Presidente sul-africano destaca impacto negativo das violências

  • Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa
Pretoria (Da correspondente) - O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse hoje que a violência e a destruição registada em algumas partes das províncias do Kwazulu-Natal e Gauteng há duas semanas, causaram muitos prejuízos à propriedade e à subsistência, mas também tiveram um impacto na coesão das comunidades.

No seu boletim informativo semanal da plataforma Twitter, Cyril Ramaphosa escreveu hoje que "durante alguns dos piores tumultos da nossa democracia e num clima envolto a enorme suspeição e paranóia, as pessoas que tinham vivido lado a lado em relativa paz, voltaram-se umas contra as outras".

O Chefe de Estado alertou, de igual modo, que muito ainda há por se descobrir sobre os acontecimentos dos últimos 15 dias. A proliferação de notícias falsas, imagens adulterados e informações incorretas, tornou difícil separar os"factos da ficção", disse.

Entretanto a calma foi restabelecida nas áreas afectadas e as agências de aplicação da lei estão a investigar todos os actos de criminalidade.

Esclareceu que uma equipa de detectives foi designada para lidar com os assassinatos e está a trabalhar em estreita colaboração com as comunidades locais. "Houve detenções e os responsáveis irão enfrentar todo o poder da lei", sublinhou.

O estadista frisou que "os instigadores não terão sucesso, porque a África do Sul tem uma  orgulhosa história de não-racialismo e de solidariedade da classe trabalhadora. As comunidades africana e indiana estavam unidas na luta contra o Apartheid e, juntamente com outras congregações, continuam empenhadas numa sociedade unida e democrática".

O Presidente recordou de forma pormenorizada que o legado e a desigualdade persistente têm frustrado os esforços  do governo em construir comunidades integradas.

" As nossas cidades, vilas e zonas rurais continuam todas divididas, tanto por raça como por classe. Isto desencoraja a cooperação e a compreensão, ao mesmo tempo que dificulta o trabalho que empreendemos para edificar uma sociedade não-racial", rematou, antes de acrescentar que a correcção destas distorções deve ser parte integrante do trabalho do executivo para construir uma economia inclusiva e melhorar as condições de vida de todos os sul-africanos.

No seu boletim informativo semanal da plataforma Twitter, Cyril Ramaphosa escreveu hoje que "durante alguns dos piores tumultos da nossa democracia e num clima envolto a enorme suspeição e paranóia, as pessoas que tinham vivido lado a lado em relativa paz, voltaram-se umas contra as outras".

O Chefe de Estado alertou, de igual modo, que muito ainda há por se descobrir sobre os acontecimentos dos últimos 15 dias. A proliferação de notícias falsas, imagens adulterados e informações incorretas, tornou difícil separar os"factos da ficção", disse.

Entretanto a calma foi restabelecida nas áreas afectadas e as agências de aplicação da lei estão a investigar todos os actos de criminalidade.

Esclareceu que uma equipa de detectives foi designada para lidar com os assassinatos e está a trabalhar em estreita colaboração com as comunidades locais. "Houve detenções e os responsáveis irão enfrentar todo o poder da lei", sublinhou.

O estadista frisou que "os instigadores não terão sucesso, porque a África do Sul tem uma  orgulhosa história de não-racialismo e de solidariedade da classe trabalhadora. As comunidades africana e indiana estavam unidas na luta contra o Apartheid e, juntamente com outras congregações, continuam empenhadas numa sociedade unida e democrática".

O Presidente recordou de forma pormenorizada que o legado e a desigualdade persistente têm frustrado os esforços  do governo em construir comunidades integradas.

" As nossas cidades, vilas e zonas rurais continuam todas divididas, tanto por raça como por classe. Isto desencoraja a cooperação e a compreensão, ao mesmo tempo que dificulta o trabalho que empreendemos para edificar uma sociedade não-racial", rematou, antes de acrescentar que a correcção destas distorções deve ser parte integrante do trabalho do executivo para construir uma economia inclusiva e melhorar as condições de vida de todos os sul-africanos.