EDA avalia prejuízos da seca na Caála

  • Agricultura
Caála – A Estação de Desenvolvimento Agrícola (EDA) no município da Caála, província do Huambo, começou avaliar, esta quinta-feira, os prejuízos causados pela seca, para salvaguardar a segurança alimentar das famílias.

Para época agrícola 2020/2021 foram preparados aproximadamente 500 hectares de terras, com envolvimento de 66 mil famílias camponesas, distribuídas em 150 associações e 131 cooperativas, que se dedicam ao cultivo de cereais, tubérculos, leguminosas e hortícolas, principalmente.

Em declarações à ANGOP, a supervisora local da EDA, Benvinda Ngoia, disse que o processo terá a duração de cinco dias para, posteriormente, adoptar-se novas medidas de emergência para a possível recuperação das culturas.

Segundo a responsável, o estudo baseia-se num inquérito de identificação dos problemas de natureza agrária e a dimensão histórica da seca na região, para a busca de soluções plausíveis visando suavizar o seu impacto, através da apresentação de propostas de culturas com ciclos de produção curta.

Numa primeira fase, acrescentou Benvinda Ngoia, estão em avaliação as condições de 28 famílias camponesas, distribuídas nas comunas da Celenga, Catata e Cuima, com vista a aferir os prejuízos agrícolas, num exercício que está a ser desenvolvido por 14 técnicos.

Disse que depois do diagnóstico, está previsto o estudo das amostras e a proposta de soluções plausíveis para contrapor os efeitos negativos da seca, devendo cada técnico acompanhar os níveis de produção de cada uma das famílias.

Para época agrícola 2020/2021 foram preparados aproximadamente 500 hectares de terras, com envolvimento de 66 mil famílias camponesas, distribuídas em 150 associações e 131 cooperativas, que se dedicam ao cultivo de cereais, tubérculos, leguminosas e hortícolas, principalmente.

Em declarações à ANGOP, a supervisora local da EDA, Benvinda Ngoia, disse que o processo terá a duração de cinco dias para, posteriormente, adoptar-se novas medidas de emergência para a possível recuperação das culturas.

Segundo a responsável, o estudo baseia-se num inquérito de identificação dos problemas de natureza agrária e a dimensão histórica da seca na região, para a busca de soluções plausíveis visando suavizar o seu impacto, através da apresentação de propostas de culturas com ciclos de produção curta.

Numa primeira fase, acrescentou Benvinda Ngoia, estão em avaliação as condições de 28 famílias camponesas, distribuídas nas comunas da Celenga, Catata e Cuima, com vista a aferir os prejuízos agrícolas, num exercício que está a ser desenvolvido por 14 técnicos.

Disse que depois do diagnóstico, está previsto o estudo das amostras e a proposta de soluções plausíveis para contrapor os efeitos negativos da seca, devendo cada técnico acompanhar os níveis de produção de cada uma das famílias.