Balombo necessita de 700 toneladas de fertilizantes

  • Agricultura
Lobito - O município do Balombo, província de Benguela, necessita de pelo menos setecentas toneladas de fertilizantes, tanto 12/24/12 como de ureia, para assegurar a campanha agrícola lançada em Outubro deste ano, disse hoje, sábado, o director interino da Repartição Agrícola, Celestino Huambo.

Segundo o responsável, que falava à ANGOP, os camponeses utilizam mais o 12/24/12 e o amónio por desconhecerem o manuseamento técnico da ureia.

 

“São necessários cuidados no uso da ureia porque pode queimar as plantas, no caso de se exagerar na quantidade. Por isso, estamos a fazer uma maior divulgação do produto”, explicou.

 

Embora ainda não tenham chegado os inputs prometidos pelo Governo provincial, indicou que se vislumbra êxitos nesta campanha por estar a chover bastante na região.

 

Na sequência disso, os camponeses já lançaram as sementes de feijão, maior produto agrícola da região, e também do milho, pelo que  esperam ter igual ou melhor resultado que na campanha anterior.

 

Dando exemplo do feijão, foram produzidas 660 toneladas na campanha passada, distribuídas por várias províncias como Luanda e Cunene.

 

Questionado sobre os cinco tractores distribuídos para cada município, Celestino Huambo confirmou a recepção de apenas dois.

 

“Estes tractores estão sob a gerência de um agente em coordenação com o sector económico e produtivo da administração”, afirmou.

 

O responsável disse que o operador cobra 30 mil kwanzas por hectare, registando-se poucos agricultores a solicitar por consideram o preço muito elevado.

 

Entretanto, Celestino Huambo assegurou que os camponeses estão satisfeitos devido à intervenção nas vias de acesso, tanto para as três comunas, Chingongo, Chindumbo e Makamombolo, como para aquelas aldeias com grande produção agrícola.

 

O município do Balombo encontra-se a 180 quilómetros da sede da província, tem uma extensão territorial de dois mil e 665 quilómetros quadrados e uma população estimada em 127 mil e 501 habitantes.

Segundo o responsável, que falava à ANGOP, os camponeses utilizam mais o 12/24/12 e o amónio por desconhecerem o manuseamento técnico da ureia.

 

“São necessários cuidados no uso da ureia porque pode queimar as plantas, no caso de se exagerar na quantidade. Por isso, estamos a fazer uma maior divulgação do produto”, explicou.

 

Embora ainda não tenham chegado os inputs prometidos pelo Governo provincial, indicou que se vislumbra êxitos nesta campanha por estar a chover bastante na região.

 

Na sequência disso, os camponeses já lançaram as sementes de feijão, maior produto agrícola da região, e também do milho, pelo que  esperam ter igual ou melhor resultado que na campanha anterior.

 

Dando exemplo do feijão, foram produzidas 660 toneladas na campanha passada, distribuídas por várias províncias como Luanda e Cunene.

 

Questionado sobre os cinco tractores distribuídos para cada município, Celestino Huambo confirmou a recepção de apenas dois.

 

“Estes tractores estão sob a gerência de um agente em coordenação com o sector económico e produtivo da administração”, afirmou.

 

O responsável disse que o operador cobra 30 mil kwanzas por hectare, registando-se poucos agricultores a solicitar por consideram o preço muito elevado.

 

Entretanto, Celestino Huambo assegurou que os camponeses estão satisfeitos devido à intervenção nas vias de acesso, tanto para as três comunas, Chingongo, Chindumbo e Makamombolo, como para aquelas aldeias com grande produção agrícola.

 

O município do Balombo encontra-se a 180 quilómetros da sede da província, tem uma extensão territorial de dois mil e 665 quilómetros quadrados e uma população estimada em 127 mil e 501 habitantes.