Rebeldes de Haftar anunciam confisco de navio turco nas águas territoriais líbias

Trípoli – Um navio de carga comercial de bandeira jamaicana, baptizado “Mabrouka” e pertencente a um armador turco, foi interceptado por uma unidade da Marinha dependente das forças rebeldes do marechal Khalifa Aftar “por ter penetrado nas águas territoriais líbias ao largo de Ras Al Hilal, na província de Jabal al-Akhdhar, anunciou uma fonte do Exército Nacional líbio, baseado no leste.

Um comunicado publicado segunda-feira à noite pelo Escritório de Informação do Comando Geral do Exército Nacional  indicou que “o navio se dirigia para o porto de Misrata, a 220 quilómetros a leste de Trípoli “, notando que “ a tripulação está composta  por  nove marinheiros turcos, sete indidanos e um azerbeijanês , e que ele está em curso de inspecção por violação dos regulamentos, regras e leis marítimas”.

 De acordo com o comunicado, o navio não teria respondido ao apelo para se identificar que lhe foi lançado.

O navio foi então interceptado e encaminhado para o porto de Ras Al Hilal para inspecção.

Várias fontes turcas citadas pela imprensa líbia precisaram que o barco transportava medicamentos com destino ao porto de Misrata.

A Operação Marítima da União Europeia (IRINA) foi desdobrada no Mediterrâneo para fazer respeitar o embargo de armas e efectuar controlos nos barcos com destino à Líbia.

Esta operação foi criticada pelo Conselho Presidencial do Governo de União Nacional e pela Turquia que a acusam  de controlar apenas a província sob controlo do Governo reconhecido pela comunidade internacional.

Um comunicado publicado segunda-feira à noite pelo Escritório de Informação do Comando Geral do Exército Nacional  indicou que “o navio se dirigia para o porto de Misrata, a 220 quilómetros a leste de Trípoli “, notando que “ a tripulação está composta  por  nove marinheiros turcos, sete indidanos e um azerbeijanês , e que ele está em curso de inspecção por violação dos regulamentos, regras e leis marítimas”.

 De acordo com o comunicado, o navio não teria respondido ao apelo para se identificar que lhe foi lançado.

O navio foi então interceptado e encaminhado para o porto de Ras Al Hilal para inspecção.

Várias fontes turcas citadas pela imprensa líbia precisaram que o barco transportava medicamentos com destino ao porto de Misrata.

A Operação Marítima da União Europeia (IRINA) foi desdobrada no Mediterrâneo para fazer respeitar o embargo de armas e efectuar controlos nos barcos com destino à Líbia.

Esta operação foi criticada pelo Conselho Presidencial do Governo de União Nacional e pela Turquia que a acusam  de controlar apenas a província sob controlo do Governo reconhecido pela comunidade internacional.