Cabinda com níveis baixos de produção do Café e Cacau

  • Amostra de uma das variedades de café angolano
Cabinda - A província de Cabinda tem registo de níveis muito baixos da produção do café e cacau, desde a retoma da actividade, cuja campanha da colheita arrancou em 2020 na aldeia de Chapa, comuna de Dinge, município de Cacongo, cerca de 80 quilómetros a norte de Cabinda.

Cinquenta toneladas foram as metas preconizadas pelos produtores para a safra, nos diferentes campos de produção, nos quatro municípios da província, durante a campanha, 2020/2021.

Em entrevista a Angop, o responsável pelo departamento do Instituto Nacional do Café (INCA) adstrita a Secretaria Provincial da Agricultora, José da Costa, referiu que, até ao mês de Agosto último, foram colhidos 4 toneladas de café e 200 kilogramas de cacau, no município de Cabinda, enquanto na cooperativa do município de Cacongo a colheita foi de 3 toneladas de Café e 528 kg de Cacau.

José da Costa avançou que as políticas para o aumento dos níveis de produção e exportação encontram-se em "estaca zero" por falta de incentivos para alavancar a actividade.

Referiu que é preciso os bancos criarem facilidades para créditos aos agentes produtores. A falta de créditos, preços de compra muito baixos, custos de produção elevados e a pouca a adesão a cultura do café e cacau e o abandono das áreas de produção, são elementos que travam o aumento dos níveis de produção.

Defendeu ser necessário estabelecer políticas de um circuito de comercialização eficiente e sustentável e implantar sistema de benefício e rebeneficio (descasque, torrefacção, moagem, empacotamento e selecção do cacau e café).

Sublinhou que existe um agente económico, potenciado pelo Governo de Cabinda, que realiza a compra em número reduzido a produtores ao preço do cacau por 400,00 Kwanzas e o café, a 200,00.

Esta baixa de preços tem provocados aos produtores em busca de melhores preços de venda a agentes provenientes dos países vizinhos como das Repúblicas do Congo (RC) e republica Democrática do Congo (RDC), que oferecem por kg de cacau um valor superior de 500 kzs e pelo café entre 300 a 400 kwanzas por kg.

O governo da província de Cabinda, continua a criar condições de incentivos e encorajamento aos produtores procurando políticas que visam equilibrar os custos de produção e de compra com os cafeicultores a bom preço, e estimular a produção e produtividade para terem outras fontes de rendimentos.

O objectivo é de tornar a província como potencial produtor do café e do cacau para a comercialização noutros mercados do país e no exterior tendo em conta a sua qualidade.

Cafeicultores em Cabinda estiveram paralisados por cerca de dois anos por falta de apoios e incentivos. Em 2018 o governo adquiriu cerca de um milhão e 500 mudas de culturas comerciais como cacau, café e palmar que foram distribuídas a cerca de 27 associações para uma extensão de terra cultivável estimada em 64 hectares ao nível da província.

Em 2020, foi lançada a abertura da colheita e produção do Café na aldeia de Chapa, comuna de Dinge, município de Cacongo, cerca de 80 kms a norte de Cabinda que marcou a retoma da actividade na produção do bago vermelho, cacau palmar em Cabinda.

A falta de viaturas para o escoamento da produção, motosserras, máquinas de descasque, torrefacção, moageiras e embalagens para o café e cacau são outras dificuldades apontadas pelas associações de cooperativas e produtores de Café, Cacau e Palmar.

 

 

Cinquenta toneladas foram as metas preconizadas pelos produtores para a safra, nos diferentes campos de produção, nos quatro municípios da província, durante a campanha, 2020/2021.

Em entrevista a Angop, o responsável pelo departamento do Instituto Nacional do Café (INCA) adstrita a Secretaria Provincial da Agricultora, José da Costa, referiu que, até ao mês de Agosto último, foram colhidos 4 toneladas de café e 200 kilogramas de cacau, no município de Cabinda, enquanto na cooperativa do município de Cacongo a colheita foi de 3 toneladas de Café e 528 kg de Cacau.

José da Costa avançou que as políticas para o aumento dos níveis de produção e exportação encontram-se em "estaca zero" por falta de incentivos para alavancar a actividade.

Referiu que é preciso os bancos criarem facilidades para créditos aos agentes produtores. A falta de créditos, preços de compra muito baixos, custos de produção elevados e a pouca a adesão a cultura do café e cacau e o abandono das áreas de produção, são elementos que travam o aumento dos níveis de produção.

Defendeu ser necessário estabelecer políticas de um circuito de comercialização eficiente e sustentável e implantar sistema de benefício e rebeneficio (descasque, torrefacção, moagem, empacotamento e selecção do cacau e café).

Sublinhou que existe um agente económico, potenciado pelo Governo de Cabinda, que realiza a compra em número reduzido a produtores ao preço do cacau por 400,00 Kwanzas e o café, a 200,00.

Esta baixa de preços tem provocados aos produtores em busca de melhores preços de venda a agentes provenientes dos países vizinhos como das Repúblicas do Congo (RC) e republica Democrática do Congo (RDC), que oferecem por kg de cacau um valor superior de 500 kzs e pelo café entre 300 a 400 kwanzas por kg.

O governo da província de Cabinda, continua a criar condições de incentivos e encorajamento aos produtores procurando políticas que visam equilibrar os custos de produção e de compra com os cafeicultores a bom preço, e estimular a produção e produtividade para terem outras fontes de rendimentos.

O objectivo é de tornar a província como potencial produtor do café e do cacau para a comercialização noutros mercados do país e no exterior tendo em conta a sua qualidade.

Cafeicultores em Cabinda estiveram paralisados por cerca de dois anos por falta de apoios e incentivos. Em 2018 o governo adquiriu cerca de um milhão e 500 mudas de culturas comerciais como cacau, café e palmar que foram distribuídas a cerca de 27 associações para uma extensão de terra cultivável estimada em 64 hectares ao nível da província.

Em 2020, foi lançada a abertura da colheita e produção do Café na aldeia de Chapa, comuna de Dinge, município de Cacongo, cerca de 80 kms a norte de Cabinda que marcou a retoma da actividade na produção do bago vermelho, cacau palmar em Cabinda.

A falta de viaturas para o escoamento da produção, motosserras, máquinas de descasque, torrefacção, moageiras e embalagens para o café e cacau são outras dificuldades apontadas pelas associações de cooperativas e produtores de Café, Cacau e Palmar.