São Tomé e Príncipe e Ghana assinam acordos de cooperação

São Tomé - Os Governos de São Tomé e Príncipe e do Ghana assinaram terça-feira, em São Tomé, um acordo geral de cooperação e três outros nas áreas de mobilidade, turismo e consultas políticas que serão dinamizadas por uma comissão mista.

Os documentos foram assinados pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Integração Regional da República do Gana, Shirley Ayorkor, que esteve em visita de menos de 24 horas a São Tomé e Príncipe, e pela parte são-tomense pela ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades, Edite Ten Jua.

"Os primeiros documentos que subscrevemos são o Acordo Geral de Cooperação, o qual tem a virtualidade de assentar os pilares de um trabalho conjunto em vários domínios, designadamente: comércio, indústria, agricultura, educação, cultura, artes, saúde, ambiente, turismo, pequenas e médias empresas, juventude, desportos, habitação, transporte, informação e novas tecnologias, energia, finanças e investimentos, infra-estruturas e defesa e segurança", disse a chefe da diplomacia são-tomense.

Edite Ten Jua acrescentou que "este acordo cria, igualmente, uma Comissão Mista" que considera ser "um órgão crucial, cuja missão fundamental será a de zelar pela implementação com sucesso dos objectivos" acordados entre os dois países.

As duas governantes assinaram também o "acordo que facilitará a mobilidade dos cidadãos" dos dois países "titulares de qualquer tipo de passaporte válido", estabelecendo a "possibilidade de permanência até 90 dias."  

Segundo a ministra Edite Ten Jua o acordo de mobilidade "tem o potencial de favorecer, grandemente, a intensificação de contactos entre homens de negócios e demais agentes económicos, intercâmbios culturais e desportivos, bem como a promoção do turismo."

"Assinamos o Acordo de Cooperação na Área do Turismo, Artes e Cultura, aérea fundamental do desenvolvimento dos nossos países," revelou a ministra são-tomense dos Negócios Estrangeiros, acrescentando que o este sector foi "fortemente afetado pela pandemia, e que carece de ser rapidamente redinamizado" para "potenciar as ações dos operadores turísticos" e "a criação de emprego e de riqueza".

São Tomé e Príncipe e o Ghana assinaram também um memorando de entendimento sobre as consultas políticas comprometendo-se em "desenvolver mecanismos de consultas bilaterais" sobre os desafios globais e regionais "nomeadamente as questões do clima, a emergência sanitária, o terrorismo e a segurança".

"A assinatura destes quatro documentos destaca, por outro lado, a contribuição de São Tomé e Príncipe e do Ghana para a afirmação da vivacidade e do sucesso da cooperação sul -sul, sobretudo num contexto de contrariedades múltiplas, como é o caso da pandemia da covid-19", afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros são-tomense.

São Tomé e Príncipe e o Ghana têm ligações históricas desde o processo da independência de São Tomé e Príncipe, tendo aquele país acolhido alguns nacionalistas são-tomenses de então.

"Foi o vosso território onde se realizaram alguns eventos políticos relacionados com a nossa luta de libertação e que tiveram impacto na formação do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, o movimento que conduziu o nosso país à independência, em 12 de Julho de 1975", recordou Edite Ten Jua.

Durante a sua passagem por São Tomé e Príncipe e Príncipe a ministra dos Negócios Estrangeiros e Integração Regional da República do Ghana, Shirley Ayorkor, encontrou-se também com o Presidente da República, Carlos Vila Nova.

 

Os documentos foram assinados pela ministra dos Negócios Estrangeiros e Integração Regional da República do Gana, Shirley Ayorkor, que esteve em visita de menos de 24 horas a São Tomé e Príncipe, e pela parte são-tomense pela ministra dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Comunidades, Edite Ten Jua.

"Os primeiros documentos que subscrevemos são o Acordo Geral de Cooperação, o qual tem a virtualidade de assentar os pilares de um trabalho conjunto em vários domínios, designadamente: comércio, indústria, agricultura, educação, cultura, artes, saúde, ambiente, turismo, pequenas e médias empresas, juventude, desportos, habitação, transporte, informação e novas tecnologias, energia, finanças e investimentos, infra-estruturas e defesa e segurança", disse a chefe da diplomacia são-tomense.

Edite Ten Jua acrescentou que "este acordo cria, igualmente, uma Comissão Mista" que considera ser "um órgão crucial, cuja missão fundamental será a de zelar pela implementação com sucesso dos objectivos" acordados entre os dois países.

As duas governantes assinaram também o "acordo que facilitará a mobilidade dos cidadãos" dos dois países "titulares de qualquer tipo de passaporte válido", estabelecendo a "possibilidade de permanência até 90 dias."  

Segundo a ministra Edite Ten Jua o acordo de mobilidade "tem o potencial de favorecer, grandemente, a intensificação de contactos entre homens de negócios e demais agentes económicos, intercâmbios culturais e desportivos, bem como a promoção do turismo."

"Assinamos o Acordo de Cooperação na Área do Turismo, Artes e Cultura, aérea fundamental do desenvolvimento dos nossos países," revelou a ministra são-tomense dos Negócios Estrangeiros, acrescentando que o este sector foi "fortemente afetado pela pandemia, e que carece de ser rapidamente redinamizado" para "potenciar as ações dos operadores turísticos" e "a criação de emprego e de riqueza".

São Tomé e Príncipe e o Ghana assinaram também um memorando de entendimento sobre as consultas políticas comprometendo-se em "desenvolver mecanismos de consultas bilaterais" sobre os desafios globais e regionais "nomeadamente as questões do clima, a emergência sanitária, o terrorismo e a segurança".

"A assinatura destes quatro documentos destaca, por outro lado, a contribuição de São Tomé e Príncipe e do Ghana para a afirmação da vivacidade e do sucesso da cooperação sul -sul, sobretudo num contexto de contrariedades múltiplas, como é o caso da pandemia da covid-19", afirmou a ministra dos Negócios Estrangeiros são-tomense.

São Tomé e Príncipe e o Ghana têm ligações históricas desde o processo da independência de São Tomé e Príncipe, tendo aquele país acolhido alguns nacionalistas são-tomenses de então.

"Foi o vosso território onde se realizaram alguns eventos políticos relacionados com a nossa luta de libertação e que tiveram impacto na formação do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe, o movimento que conduziu o nosso país à independência, em 12 de Julho de 1975", recordou Edite Ten Jua.

Durante a sua passagem por São Tomé e Príncipe e Príncipe a ministra dos Negócios Estrangeiros e Integração Regional da República do Ghana, Shirley Ayorkor, encontrou-se também com o Presidente da República, Carlos Vila Nova.