Agricultores querem celeridade na concessão de crédito bancário

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Quibala – Os expositores da terceira edição da Feira do Campo, no município da Quibala, província do Cuanza Sul, solicitaram, hoje, aos operadores bancários menos constrangimentos na cedência de créditos.

Os agricultores e camponeses alegam existir muita burocracia e demora na aceitação do processo de solicitação de um crédito, além de os bancos praticarem juros altos, incompatíveis com os seus ganhos.

Em declarações à Angop, o presidente da Cooperativa Agropecuária "Nova Longa Esperança", Alfredo Francisco, disse que o atraso no financiamento aos camponeses tem dificultado a aquisição de sementes, adubos e instrumentos agrícolas, e atrasa o relançamento da produção.

“É necessário maior empenho e celeridade da banca, para que os agricultores a tempo e hora possam adquirir os meios de produção para lançar a terra”, frisou Alfredo Francisco.

Para António Lonholo, da Cooperativa "Havemos de Voltar", o Estado deve pressionar os bancos, para que avaliem os processos para financiamento no âmbito agrícola, com maior celeridade, porque a agricultura não pode esperar por muito tempo.

Já para o produtor de ananás, Eduardo Mousinho, o Governo deve trabalhar na reabilitação das estradas terciárias para permitir o escoamento dos produtos do campo para a cidade.

“Há muita produção no interior que chega a estragar-se por causa das péssimas condições das vias de acesso”, lamentou, citando como necessidades a aquisição de tractores, alfaias e carrinhas.

O certame é uma iniciativa do Ministério da Indústria e Comércio, com o objectivo de facilitar o escoamento dos produtos da região e promover ambientes de negócios com comerciantes.

Participam da Feira 200 expositores dos 12 municípios do Cuanza Sul, que expõem produtos agrícolas, com destaque para a maçã.

Os agricultores e camponeses alegam existir muita burocracia e demora na aceitação do processo de solicitação de um crédito, além de os bancos praticarem juros altos, incompatíveis com os seus ganhos.

Em declarações à Angop, o presidente da Cooperativa Agropecuária "Nova Longa Esperança", Alfredo Francisco, disse que o atraso no financiamento aos camponeses tem dificultado a aquisição de sementes, adubos e instrumentos agrícolas, e atrasa o relançamento da produção.

“É necessário maior empenho e celeridade da banca, para que os agricultores a tempo e hora possam adquirir os meios de produção para lançar a terra”, frisou Alfredo Francisco.

Para António Lonholo, da Cooperativa "Havemos de Voltar", o Estado deve pressionar os bancos, para que avaliem os processos para financiamento no âmbito agrícola, com maior celeridade, porque a agricultura não pode esperar por muito tempo.

Já para o produtor de ananás, Eduardo Mousinho, o Governo deve trabalhar na reabilitação das estradas terciárias para permitir o escoamento dos produtos do campo para a cidade.

“Há muita produção no interior que chega a estragar-se por causa das péssimas condições das vias de acesso”, lamentou, citando como necessidades a aquisição de tractores, alfaias e carrinhas.

O certame é uma iniciativa do Ministério da Indústria e Comércio, com o objectivo de facilitar o escoamento dos produtos da região e promover ambientes de negócios com comerciantes.

Participam da Feira 200 expositores dos 12 municípios do Cuanza Sul, que expõem produtos agrícolas, com destaque para a maçã.