Vencedor do prémio internacional promete “maior batalha” na protecção das tartarugas marinhas

São Tomé - O são-tomense Hipólito Lima, que venceu um prémio internacional na área da conservação da natureza, no valor de 55 mil euros, garantiu que a distinção vai incentivá-lo a "travar uma maior batalha" na protecção das tartarugas marinhas no seu país.

Hipólito Lima foi o distinguido com o Prémio Príncipe Guilherme para a Conservação em África, no âmbito dos prémios de Conservação Tusk, anunciados na sexta-feira passada.

"Há mais de 20 anos nessa tarefa, esse prémio vem incentivar-me muito mais. Por isso, eu vou travar uma maior batalha contra tudo e contra todos na protecção e conservação das tartarugas marinhas e posso dizer que há muito trabalho a fazer", disse.

Residente na Praia de Morro Peixe, 16 quilómetros a norte da capital, São Tomé, disse ter ficado "surpreendido" quando lhe comunicaram a distinção, que visa reconhecer o esforço e dedicação das pessoas que protegem espécies em vias de extinção em África.

"Fiquei surpreendido, mas tendo em conta o trabalho que eu venho fazendo há vários, eu sabia que mais tarde ou mais cedo isso acabaria por acontecer", admitiu.

Hipólito Lima foi homenageado esta segunda-feira, em São Tomé, pela organização não-governamental Mar Ambiente e Pesca Artesanal (MARAPA), num ato em que estiveram igualmente presentes representantes de outras organizações que trabalham na protecção de espécies em vias de extinção.

"É bastante gratificante, é um esforço que o sr. Hipólito fez ao longo desses 26 anos, um reconhecimento não só para ele em si mas também para São Tomé e Príncipe", disse Domingas Martins, responsável do Programa Tatô, para o qual Hipólito Lima presta serviço.

O presidente da ONG Marapa, Jorge Carvalho, considerou Hipólito Lima como a "pessoa indicada" para trabalhar com esta organização "no processo de conservação das tartarugas marinhas", sendo, sublinhou, "uma pessoa que é reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho e dedicação à causa das tartarugas marinhas".

Hipólito Lima foi o distinguido com o Prémio Príncipe Guilherme para a Conservação em África, no âmbito dos prémios de Conservação Tusk, anunciados na sexta-feira passada.

"Há mais de 20 anos nessa tarefa, esse prémio vem incentivar-me muito mais. Por isso, eu vou travar uma maior batalha contra tudo e contra todos na protecção e conservação das tartarugas marinhas e posso dizer que há muito trabalho a fazer", disse.

Residente na Praia de Morro Peixe, 16 quilómetros a norte da capital, São Tomé, disse ter ficado "surpreendido" quando lhe comunicaram a distinção, que visa reconhecer o esforço e dedicação das pessoas que protegem espécies em vias de extinção em África.

"Fiquei surpreendido, mas tendo em conta o trabalho que eu venho fazendo há vários, eu sabia que mais tarde ou mais cedo isso acabaria por acontecer", admitiu.

Hipólito Lima foi homenageado esta segunda-feira, em São Tomé, pela organização não-governamental Mar Ambiente e Pesca Artesanal (MARAPA), num ato em que estiveram igualmente presentes representantes de outras organizações que trabalham na protecção de espécies em vias de extinção.

"É bastante gratificante, é um esforço que o sr. Hipólito fez ao longo desses 26 anos, um reconhecimento não só para ele em si mas também para São Tomé e Príncipe", disse Domingas Martins, responsável do Programa Tatô, para o qual Hipólito Lima presta serviço.

O presidente da ONG Marapa, Jorge Carvalho, considerou Hipólito Lima como a "pessoa indicada" para trabalhar com esta organização "no processo de conservação das tartarugas marinhas", sendo, sublinhou, "uma pessoa que é reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho e dedicação à causa das tartarugas marinhas".