São Tomé/Eleições: TC confirma Vila Nova e Posser da Costa na segunda volta

  • Mapa de Sao Tomé e Príncipe
São Tomé - Carlos Vila Nova, com 43,3% dos votos, e Guilherme Posser da Costa, com 20,7%, foram confirmados hoje (4) pelo Tribunal Constitucional de São Tomé e Príncipe como candidatos à segunda volta das presidenciais, que deve realizar-se em 29 de Agosto.

O candidato Carlos Vila Nova, que conta com o apoio da Acção Democrática Independente (ADI), na oposição em São Tomé e Príncipe, foi confirmado vencedor da primeira volta das presidenciais de 18 de Julho.

Segundo os dados definitivos divulgados esta quarta-feira pelo Tribunal Constitucional (TC), Vila Nova obteve um total de 35.342 votos, correspondentes a 43,3%, representando um aumento face aos 39,47% anunciados pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN) nos dados provisórios.

Guilherme Posser da Costa, candidato apoiado pelo Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe/Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), no poder, ficou em segundo lugar registando 16.905 votos, correspondentes 20,7%, ou seja, mais 76 votos do que o anunciado pela CEN nos dados provisórios.

O candidato Delfim Neves foi o terceiro mais votado, registando 14.941 votos, correspondes a 18.3%, face aos 16.8% divulgados nos dados provisórios da CEN.

Participaram na assembleia de apuramento geral os cinco juízes do Tribunal Constitucional, três professores de matemática e mandatários de algumas candidaturas e da Comissão Eleitoral Nacional que testemunharam o ato.

O mandatário do candidato Delfim Neves, Hamilton Vaz, abandonou a sessão e acusou o TC de violar a lei, considerando que na Assembleia de Apuramento só deveriam participar três juízes.

"Estando os cinco, se for accionado um recurso este Tribunal já não tem competência para resolver o problema", reclamou Vaz, acrescentando que decidiu "abandonar e deixar os senhores (juízes) com os trabalhos porque está tudo viciado".

Com a proclamação dos resultados definitivos da primeira volta, o Presidente da República cessante, Evaristo Carvalho, deverá indicar uma nova data para a segunda votação, que estava prevista para 08 de Agosto, mas será adiada por causa do diferendo que se instalou no TC e bloqueou o processo eleitoral durante a última semana.

A Comissão Eleitoral Nacional enviou ao Presidente da República uma proposta de calendário eleitoral, a que a Lusa teve acesso, onde se prevê a realização da segunda volta das presidenciais em 29 de Agosto.

Segundo o documento, a campanha eleitoral deverá iniciar-se no dia 20 e os resultados definitivos serão anunciados em 12 de Setembro.

O Presidente da República em exercício, Evaristo Carvalho, termina o mandato em 03 de Setembro, altura em que deveria tomar posse o seu sucessor.

O novo calendário eleitoral obriga à prorrogação do mandato de Evaristo Carvalho, o primeiro Presidente são-tomense que não se recandidatou, referindo que "é tempo de passar o testemunho às gerações mais jovens, capazes de imprimir novas dinâmicas".

Estão inscritos nos cadernos eleitorais da Comissão Eleitoral Nacional 123.302 eleitores, sendo 108.609 residentes em São Tomé e Príncipe e 14.693 nos 10 países da diáspora onde foram realizados o recenseamento eleitoral.

Na primeira volta das eleições presidenciais a abstenção foi de 32,24%.

O candidato Carlos Vila Nova, que conta com o apoio da Acção Democrática Independente (ADI), na oposição em São Tomé e Príncipe, foi confirmado vencedor da primeira volta das presidenciais de 18 de Julho.

Segundo os dados definitivos divulgados esta quarta-feira pelo Tribunal Constitucional (TC), Vila Nova obteve um total de 35.342 votos, correspondentes a 43,3%, representando um aumento face aos 39,47% anunciados pela Comissão Eleitoral Nacional (CEN) nos dados provisórios.

Guilherme Posser da Costa, candidato apoiado pelo Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe/Partido Social Democrata (MLSTP/PSD), no poder, ficou em segundo lugar registando 16.905 votos, correspondentes 20,7%, ou seja, mais 76 votos do que o anunciado pela CEN nos dados provisórios.

O candidato Delfim Neves foi o terceiro mais votado, registando 14.941 votos, correspondes a 18.3%, face aos 16.8% divulgados nos dados provisórios da CEN.

Participaram na assembleia de apuramento geral os cinco juízes do Tribunal Constitucional, três professores de matemática e mandatários de algumas candidaturas e da Comissão Eleitoral Nacional que testemunharam o ato.

O mandatário do candidato Delfim Neves, Hamilton Vaz, abandonou a sessão e acusou o TC de violar a lei, considerando que na Assembleia de Apuramento só deveriam participar três juízes.

"Estando os cinco, se for accionado um recurso este Tribunal já não tem competência para resolver o problema", reclamou Vaz, acrescentando que decidiu "abandonar e deixar os senhores (juízes) com os trabalhos porque está tudo viciado".

Com a proclamação dos resultados definitivos da primeira volta, o Presidente da República cessante, Evaristo Carvalho, deverá indicar uma nova data para a segunda votação, que estava prevista para 08 de Agosto, mas será adiada por causa do diferendo que se instalou no TC e bloqueou o processo eleitoral durante a última semana.

A Comissão Eleitoral Nacional enviou ao Presidente da República uma proposta de calendário eleitoral, a que a Lusa teve acesso, onde se prevê a realização da segunda volta das presidenciais em 29 de Agosto.

Segundo o documento, a campanha eleitoral deverá iniciar-se no dia 20 e os resultados definitivos serão anunciados em 12 de Setembro.

O Presidente da República em exercício, Evaristo Carvalho, termina o mandato em 03 de Setembro, altura em que deveria tomar posse o seu sucessor.

O novo calendário eleitoral obriga à prorrogação do mandato de Evaristo Carvalho, o primeiro Presidente são-tomense que não se recandidatou, referindo que "é tempo de passar o testemunho às gerações mais jovens, capazes de imprimir novas dinâmicas".

Estão inscritos nos cadernos eleitorais da Comissão Eleitoral Nacional 123.302 eleitores, sendo 108.609 residentes em São Tomé e Príncipe e 14.693 nos 10 países da diáspora onde foram realizados o recenseamento eleitoral.

Na primeira volta das eleições presidenciais a abstenção foi de 32,24%.