Cooperativas de ex-militares do Cubal beneficiam de tractores

  • Bié: Tractores entregues às cooperativas agriícolas de ex-militares
Benguela – Três cooperativas de ex-militares do município do Cubal, na província de Benguela, vão beneficiar de tractores e alfaias para o relançamento da agricultura, anunciou, na segunda-feira, o Secretário de Estado para Acção Social, Lúcio do Amaral.

Trata-se das cooperativas do Alto Jerequete, com 308 associados e 921 hectares, Rio Bom, com 105 associados e 200 hectares, e a cooperativa agropecuária da Kapupa.

Segundo Lúcio do Amaral, que falava no final de uma visita ao município, o sector está a fazer um levantamento para identificar as cooperativas organizadas e que vão beneficiar, nesta primeira fase, de tractores.

“O que estamos a fazer é fomentar a agricultura, no âmbito da disponibilização de maquinaria, num total de 500 tractores, a favor das cooperativas de ex-militares”, disse.

O responsável destacou que o objectivo do Executivo é fazer com que as populações saiam da pobreza e as comunidades não passem fome e possam vender o excedente da produção e gerar renda.

O programa não contempla só tractores, prevendo também formação de técnicos e entrega de meios auxiliares, bem como a criação de escolas de campo onde vão aprender a produzir melhor e combater as pragas.

Lúcio do Amaral enfatizou que os tractores chegam à província de Benguela nos próximos dias, estando a quota para cada região dependente do número de cooperativas existente.

Já o presidente do Conselho de Administração do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), Carlos Fernandes, disse que o programa está avaliado em Akz 15 mil milhões e quinhentos, sendo que os 500 tractores e seus componentes serão distribuídos faseadamente.

“Este é um projecto financiamento a fundo perdido, virado aos ex-militares. Trata-se de um programa do Executivo coordenado pelo Ministério da Acção Social Família e Promoção do Género. O FADA é apenas o financiador da operação”, elucidou.

Para o PCA, é necessário sair do sistema manual para o mecanizado, de maneira a criar sustentabilidade e segurança alimentar e dar emprego a mais pessoas.

Já o presidente da cooperativa Rio Bom, Eduardo Viringue, disse que, actualmente, colhem pouco mais de 10 toneladas por safra, mas com o apoio em tractores, motobombas, mangueiras e sementes esperam produzir até 60 toneladas ano.

O presidente da cooperativa Alto Jerequete, Fernando Ngalanja, disse que nesta altura estão a produzir em 78 hectares.

As duas cooperativas visitadas (Rio Bom e Alto Jerequete) produzem milho, massambala, ginguba e hortícolas.

 

Trata-se das cooperativas do Alto Jerequete, com 308 associados e 921 hectares, Rio Bom, com 105 associados e 200 hectares, e a cooperativa agropecuária da Kapupa.

Segundo Lúcio do Amaral, que falava no final de uma visita ao município, o sector está a fazer um levantamento para identificar as cooperativas organizadas e que vão beneficiar, nesta primeira fase, de tractores.

“O que estamos a fazer é fomentar a agricultura, no âmbito da disponibilização de maquinaria, num total de 500 tractores, a favor das cooperativas de ex-militares”, disse.

O responsável destacou que o objectivo do Executivo é fazer com que as populações saiam da pobreza e as comunidades não passem fome e possam vender o excedente da produção e gerar renda.

O programa não contempla só tractores, prevendo também formação de técnicos e entrega de meios auxiliares, bem como a criação de escolas de campo onde vão aprender a produzir melhor e combater as pragas.

Lúcio do Amaral enfatizou que os tractores chegam à província de Benguela nos próximos dias, estando a quota para cada região dependente do número de cooperativas existente.

Já o presidente do Conselho de Administração do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), Carlos Fernandes, disse que o programa está avaliado em Akz 15 mil milhões e quinhentos, sendo que os 500 tractores e seus componentes serão distribuídos faseadamente.

“Este é um projecto financiamento a fundo perdido, virado aos ex-militares. Trata-se de um programa do Executivo coordenado pelo Ministério da Acção Social Família e Promoção do Género. O FADA é apenas o financiador da operação”, elucidou.

Para o PCA, é necessário sair do sistema manual para o mecanizado, de maneira a criar sustentabilidade e segurança alimentar e dar emprego a mais pessoas.

Já o presidente da cooperativa Rio Bom, Eduardo Viringue, disse que, actualmente, colhem pouco mais de 10 toneladas por safra, mas com o apoio em tractores, motobombas, mangueiras e sementes esperam produzir até 60 toneladas ano.

O presidente da cooperativa Alto Jerequete, Fernando Ngalanja, disse que nesta altura estão a produzir em 78 hectares.

As duas cooperativas visitadas (Rio Bom e Alto Jerequete) produzem milho, massambala, ginguba e hortícolas.