Bié prevê colher mais de 400 mil toneladas de produtos

  • Governador do Bié, Pereira Alfredo, de chapéu ao centro, num campo agrícola
  • Bié: Tractores entregues às cooperativas agriícolas de ex-militares
  • Bié: Tractores entregues às cooperativas agriícolas de ex-militares
Cuito - Pelo menos quatrocentos e quarenta e cinco mil e 484 toneladas de produtos diversos do campo serão colhidas pelos camponeses da província do Bié, durante a campanha agrícola 2020/2021, mais 150 mil toneladas em relação à época transacta.

O facto foi adiantado hoje (sábado) pelo governador da província do Bié, Pereira Alfredo, no acto de abertura da campanha agrícola 2020/2021, que decorreu na localidade do Mbeu, município do Cuito.

A preparação dos campos teve um envolvimento de 10 brigadas e outras iniciativas particulares, que para Pereira Alfredo, dentre as culturas a serem colhidas, constam 221 mil e 299 toneladas de milho, 112 mil 454 toneladas de feijão, 95 mil 417 toneladas de batata-rena e doce, 16 mil e 314 toneladas de arroz, assim como hortaliças diversas.

O aumento da colheita, segundo o governante, é fruto da introdução de novas técnicas agrícolas, como a correcção dos solos com o calcário, formação permanente de camponeses, através das escolas de campos, bem como o apoio aos camponeses com imputes agrícolas.

Para o efeito, o governo está a executar vários programas, com maior realce ao Programa de Desenvolvimento e Extensão Rural, Programa de Financiamento das Cooperativas Agrícolas, Programa de Apoio Agro-pecuária, criação dos Blocos Culturais Compactas para o Fomento Piscicultura e Pecuário, bem como MOSAP-2, visando aumentar a produção agrícola no seio das comunidades e criar excedente alimentar para as famílias.   

O director do gabinete Provincial da Agricultura e Florestas, Marcolino Rocha Sandemba, disse que, para impulsionar a diversificação da economia e substituir as importações de produtos alimentares, o governo local vai apoiar com imputes agrícolas mais 100 mil famílias camponesas, que serão monitoradas por 140 técnicos para garantir assistência técnica.

O responsável assegurou que a província já se dispõe de 800 toneladas de fertilizantes e 50 toneladas de semente de milho, adquiridos pelo Ministério da Agricultura e Governo Provincial.

Cooperativas agrícolas de ex-militares beneficiam de tractores

No âmbito da abertura da campanha agrícola, trinta e quatro cooperativas de ex-militares confinados na província do Bié beneficiaram de igual número de tractores, com o objectivo de aumentar a produção agrícola e combate à fome à pobreza nas famílias.

Na ocasião, o director provincial do Instituto de Reintegração Social dos Ex-militares (IRSEM), António Amaral, sublinhou que os meios vão permitir a reintegração de mais de dois mil ex-militares na vida social, na componente agrícola.

Ribeiro Chiambi, responsável da cooperativa agrícola “Capienge”, da comuna do Cangoti, município do Chinguar, enalteceu o gesto, que irá contribuir no aumento das áreas de cultivos, ampliar na colheita de produtos do campo, assim com melhorar a renda familiar.

A cooperativa agrícola “Capienge” tem uma área de perto de 100 hectares de terra,

Ribeiro Chiambi frisou que, nas campanhas agrícola anteriores, socorriam-se as brigadas privadas, com custos elevados, salientando que o tractor vai reduzir os gastos.

O Instituto de Reintegração Social dos Ex-militares (IRSEM) no Bié controla 40 cooperativas agrícolas e mais de 22 mil ex-militares, espalhados em nove municípios da província.

A província do Bié tem uma extensão de 70 mil e 314 quilómetros quadrados, e uma população estimada em um milhão e 450 habitantes, maioritariamente camponesa.

O facto foi adiantado hoje (sábado) pelo governador da província do Bié, Pereira Alfredo, no acto de abertura da campanha agrícola 2020/2021, que decorreu na localidade do Mbeu, município do Cuito.

A preparação dos campos teve um envolvimento de 10 brigadas e outras iniciativas particulares, que para Pereira Alfredo, dentre as culturas a serem colhidas, constam 221 mil e 299 toneladas de milho, 112 mil 454 toneladas de feijão, 95 mil 417 toneladas de batata-rena e doce, 16 mil e 314 toneladas de arroz, assim como hortaliças diversas.

O aumento da colheita, segundo o governante, é fruto da introdução de novas técnicas agrícolas, como a correcção dos solos com o calcário, formação permanente de camponeses, através das escolas de campos, bem como o apoio aos camponeses com imputes agrícolas.

Para o efeito, o governo está a executar vários programas, com maior realce ao Programa de Desenvolvimento e Extensão Rural, Programa de Financiamento das Cooperativas Agrícolas, Programa de Apoio Agro-pecuária, criação dos Blocos Culturais Compactas para o Fomento Piscicultura e Pecuário, bem como MOSAP-2, visando aumentar a produção agrícola no seio das comunidades e criar excedente alimentar para as famílias.   

O director do gabinete Provincial da Agricultura e Florestas, Marcolino Rocha Sandemba, disse que, para impulsionar a diversificação da economia e substituir as importações de produtos alimentares, o governo local vai apoiar com imputes agrícolas mais 100 mil famílias camponesas, que serão monitoradas por 140 técnicos para garantir assistência técnica.

O responsável assegurou que a província já se dispõe de 800 toneladas de fertilizantes e 50 toneladas de semente de milho, adquiridos pelo Ministério da Agricultura e Governo Provincial.

Cooperativas agrícolas de ex-militares beneficiam de tractores

No âmbito da abertura da campanha agrícola, trinta e quatro cooperativas de ex-militares confinados na província do Bié beneficiaram de igual número de tractores, com o objectivo de aumentar a produção agrícola e combate à fome à pobreza nas famílias.

Na ocasião, o director provincial do Instituto de Reintegração Social dos Ex-militares (IRSEM), António Amaral, sublinhou que os meios vão permitir a reintegração de mais de dois mil ex-militares na vida social, na componente agrícola.

Ribeiro Chiambi, responsável da cooperativa agrícola “Capienge”, da comuna do Cangoti, município do Chinguar, enalteceu o gesto, que irá contribuir no aumento das áreas de cultivos, ampliar na colheita de produtos do campo, assim com melhorar a renda familiar.

A cooperativa agrícola “Capienge” tem uma área de perto de 100 hectares de terra,

Ribeiro Chiambi frisou que, nas campanhas agrícola anteriores, socorriam-se as brigadas privadas, com custos elevados, salientando que o tractor vai reduzir os gastos.

O Instituto de Reintegração Social dos Ex-militares (IRSEM) no Bié controla 40 cooperativas agrícolas e mais de 22 mil ex-militares, espalhados em nove municípios da província.

A província do Bié tem uma extensão de 70 mil e 314 quilómetros quadrados, e uma população estimada em um milhão e 450 habitantes, maioritariamente camponesa.