UE inclina-se para apoio a candidata nigeriana na corrida à OMC

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Bruxelas - Os países da União Europeia defenderam hoje maioritariamente um apoio à nigeriana Ngozi Okonjo-Iweala para o cargo de directora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), mas ainda não foi tomada qualquer decisão, segundo fontes citadas pela AFP.

Antiga ministra dos Negócios Estrangeiros e das Finanças da Nigéria, mas também ex-número dois do Banco Mundial, Okonjo-Iweala mantém-se na corrida ao cargo com a sul-coreana Yoo Myung-hee, a primeira mulher do seu país a chefiar o Ministério do Comércio.

Durante uma reunião à porta fechada realizada hoje de manhã, a maior parte dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE) deu a conhecer a sua preferência pela candidata africana, segundo uma fonte europeia. Outros países, que se mostravam mais favoráveis à candidata sul-coreana, acabaram por manifestar a sua disponibilidade para se juntar à maioria.

Dois outros países, a Hungria e um Estado Báltico, recusaram-se a aderir ao consenso e a reunião foi interrompida para que os embaixadores destes países consultem os respectivos governos.

Um apoio europeu daria um impulso considerável à candidata africana nesta corrida à liderança da OMC.

A terceira ronda de negociações, que deverá decidir entre as duas candidatas, começou no dia 19 de Outubro e acaba na terça-feira. Deverá ser alcançado um consenso até 07 de Novembro para escolher quem sucederá ao brasileiro Roberto Azevedo, que deixou a liderança da OMC no final de Agosto, um ano antes do previsto.

Antiga ministra dos Negócios Estrangeiros e das Finanças da Nigéria, mas também ex-número dois do Banco Mundial, Okonjo-Iweala mantém-se na corrida ao cargo com a sul-coreana Yoo Myung-hee, a primeira mulher do seu país a chefiar o Ministério do Comércio.

Durante uma reunião à porta fechada realizada hoje de manhã, a maior parte dos 27 Estados-membros da União Europeia (UE) deu a conhecer a sua preferência pela candidata africana, segundo uma fonte europeia. Outros países, que se mostravam mais favoráveis à candidata sul-coreana, acabaram por manifestar a sua disponibilidade para se juntar à maioria.

Dois outros países, a Hungria e um Estado Báltico, recusaram-se a aderir ao consenso e a reunião foi interrompida para que os embaixadores destes países consultem os respectivos governos.

Um apoio europeu daria um impulso considerável à candidata africana nesta corrida à liderança da OMC.

A terceira ronda de negociações, que deverá decidir entre as duas candidatas, começou no dia 19 de Outubro e acaba na terça-feira. Deverá ser alcançado um consenso até 07 de Novembro para escolher quem sucederá ao brasileiro Roberto Azevedo, que deixou a liderança da OMC no final de Agosto, um ano antes do previsto.