Cooperativa“Filhos e Amigos de Kassenga”aumenta áreas de cultivo

Caxito – A cooperativa agrícola “Filhos e Amigos do Kassenga” na comuna do Kiage, município do Bula Atumba, província do Bengo, vai este ano, alargar as áreas de cultivo de 15 para 60 hectares, com vista o incremento da produção.

Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, o presidente da cooperativa “Filhos e Amigos do Kassenga”, André Capulo, explicou que o aumento das zonas de produção será feito de forma mecanizada com aluguer de tractores e manual para os filiados.

Referiu que para mecanização agrícola a agremiação deverá desembolsar entre 75 e 85 mil Kwanzas, por hectares, no aluguer de um tractor, valor considerado de bastante oneroso.

Com uma área de 432 hectares, dos quais 91 hectares em produção, sendo 75 de café, sete hectares de mandioca, igual número de milho e dois de banana pão e de mesa.

Para este ano, a cooperativa prevê colher mais de 15 toneladas de produtos diversos (banana, mandioca, milho, batata-doce, inhame, ginguba), contra duas toneladas e meia de 2019.

A regularidade das chuvas que se abateu na região, bem como a força e vontade de trabalhar a terra por parte dos camponeses permitiram o aumento da produção.

Lembrou que em 2019, a cooperativa comercializou sete toneladas e meio de café mabuba e tem ainda armazenado cerca de duas toneladas.

André Capulo lamentou pelo facto dos clientes pretenderem comprar a um preço inferior de 80 kwanzas o quilograma de café mabuba, situação que está desencorajar os cafeicultores. 

O agricultor disse ter aderido ao Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (Prodesi) tendo beneficiado do BDA 15 milhões de kwanzas, dos 50 milhões previstos.

De acordo com o estudo de viabilidade a cooperativa necessitaria de mais de 800 milhões de Kwanzas para pagamento de salários aos trabalhadores, aquisição de motobomba, sistemas de rega, sementes agrícolas, tractores com as respectivas alfaias para aumento das áreas de cultivo e transporte com vista facilitar o escoamento dos produtos.

Apontou a falta de título de concessão de terra e a degradação das vias de acesso como um dos principais problemas que enfrenta os camponeses.

Na presente campanha agrícola (2020/2021) pretende dedicar também na produção de citrinos e hortícolas (tomate, repolho, beringela, couve e cebola), entre outros produtos mais produzidos, no âmbito do Prodesi.

Criada em 2016, a cooperativa gerou emprego a 54 pessoas, dos quais 32 mulheres e 22 homens.

Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, o presidente da cooperativa “Filhos e Amigos do Kassenga”, André Capulo, explicou que o aumento das zonas de produção será feito de forma mecanizada com aluguer de tractores e manual para os filiados.

Referiu que para mecanização agrícola a agremiação deverá desembolsar entre 75 e 85 mil Kwanzas, por hectares, no aluguer de um tractor, valor considerado de bastante oneroso.

Com uma área de 432 hectares, dos quais 91 hectares em produção, sendo 75 de café, sete hectares de mandioca, igual número de milho e dois de banana pão e de mesa.

Para este ano, a cooperativa prevê colher mais de 15 toneladas de produtos diversos (banana, mandioca, milho, batata-doce, inhame, ginguba), contra duas toneladas e meia de 2019.

A regularidade das chuvas que se abateu na região, bem como a força e vontade de trabalhar a terra por parte dos camponeses permitiram o aumento da produção.

Lembrou que em 2019, a cooperativa comercializou sete toneladas e meio de café mabuba e tem ainda armazenado cerca de duas toneladas.

André Capulo lamentou pelo facto dos clientes pretenderem comprar a um preço inferior de 80 kwanzas o quilograma de café mabuba, situação que está desencorajar os cafeicultores. 

O agricultor disse ter aderido ao Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (Prodesi) tendo beneficiado do BDA 15 milhões de kwanzas, dos 50 milhões previstos.

De acordo com o estudo de viabilidade a cooperativa necessitaria de mais de 800 milhões de Kwanzas para pagamento de salários aos trabalhadores, aquisição de motobomba, sistemas de rega, sementes agrícolas, tractores com as respectivas alfaias para aumento das áreas de cultivo e transporte com vista facilitar o escoamento dos produtos.

Apontou a falta de título de concessão de terra e a degradação das vias de acesso como um dos principais problemas que enfrenta os camponeses.

Na presente campanha agrícola (2020/2021) pretende dedicar também na produção de citrinos e hortícolas (tomate, repolho, beringela, couve e cebola), entre outros produtos mais produzidos, no âmbito do Prodesi.

Criada em 2016, a cooperativa gerou emprego a 54 pessoas, dos quais 32 mulheres e 22 homens.