.

Outras regiões permanecem particularmente instáveis e correm o risco de serem inflamadas a qualquer momento, como no sudeste, onde o grupo independente Ipob, o movimento dos povos indígenas de Biafra, ameaça pegar em armas.

Na segunda-feira, confrontos violentos entre uma milícia que alegava ser Ipob e o Exército nigeriano provocaram a morte de um civil.

A insegurança tem deixado milhões de pessoas deslocadas no país, resultando em imensos desafios humanitários e alimentares.