Cunene necessita de helicóptero para localização da praga de gafanhotos

  • Praga de gafanhotos no Cunene
Ondjiva - O director do Gabinete provincial da Agricultura no Cunene, Pedro Tibério, defendeu, nesta terça-feira, a necessidade de um helicóptero, para facilitar a localização da vaga de gafanhotos que afecta a região.

Em declarações à Angop, disse que a maior dificuldade está na localização da praga, devido a vasta vegetação e o facto dos insectos estarem em constante movimentação durante o dia.

Explicou que para além pulverização, só o ruído do helicóptero já afugenta os gafanhotos, estratégia que está a ser utilizada por parte da Namíbia, ao longo dos 340 quilómetros terrestres de fronteira que são partilhados pelos dois países, o que obriga os insectos a refugiarem-se do lado angolano.

De acordo com o responsável, estão criados grupos de activistas, que diariamente reportam o surgimento da praga, o que facilita as equipas se deslocarem a zona afectada com uma viatura, mas o problema é que leva muito tempo para se chegar a estes locais, pois os gafanhotos estão em constante movimentação.

Pedro Tibério afirmou que os 50 brigadistas formados em matéria de controlo à praga de gafanhotos, foram constituídos em seis brigadas, a nível dos municípios do Namacunde, Cuanhama, Ombadja, Curoca, Cahama e Cuvelai.

Os gafanhotos estão agora em direcção à comuna do Chitado, município do Curoca, situado 333 quilómetros de  Ondjiva, cidade capital do Cunene.

A praga, que assola a província desde o dia 9 deste mês, já prejudicou 874 campos agrícolas de massambala, massango e milho,  nos municípios de Ombadja, Namacunde e Cuanhama.

Até o momento foram pulverizados cinco hectares de lavras e vegetação na comuna do Chiedi, município de Namacunde, primeira zona assolada pela praga na região.

Estão envolvidos na campanha de pulverização, que decorre há duas semanas, técnicos do Gabinete da Agricultura, administrações municipais, Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, bem como efectivo das Forças Armadas Angolanas (FAA).

Em declarações à Angop, disse que a maior dificuldade está na localização da praga, devido a vasta vegetação e o facto dos insectos estarem em constante movimentação durante o dia.

Explicou que para além pulverização, só o ruído do helicóptero já afugenta os gafanhotos, estratégia que está a ser utilizada por parte da Namíbia, ao longo dos 340 quilómetros terrestres de fronteira que são partilhados pelos dois países, o que obriga os insectos a refugiarem-se do lado angolano.

De acordo com o responsável, estão criados grupos de activistas, que diariamente reportam o surgimento da praga, o que facilita as equipas se deslocarem a zona afectada com uma viatura, mas o problema é que leva muito tempo para se chegar a estes locais, pois os gafanhotos estão em constante movimentação.

Pedro Tibério afirmou que os 50 brigadistas formados em matéria de controlo à praga de gafanhotos, foram constituídos em seis brigadas, a nível dos municípios do Namacunde, Cuanhama, Ombadja, Curoca, Cahama e Cuvelai.

Os gafanhotos estão agora em direcção à comuna do Chitado, município do Curoca, situado 333 quilómetros de  Ondjiva, cidade capital do Cunene.

A praga, que assola a província desde o dia 9 deste mês, já prejudicou 874 campos agrícolas de massambala, massango e milho,  nos municípios de Ombadja, Namacunde e Cuanhama.

Até o momento foram pulverizados cinco hectares de lavras e vegetação na comuna do Chiedi, município de Namacunde, primeira zona assolada pela praga na região.

Estão envolvidos na campanha de pulverização, que decorre há duas semanas, técnicos do Gabinete da Agricultura, administrações municipais, Serviço de Protecção Civil e Bombeiros, bem como efectivo das Forças Armadas Angolanas (FAA).