Ministro quer maior engajamento das famílias camponesas

  • Cooperativas de ex-militares beneficiam de tractores
Menongue - O ministro da Agricultura e Pescas, António Assis, defendeu, na quinta-feira, no Cuito Cuanavale, maior engajamento das famílias camponesas, aproveitando os imputes agrícolas que o governo põe à sua disposição, para o combate à fome e à pobreza no país.

O ministro falava na abertura central da campanha agrícola 2021/2022, decorrido na zona do Tumpo, município do Cuito Cuanavale.

Conforme o governante, para a concretização do legado deixado pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, segundo o qual “a agricultura é a base e a indústria o factor decisivo”, é preciso produzir mais e melhor para a resolução dos problemas do povo.

Para o efeito, conforme António Assis, todos os angolanos, desde os camponeses, as famílias e os jovens, têm de produzir cada vez mais, porquanto é a agricultura que irá permitir o aumento do rendimento das famílias.

A agricultura, reconheceu, sem avançar cifras até ao momento, é a fonte de empregabilidade em Angola, daí ter exortado os angolanos a “comandarem” a batalha da produção agrícola, a exemplo do município histórico do Cuito Cuanavale, onde já é visível esta visão estratégica no combate à fome no país.

Destacou, na ocasião, sem avançar dados estatísticos, que o Cuando Cubango é, actualmente, a província mais produtora de cebola no país, onde o Cuito Cuanavale destaca-se nesta produção.

Reconheceu também que, apesar deste engajamento das famílias camponesas, os insumos ainda são caros no país, pelo que o governo angolano está a trabalhar para se encontrar um ambiente que possa propiciar a solução do desiderato.

António de Assis fez menção de medidas estratégicas que estão a ser tomadas para o efeito, como investimentos públicos e privados, com grande incidência ao sector da agricultura e pescas.

O ministro da Agricultura e Pescas explicou que os equipamentos entregues às famílias camponesas, para o fomento da actividade agrícola, como bombas manuais, pedais e solares, moto-lavradoras, vão humanizar os trabalhos das mulheres para a obtenção de melhores resultados na produção agrícola, através da mecanização.

Lançou o desafio da agricultura familiar no Cuando Cubango, para a produção em grande escala, através da construção de galinheiros, usando o material local, como capim, paus e outros meios.

Para esse desafio de criação de aves e reprodução de ovos e pintinhos, convidou as Forças Armadas Angolanas (FAA), a Polícia Nacional, as autoridades tradicionais, entidades religiosas, responsáveis escolares, pais e encarregados de educação no sentido da melhoria da dieta alimentar.

O ministro, no âmbito da abertura nacional da campanha agrícola 2021/2022, entregou às associações de camponeses do Cuito Cuanavale sementes de arroz, milho, feijão, hortícolas diversas, adubo, pulverizadores, picaretas, catanas, enxadas, carros de mão, kits de vacinação de gado bovino, entre outros.

A cerimónia foi testemunhada pelo governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, o administrador do Cuito Cuanavale, José Martins, quadros seniores do Ministério da Agricultura e Pescas e membros do governo local, entre outros convidados.

Nesta campanha, a província prevê envolver 69 mil famílias camponesas, desbravar 150 mil hectares, com a estimativa de colher 200 mil toneladas de produtos diversos.

O ministro falava na abertura central da campanha agrícola 2021/2022, decorrido na zona do Tumpo, município do Cuito Cuanavale.

Conforme o governante, para a concretização do legado deixado pelo primeiro Presidente da República, António Agostinho Neto, segundo o qual “a agricultura é a base e a indústria o factor decisivo”, é preciso produzir mais e melhor para a resolução dos problemas do povo.

Para o efeito, conforme António Assis, todos os angolanos, desde os camponeses, as famílias e os jovens, têm de produzir cada vez mais, porquanto é a agricultura que irá permitir o aumento do rendimento das famílias.

A agricultura, reconheceu, sem avançar cifras até ao momento, é a fonte de empregabilidade em Angola, daí ter exortado os angolanos a “comandarem” a batalha da produção agrícola, a exemplo do município histórico do Cuito Cuanavale, onde já é visível esta visão estratégica no combate à fome no país.

Destacou, na ocasião, sem avançar dados estatísticos, que o Cuando Cubango é, actualmente, a província mais produtora de cebola no país, onde o Cuito Cuanavale destaca-se nesta produção.

Reconheceu também que, apesar deste engajamento das famílias camponesas, os insumos ainda são caros no país, pelo que o governo angolano está a trabalhar para se encontrar um ambiente que possa propiciar a solução do desiderato.

António de Assis fez menção de medidas estratégicas que estão a ser tomadas para o efeito, como investimentos públicos e privados, com grande incidência ao sector da agricultura e pescas.

O ministro da Agricultura e Pescas explicou que os equipamentos entregues às famílias camponesas, para o fomento da actividade agrícola, como bombas manuais, pedais e solares, moto-lavradoras, vão humanizar os trabalhos das mulheres para a obtenção de melhores resultados na produção agrícola, através da mecanização.

Lançou o desafio da agricultura familiar no Cuando Cubango, para a produção em grande escala, através da construção de galinheiros, usando o material local, como capim, paus e outros meios.

Para esse desafio de criação de aves e reprodução de ovos e pintinhos, convidou as Forças Armadas Angolanas (FAA), a Polícia Nacional, as autoridades tradicionais, entidades religiosas, responsáveis escolares, pais e encarregados de educação no sentido da melhoria da dieta alimentar.

O ministro, no âmbito da abertura nacional da campanha agrícola 2021/2022, entregou às associações de camponeses do Cuito Cuanavale sementes de arroz, milho, feijão, hortícolas diversas, adubo, pulverizadores, picaretas, catanas, enxadas, carros de mão, kits de vacinação de gado bovino, entre outros.

A cerimónia foi testemunhada pelo governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, o administrador do Cuito Cuanavale, José Martins, quadros seniores do Ministério da Agricultura e Pescas e membros do governo local, entre outros convidados.

Nesta campanha, a província prevê envolver 69 mil famílias camponesas, desbravar 150 mil hectares, com a estimativa de colher 200 mil toneladas de produtos diversos.