Seychelles: Aumento de casos na zona mais vacinada do mundo preocupa OMS

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Victoria - As ilhas Seychelles, que são uma das regiões do mundo com maior número de pessoas vacinadas, registam um aumento acentuado de novos casos de covid-19, causando preocupação às autoridades de saúde.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse, esta terça-feira, que irá rever os dados relacionados com o novo coronavírus nas Seychelles, um arquipélago de 115 ilhas no Oceano Índico. Isto acontece depois de o ministério da Saúde ter dito que mais de um terço das pessoas que testaram positivo à doença na semana de 08 de Maio já estavam totalmente imunizadas contra a doença.

As Seychelles têm sido elogiadas pela forma bem sucedida como desenvolveram o seu plano de vacinação, gabando-se de já terem vacinado grande parte da sua população. Trata-se de uma das regiões do mundo mais vacinadas, à frente de países como Israel e o Reino Unido.

A maioria das pessoas vacinadas recebeu a vacina Sinopharm da China, bem como a vacina da AstraZeneca (conhecida como Covishield localmente, uma versão produzida na Índia). No total, as Seychelles, com uma população de mais de 97.000 habitantes, registaram pouco menos de 8.200 casos e 28 mortes durante a pandemia.

Na segunda-feira, porém, o ministério da Saúde das Seychelles comunicou um aumento acentuado no número de casos. A 30 de abril registavam-se 120 novos contágios, e uma semana depois eram já 300.

O ministério da Saúde fez saber que 63% destes novos casos ou não tinham sido vacinados ou tinham recebido apenas uma dose da vacina SinoPharm ou de Covishield, mas 37% das novas infecções foram em pessoas que tinham recebido ambas as doses.

Há, ainda, a assinalar que destes casos, todos os que precisaram de ser internados eram pessoas sem qualquer dose da vacina, não havendo porém registo vítimas mortais.

O ministro admite, contudo, que a situação é preocupante dado que o índice de transmissibilidade tem vindo a aumentar, algo que não seria expectável de uma população altamente vacinada.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse, esta terça-feira, que irá rever os dados relacionados com o novo coronavírus nas Seychelles, um arquipélago de 115 ilhas no Oceano Índico. Isto acontece depois de o ministério da Saúde ter dito que mais de um terço das pessoas que testaram positivo à doença na semana de 08 de Maio já estavam totalmente imunizadas contra a doença.

As Seychelles têm sido elogiadas pela forma bem sucedida como desenvolveram o seu plano de vacinação, gabando-se de já terem vacinado grande parte da sua população. Trata-se de uma das regiões do mundo mais vacinadas, à frente de países como Israel e o Reino Unido.

A maioria das pessoas vacinadas recebeu a vacina Sinopharm da China, bem como a vacina da AstraZeneca (conhecida como Covishield localmente, uma versão produzida na Índia). No total, as Seychelles, com uma população de mais de 97.000 habitantes, registaram pouco menos de 8.200 casos e 28 mortes durante a pandemia.

Na segunda-feira, porém, o ministério da Saúde das Seychelles comunicou um aumento acentuado no número de casos. A 30 de abril registavam-se 120 novos contágios, e uma semana depois eram já 300.

O ministério da Saúde fez saber que 63% destes novos casos ou não tinham sido vacinados ou tinham recebido apenas uma dose da vacina SinoPharm ou de Covishield, mas 37% das novas infecções foram em pessoas que tinham recebido ambas as doses.

Há, ainda, a assinalar que destes casos, todos os que precisaram de ser internados eram pessoas sem qualquer dose da vacina, não havendo porém registo vítimas mortais.

O ministro admite, contudo, que a situação é preocupante dado que o índice de transmissibilidade tem vindo a aumentar, algo que não seria expectável de uma população altamente vacinada.