UE apoia Maláui com 39 milhões para garantir nutrição e apoio social

Bruxelas - A União Europeia (UE) vai disponibilizar 39 milhões de euros para assegurar a alimentação e a protecção social no Maláui, em altura de maiores dificuldades devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje a Comissão Europeia.

"Como parte da resposta da Equipa Europa à covid-19 no Maláui, a UE atribuiu 39 milhões de euros para mitigar os efeitos negativos da pandemia", informa o executivo comunitário em comunicado.

De acordo com Bruxelas, o financiamento irá "abordar as necessidades crescentes das partes vulneráveis da população no domínio da nutrição e protecção social, incluindo mulheres grávidas e crianças".

Situado no sudeste africano, junto a Moçambique, o Maláui tem uma das mais altas taxas de crescimento demográfico da África Austral, bem como dos mais elevados níveis de pobreza, impulsionados pela baixa produtividade, diversificação limitada do sector agrícola, crescimento económico volátil, esgotamento dos recursos naturais e cobertura limitada de protecção social.

A pandemia de covid-19 tem tido consequências sem precedentes neste país, nomeadamente devido à pressão no sistema de saúde e aos efeitos das medidas de contenção.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o territótio em questão tem 5.890 casos de infecção pelo novo coronavírus e 183 mortos.

Os mais vulneráveis têm sido os mais afectados pela escassez de alimentos e pelo aumento dos preços, razão pela qual a União Europeia argumenta que "o apoio adicional da Equipa Europa centra-se principalmente na abordagem das consequências socio-económicas da pandemia".

Uma das partes do apoio hoje anunciado, de 39 milhões de euros, destina-se a reforçar com 16 milhões de euros o programa de apoio à alimentação escolar, permitindo que 280 mil alunos beneficiem de refeições escolares em 200 escolas primárias da região sul do país.

Esta ajuda visa também melhorar o acesso à água potável, saneamento e higiene, bem como intervenções de mudança de comportamento em benefício dos alunos das escolas, das suas famílias e de toda a sua comunidade.

O apoio total inclui, ainda, 23 milhões de euros para as comunidades vulneráveis, aumentando o número de beneficiários nas zonas rurais e estendê-lo às populações urbanas mais carenciadas.

Entre 2014 e 2020, a UE concedeu mais de 600 milhões de euros para ajudar o país a promover o crescimento e o desenvolvimento económico impulsionado pela agricultura, a assegurar a estabilidade no país e apoiar os mais vulneráveis contra choques recorrentes.

"Como parte da resposta da Equipa Europa à covid-19 no Maláui, a UE atribuiu 39 milhões de euros para mitigar os efeitos negativos da pandemia", informa o executivo comunitário em comunicado.

De acordo com Bruxelas, o financiamento irá "abordar as necessidades crescentes das partes vulneráveis da população no domínio da nutrição e protecção social, incluindo mulheres grávidas e crianças".

Situado no sudeste africano, junto a Moçambique, o Maláui tem uma das mais altas taxas de crescimento demográfico da África Austral, bem como dos mais elevados níveis de pobreza, impulsionados pela baixa produtividade, diversificação limitada do sector agrícola, crescimento económico volátil, esgotamento dos recursos naturais e cobertura limitada de protecção social.

A pandemia de covid-19 tem tido consequências sem precedentes neste país, nomeadamente devido à pressão no sistema de saúde e aos efeitos das medidas de contenção.

De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), o territótio em questão tem 5.890 casos de infecção pelo novo coronavírus e 183 mortos.

Os mais vulneráveis têm sido os mais afectados pela escassez de alimentos e pelo aumento dos preços, razão pela qual a União Europeia argumenta que "o apoio adicional da Equipa Europa centra-se principalmente na abordagem das consequências socio-económicas da pandemia".

Uma das partes do apoio hoje anunciado, de 39 milhões de euros, destina-se a reforçar com 16 milhões de euros o programa de apoio à alimentação escolar, permitindo que 280 mil alunos beneficiem de refeições escolares em 200 escolas primárias da região sul do país.

Esta ajuda visa também melhorar o acesso à água potável, saneamento e higiene, bem como intervenções de mudança de comportamento em benefício dos alunos das escolas, das suas famílias e de toda a sua comunidade.

O apoio total inclui, ainda, 23 milhões de euros para as comunidades vulneráveis, aumentando o número de beneficiários nas zonas rurais e estendê-lo às populações urbanas mais carenciadas.

Entre 2014 e 2020, a UE concedeu mais de 600 milhões de euros para ajudar o país a promover o crescimento e o desenvolvimento económico impulsionado pela agricultura, a assegurar a estabilidade no país e apoiar os mais vulneráveis contra choques recorrentes.