Cuando Cubango: Pragas de gafanhotos prejudicam culturas no Dirico

  • Produção de milho na Comuna do Cuima
Menongue - Mais de cinco hectares de culturas de milho, massango e massambala ficaram totalmente destruídas, no município do Dirico, província do Cuando Cubango, em consequência de pragas de gafanhotos, nas últimas 24 horas.

O facto foi revelado quarta-feira, pelo administrador municipal do Dirico, Miguel Cassela, para quem apoios das autoridades locais e do Governo são necessários, para atenuar a condição social das famílias camponesas que perderam todas as culturas que já estavam desenvolvidas, em função também das chuvas regulares na região.

Em declarações à emissora local da Rádio Nacional de Angola, o responsável recordou que a periodicidade da presença da praga de gafanhotos, naquele município, que faz fronteira na faixa sudeste do Cuando Cubango com a Namíbia, de onde são provenientes, é nos meses Junho/Julho, Outubro/Novembro e Dezembro (de 2020) à Janeiro último.

Conforme o administrador, nesta altura, face a destruição total de 13 lavras, as famílias camponesas não poderão recuperar as culturas perdidas, com realce para a do milho, existindo a necessidade do apoio para o dispersão  ou "estancamento" dos gafanhotos, por parte do Governo, para não prejudicar outras localidades.

Recentemente, segundo Miguel Cassela, uma equipa do Gabinete Provincial da Agricultura fez o levantamento da situação e pulverizou algumas lavras, mas que o uso de meios aéreos seria a solução mais viável, numa altura em que alguns camponeses estão a usar água quente, a provocar chamas de fogo e barulho de latas, para afugentá-los.

Assegurou que, até ao momento, as famílias camponesas têm o apoio alimentar da administração, mas que precisará mais por altura da colheita, em função dos resultados que não serão satisfeitos por causa dos actuais prejuízos.

De referir que, para além do Dirico, o município de Mavinga, concretamente na comuna do Licua, onde existe grande produção de alho, a par de outras culturas, com destaque para a de milho, está igualmente a ser assolada pela praga de gafanhotos pela segunda vez, sendo a primeira no ano passado.

O facto foi revelado quarta-feira, pelo administrador municipal do Dirico, Miguel Cassela, para quem apoios das autoridades locais e do Governo são necessários, para atenuar a condição social das famílias camponesas que perderam todas as culturas que já estavam desenvolvidas, em função também das chuvas regulares na região.

Em declarações à emissora local da Rádio Nacional de Angola, o responsável recordou que a periodicidade da presença da praga de gafanhotos, naquele município, que faz fronteira na faixa sudeste do Cuando Cubango com a Namíbia, de onde são provenientes, é nos meses Junho/Julho, Outubro/Novembro e Dezembro (de 2020) à Janeiro último.

Conforme o administrador, nesta altura, face a destruição total de 13 lavras, as famílias camponesas não poderão recuperar as culturas perdidas, com realce para a do milho, existindo a necessidade do apoio para o dispersão  ou "estancamento" dos gafanhotos, por parte do Governo, para não prejudicar outras localidades.

Recentemente, segundo Miguel Cassela, uma equipa do Gabinete Provincial da Agricultura fez o levantamento da situação e pulverizou algumas lavras, mas que o uso de meios aéreos seria a solução mais viável, numa altura em que alguns camponeses estão a usar água quente, a provocar chamas de fogo e barulho de latas, para afugentá-los.

Assegurou que, até ao momento, as famílias camponesas têm o apoio alimentar da administração, mas que precisará mais por altura da colheita, em função dos resultados que não serão satisfeitos por causa dos actuais prejuízos.

De referir que, para além do Dirico, o município de Mavinga, concretamente na comuna do Licua, onde existe grande produção de alho, a par de outras culturas, com destaque para a de milho, está igualmente a ser assolada pela praga de gafanhotos pela segunda vez, sendo a primeira no ano passado.