Reino Zulu presta última homenagem a rainha regente

Pretória - O reino amaZulu, o maior grupo étnico na África do Sul com mais de 11,5 milhões de súbditos, prestou a última homenagem à rainha regente Shiviwe Mantfombi Dlamini Zulu, que morreu no hospital em Joanesburgo em 29 de Abril, de causas ainda não reveladas.

A monarca Zulu, de 65 anos, irmã do rei Mswati III do reino de Essuatíni (antiga Suazilândia), foi nomeada no mês passado regente do reino amaZulu, após a morte do rei dos zulus Goodwill Zwelithini ka Bhekuzulu, em 12 de Março, com 72 anos.

O corpo da rainha regente zulu foi transportado com cerimónias de Estado desde o laboratório forense em Joanesburgo, onde se realizou a autópsia, na presença das "amatshitshi" (donzelas) da rainha, representantes da família real Zulu e da casa real de Essuatíni, assim como de diversas autoridades políticas.

Na sexta-feira, será realizado um funeral oficial, na presença de representantes do Governo sul-africano, antigos chefes de Estado e membros da casa real da vizinha Essuatíni.

A soberana deveria liderar a nação Zulu até ao final de um período de luto de três meses, após o qual seria anunciado um novo rei. Shiyiwe Mantfombi Dlamini Zulu casou com o rei Goodwill Zwelithini, em 1977, passando a ser a terceira esposa do monarca, tendo sete filhos.

O mais velho, o príncipe Misuzulu kaZwelithini, é apontado como possível sucessor ao trono. A rainha Mantfombi ocupava a posição mais alta entre as seis viúvas do rei Goodwill Zwelithini por ser de ascendência nobre, apesar de ser cronologicamente a terceira mulher.

Tradicionalmente, após a morte do rei, a coroa corresponde ao filho mais velho da primeira das esposas do soberano, mas o primogénito dos 28 filhos de Zwelithini morreu em 2020, em Joanesburgo.

O rei Goodwill Zwelithini KaBhekuzulu, que reinou desde 1971, morreu em 12 de Março, de doença associada à diabetes e à covid-19, no hospital público Chief Albert Luthuli, em Durban, litoral do país, e foi sepultado em Kwanongoma, nordeste da província do KwaZulu-Natal.

A monarca Zulu, de 65 anos, irmã do rei Mswati III do reino de Essuatíni (antiga Suazilândia), foi nomeada no mês passado regente do reino amaZulu, após a morte do rei dos zulus Goodwill Zwelithini ka Bhekuzulu, em 12 de Março, com 72 anos.

O corpo da rainha regente zulu foi transportado com cerimónias de Estado desde o laboratório forense em Joanesburgo, onde se realizou a autópsia, na presença das "amatshitshi" (donzelas) da rainha, representantes da família real Zulu e da casa real de Essuatíni, assim como de diversas autoridades políticas.

Na sexta-feira, será realizado um funeral oficial, na presença de representantes do Governo sul-africano, antigos chefes de Estado e membros da casa real da vizinha Essuatíni.

A soberana deveria liderar a nação Zulu até ao final de um período de luto de três meses, após o qual seria anunciado um novo rei. Shiyiwe Mantfombi Dlamini Zulu casou com o rei Goodwill Zwelithini, em 1977, passando a ser a terceira esposa do monarca, tendo sete filhos.

O mais velho, o príncipe Misuzulu kaZwelithini, é apontado como possível sucessor ao trono. A rainha Mantfombi ocupava a posição mais alta entre as seis viúvas do rei Goodwill Zwelithini por ser de ascendência nobre, apesar de ser cronologicamente a terceira mulher.

Tradicionalmente, após a morte do rei, a coroa corresponde ao filho mais velho da primeira das esposas do soberano, mas o primogénito dos 28 filhos de Zwelithini morreu em 2020, em Joanesburgo.

O rei Goodwill Zwelithini KaBhekuzulu, que reinou desde 1971, morreu em 12 de Março, de doença associada à diabetes e à covid-19, no hospital público Chief Albert Luthuli, em Durban, litoral do país, e foi sepultado em Kwanongoma, nordeste da província do KwaZulu-Natal.