Camponeses do Nguli beneficiam de sistema de irrigação

Cuito - Os camponeses da aldeia de Nguli, situada na comuna do Cunje, a 17 quilómetros a Norte da cidade do Cuito, beneficiaram de um sistema de irrigação, financiado pelo Banco Mundial, no âmbito do MOSAP II, visando aumentar a produção de hortícolas nos mercados formais e informais.

Com dois quilómetros de irrigação, a reabilitação desta vala da aldeia de Nguli teve um custo de 165 mil e 921 dólares.

Fez a entrega do bem o director regional do Banco Mundial para Angola, Burundi, Jean-Christophe Carret, em acto testemunhado pelo Ministro da Agricultura e Pescas, Francisco de Assis, e o governador provincial do Bié, Pereira Alfredo.

O MOSAP II está também a erguer sistemas de irrigação similares em Camacupa, Andulo e Chitembo, que estão orçados acima de cem mil dólares norte americanos cada, que quando estiverem concluídos vão irrigar mais de 400 hectares, contra os actuais cem nas áreas abrangidas.

Na ocasião, os camponeses do Nguli asseguraram aumentar a produção com a entrada em funcionamento dessa vala, de modo que haja hortícolas em abundância, quer em época chuvosa quer seca.

O responsável deste projecto no Bié, Guilherme Chivinda, sublinhou hoje à ANGOP que o objectivo da reabilitação e construção desses sistemas de irrigação é assegurar a produção em grande escala de tomate, cebola, alho, repolho, pimento, couves, beterrabas, batata-doce e rena.  

O MOSAP II é um projecto do Ministério da Agricultura, implementado pelo Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), com financiamento do Banco Mundial, e está a ser executado nas províncias de Malanje, Huambo e Bié.  

Tem por objectivo aumentar a produtividade, produção e comercialização de produtos agrícolas, com enfoque para a mandioca, milho, feijão, batatas e hortaliças.

O projecto  conta com a parceria do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), assim como do Executivo angolano.

Com um milhão 455 mil 255 habitantes, a província do Bié controla mil 321 associações de camponeses e 850 Escolas de Campo, prevendo-se que até 2021 existam mil 360.  

Com uma extensão de 70 mil 314 quilómetros quadrados, a nível local produz-se também soja, gengibre, gergelim, entre outros produtos.  

Com dois quilómetros de irrigação, a reabilitação desta vala da aldeia de Nguli teve um custo de 165 mil e 921 dólares.

Fez a entrega do bem o director regional do Banco Mundial para Angola, Burundi, Jean-Christophe Carret, em acto testemunhado pelo Ministro da Agricultura e Pescas, Francisco de Assis, e o governador provincial do Bié, Pereira Alfredo.

O MOSAP II está também a erguer sistemas de irrigação similares em Camacupa, Andulo e Chitembo, que estão orçados acima de cem mil dólares norte americanos cada, que quando estiverem concluídos vão irrigar mais de 400 hectares, contra os actuais cem nas áreas abrangidas.

Na ocasião, os camponeses do Nguli asseguraram aumentar a produção com a entrada em funcionamento dessa vala, de modo que haja hortícolas em abundância, quer em época chuvosa quer seca.

O responsável deste projecto no Bié, Guilherme Chivinda, sublinhou hoje à ANGOP que o objectivo da reabilitação e construção desses sistemas de irrigação é assegurar a produção em grande escala de tomate, cebola, alho, repolho, pimento, couves, beterrabas, batata-doce e rena.  

O MOSAP II é um projecto do Ministério da Agricultura, implementado pelo Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), com financiamento do Banco Mundial, e está a ser executado nas províncias de Malanje, Huambo e Bié.  

Tem por objectivo aumentar a produtividade, produção e comercialização de produtos agrícolas, com enfoque para a mandioca, milho, feijão, batatas e hortaliças.

O projecto  conta com a parceria do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), assim como do Executivo angolano.

Com um milhão 455 mil 255 habitantes, a província do Bié controla mil 321 associações de camponeses e 850 Escolas de Campo, prevendo-se que até 2021 existam mil 360.  

Com uma extensão de 70 mil 314 quilómetros quadrados, a nível local produz-se também soja, gengibre, gergelim, entre outros produtos.