Rebeldes líbios em “debandada” chegam ao Norte do Tchad

N’djamena – Os rebeldes que entraram domingo, 10, no Norte do Tchad, a partir da Líbia, estão em “debandada”, afirmou segunda-feira,11, o porta-voz governo tchadianos, num comunicado publicado para o efeito.

 

"Várias colunas de carros com armas, idos da Líbia, fizeram uma incursão,Plusieurs colonnes de véhicule no interior do Tchad, atacando segunda-feira o posto fronteiriço das alfandegas de Zouarké", província de  Tibesti, a mil quilómetros de N'Djamena, escreveu Chérif Mahamat Zene.

De acordo com o membro do governo tchadiano, os rebeldes estão a ser perseguidos, bombardeados pela aviação militar, entrando em debandada.

Segunda-feira o Exercito tchadiano afirmou que os rebeldes estavam a aplicar uma estratégia de “evitamento” com as forças de defesa e segurança.

No maciço do Tibesti (Norte) e na fronteira líbia, tem havido combates constantes entre as forças governamentais tchadianas e os rebeldes.

Em Fevereiro de 2019, idos também da Líbia, para tentar derrubar o regime do Presidente Idriss Déby Itno, os grupos armados foram bombardeados pela força aérea francesa, à pedido de N'Djamena.

Em Fevereiro de 2008, um ataque rebelde que já estava nas portas do Palácio presidencial foi abortado com a ajuda francesa.

A Frente para a Alternância e a Concordia no Tchad (FACT), um grupo político-militar tchadiano, maioritariamente gorane, uma etnia do Sahara reivindicou domingo a tarde a tomada de várias guarnições, nomeadamente Wour e Zouarké que segundo os mesmos "caíram sem resistência".

Fundada em Abril de 2016, a FACT, é o resultado de uma cisão da União das forças para a Democracia e o Desenvolvimento (UFDD) que atacara N’Djamena em 2008.

A sua base está na Líbia onde assinou um acordo de não agressão com o marechal Khalifa Haftar, que controla o Leste da Líbia.

Domingo último, Mahamat Mahdi Ali, apelou aos tchadianos a continuarem a “dinâmica de pressão sobre a ditadura” e “ajudarem os combatentes da FACT a libertar a sua pátria”.

A incursão coincidiu com a eleição presidencial que o marechal - Presidente Déby, no poder há 30 anos, conta ganhar.

 

"Várias colunas de carros com armas, idos da Líbia, fizeram uma incursão,Plusieurs colonnes de véhicule no interior do Tchad, atacando segunda-feira o posto fronteiriço das alfandegas de Zouarké", província de  Tibesti, a mil quilómetros de N'Djamena, escreveu Chérif Mahamat Zene.

De acordo com o membro do governo tchadiano, os rebeldes estão a ser perseguidos, bombardeados pela aviação militar, entrando em debandada.

Segunda-feira o Exercito tchadiano afirmou que os rebeldes estavam a aplicar uma estratégia de “evitamento” com as forças de defesa e segurança.

No maciço do Tibesti (Norte) e na fronteira líbia, tem havido combates constantes entre as forças governamentais tchadianas e os rebeldes.

Em Fevereiro de 2019, idos também da Líbia, para tentar derrubar o regime do Presidente Idriss Déby Itno, os grupos armados foram bombardeados pela força aérea francesa, à pedido de N'Djamena.

Em Fevereiro de 2008, um ataque rebelde que já estava nas portas do Palácio presidencial foi abortado com a ajuda francesa.

A Frente para a Alternância e a Concordia no Tchad (FACT), um grupo político-militar tchadiano, maioritariamente gorane, uma etnia do Sahara reivindicou domingo a tarde a tomada de várias guarnições, nomeadamente Wour e Zouarké que segundo os mesmos "caíram sem resistência".

Fundada em Abril de 2016, a FACT, é o resultado de uma cisão da União das forças para a Democracia e o Desenvolvimento (UFDD) que atacara N’Djamena em 2008.

A sua base está na Líbia onde assinou um acordo de não agressão com o marechal Khalifa Haftar, que controla o Leste da Líbia.

Domingo último, Mahamat Mahdi Ali, apelou aos tchadianos a continuarem a “dinâmica de pressão sobre a ditadura” e “ajudarem os combatentes da FACT a libertar a sua pátria”.

A incursão coincidiu com a eleição presidencial que o marechal - Presidente Déby, no poder há 30 anos, conta ganhar.