Angola trabalha na reactivação da produção de café

  • Campo de Produção de Café
Golungo Alto - Mais de 350 mil mudas de café das espécies robusta e arábica foram produzidas até à data, na campanha agrícola deste ano, contra as 240.460 do ano anterior, pelo Instituto Nacional de Café (INCA) e parceiros, no sentido de reactivar e aumentar os níveis da safra.

De acordo com o  secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, João Cunha, a produção de mudas deve-se à necessidade contínua do processo de renovação das plantações de café, um dos eixos a que este departamento ministerial se dedica com “grande importância”.

O secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, João Cunha, que falava na sexta-feira, em Cacanga, município do Golungo Alto, província do Cuanza Norte, na abertura oficial da campanha nacional da colheita do café no país precisou que o ministério forneceu 104 mil e 220 mudas aos agricultores, que possibilitaram a instalação de 54 hectares de novas plantações nas províncias do Huambo, Bié e Huíla.

De acordo com João Cunha , este processo foi acompanhado por técnicos do Instituto Nacional de Café e os produtores beneficiaram de formação específica e de assistência técnica sobre as formas de instalação de plantações.

Paralelamente a esta acção, o secretário de Estado informou que cerca de 100 mil novas plantas de café robusta foram postas em local definitivo por produtores particulares, em fazendas nas províncias do Bengo, Uíge e Cuanzas Norte e Sul.

Com o objectivo de melhorar a produtividade das plantações, precisou, o INCA iniciou, no presente ano, um processo de migração paulatina na produção de mudas de cafeeiros robusta, tendo cerca de 720 plantas anteriormente identificadas nas províncias do Uíge e Cuanza Sul, com produção acima da média.

Essas plantas, prosseguiu, serviram de matrizes para a instalação de “jardins clonais” e consequente produção de mudas de origem vegetativa nos próximos anos.

Para João Cunha, estes dados reflectirão um ligeiro crescimento nos níveis de produção e de exportação, a medida que se aumentar o número de famílias no processo de produção, as áreas de cultivo, introdução de novas tecnologias como o adensamento, irrigação, mecanização, fertilização e produção de mudas por via vegetativa.

O secretário de Estado lançou o repto aos potenciais financiadores para o apoio aos produtores particulares, às famílias organizadas em associações e cooperativas agropecuárias para que gradualmente se tenha um crescimento harmonioso nos níveis de produção.

De acordo com o  secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, João Cunha, a produção de mudas deve-se à necessidade contínua do processo de renovação das plantações de café, um dos eixos a que este departamento ministerial se dedica com “grande importância”.

O secretário de Estado para a Agricultura e Pecuária, João Cunha, que falava na sexta-feira, em Cacanga, município do Golungo Alto, província do Cuanza Norte, na abertura oficial da campanha nacional da colheita do café no país precisou que o ministério forneceu 104 mil e 220 mudas aos agricultores, que possibilitaram a instalação de 54 hectares de novas plantações nas províncias do Huambo, Bié e Huíla.

De acordo com João Cunha , este processo foi acompanhado por técnicos do Instituto Nacional de Café e os produtores beneficiaram de formação específica e de assistência técnica sobre as formas de instalação de plantações.

Paralelamente a esta acção, o secretário de Estado informou que cerca de 100 mil novas plantas de café robusta foram postas em local definitivo por produtores particulares, em fazendas nas províncias do Bengo, Uíge e Cuanzas Norte e Sul.

Com o objectivo de melhorar a produtividade das plantações, precisou, o INCA iniciou, no presente ano, um processo de migração paulatina na produção de mudas de cafeeiros robusta, tendo cerca de 720 plantas anteriormente identificadas nas províncias do Uíge e Cuanza Sul, com produção acima da média.

Essas plantas, prosseguiu, serviram de matrizes para a instalação de “jardins clonais” e consequente produção de mudas de origem vegetativa nos próximos anos.

Para João Cunha, estes dados reflectirão um ligeiro crescimento nos níveis de produção e de exportação, a medida que se aumentar o número de famílias no processo de produção, as áreas de cultivo, introdução de novas tecnologias como o adensamento, irrigação, mecanização, fertilização e produção de mudas por via vegetativa.

O secretário de Estado lançou o repto aos potenciais financiadores para o apoio aos produtores particulares, às famílias organizadas em associações e cooperativas agropecuárias para que gradualmente se tenha um crescimento harmonioso nos níveis de produção.