Terroristas depõem armas no Burkina Faso

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Ouagadougou - O Presidente do Burkina Faso, Roch Marc Christian Kaboré, anunciou que os terroristas depuseram recentemente as suas armas, depois de "admitirem a sua má conduta", em Djibo, província de Soum, no Sahel burkinabe.

"Vamos pôr fim ao terrorismo, no Burkina Faso", disse Kaboré numa entrevista à estação de televisão nacional RTB do Burkina Faso (RTB),  alegando que "apelámos aos Burkinabè que se mobilizaram junto do outro lado para se recomporem. Em Djibo, há algumas pessoas que voltaram e pediram desculpa depois de admitirem a sua má conduta".

Os meios de comunicação locais burkinabes relataram, na semana passada, que vários membros de grupos terroristas armados tinham deposto as suas armas. Foram então levados pelo Rxército burkinabe para áreas seguras.

"Assim que tivermos terminado com as eleições, vamos assegurar-nos de que o Exército reafete mais tropas com forças especiais para as zonas de conflito, para que as populações deslocadas pelos conflitos possam regressar a casa", acrescentou o Presidente burkinabe.

"A questão da luta contra o terrorismo deve ser resolvida. Quando vemos o número de pessoas mortas por esta actividade, temos insónias. Colocámo-nos a questão de saber porquê neste momento", salientou o Presidente Kaboré.

Os ataques terroristas já deixaram mais de mil 500 mortos e mais de um milhão de deslocados internos, desde 2015, no Burkina Faso.

"Vamos pôr fim ao terrorismo, no Burkina Faso", disse Kaboré numa entrevista à estação de televisão nacional RTB do Burkina Faso (RTB),  alegando que "apelámos aos Burkinabè que se mobilizaram junto do outro lado para se recomporem. Em Djibo, há algumas pessoas que voltaram e pediram desculpa depois de admitirem a sua má conduta".

Os meios de comunicação locais burkinabes relataram, na semana passada, que vários membros de grupos terroristas armados tinham deposto as suas armas. Foram então levados pelo Rxército burkinabe para áreas seguras.

"Assim que tivermos terminado com as eleições, vamos assegurar-nos de que o Exército reafete mais tropas com forças especiais para as zonas de conflito, para que as populações deslocadas pelos conflitos possam regressar a casa", acrescentou o Presidente burkinabe.

"A questão da luta contra o terrorismo deve ser resolvida. Quando vemos o número de pessoas mortas por esta actividade, temos insónias. Colocámo-nos a questão de saber porquê neste momento", salientou o Presidente Kaboré.

Os ataques terroristas já deixaram mais de mil 500 mortos e mais de um milhão de deslocados internos, desde 2015, no Burkina Faso.