Estiagem coloca em risco famílias camponesas em Benguela

  • Camponeses vão poder desenvolver melhor a actividade produtiva
Lobito – Mais de cinquenta mil famílias camponesas dos municípios do Bocoio e Balombo (província de Benguela) correm o risco de enfrentar uma crise alimentar devido a estiagem, segundo disseram hoje, quarta-feira, as autoridades locais.

Falando à Rádio Lobito, o responsável da Agricultura e Pecuária no Bocoio, Evaristo Félix, revelou que cerca de 24 mil famílias camponesas poderão perder as suas culturas.

“Para este ano agrícola, foram preparados 85 mil hectares para cultivo de produto diversos e cerca  de  oitenta  por cento da produção já está estragada, devido a falta de chuva”, informou.

Segundo Evaristo Félix,  os  camponeses  que aproveitaram as primeiras chuvas ainda poderão colher alguns produtos para o seu auto-sustento, mas esses são uma minoria.

Sobre o potencial agrícola do Bocoio, destaca-se a produção em grande escala de milho,  batata doce, feijão e ananás.

Já no Balombo, mais de 43 mil hectares de culturas diversas foram preparadas para esta campanha agrícola e os camponeses estão igualmente desesperados, clamando por apoios.

De acordo com o director interino da Agricultura, Celestino Huambo, a administração local já iniciou o  levantamento dos estragos provocados pela ausência de chuvas naquela região.

“A situação é grave, na medida em que a maior parte da população deste município vive da agricultura”, afirmou.

O Balombo produz maioritariamente  o feijão a batata-doce e a rena, assim como o amendoim e as hortícolas.

A campanha agrícola 2020/21 foi lançada em Outubro deste ano, pelo governador provincial, Rui Pinto de Andrade, na comuna de Makamombolo, que dista a 28 quilómetros da sede do município do Balombo.

Falando à Rádio Lobito, o responsável da Agricultura e Pecuária no Bocoio, Evaristo Félix, revelou que cerca de 24 mil famílias camponesas poderão perder as suas culturas.

“Para este ano agrícola, foram preparados 85 mil hectares para cultivo de produto diversos e cerca  de  oitenta  por cento da produção já está estragada, devido a falta de chuva”, informou.

Segundo Evaristo Félix,  os  camponeses  que aproveitaram as primeiras chuvas ainda poderão colher alguns produtos para o seu auto-sustento, mas esses são uma minoria.

Sobre o potencial agrícola do Bocoio, destaca-se a produção em grande escala de milho,  batata doce, feijão e ananás.

Já no Balombo, mais de 43 mil hectares de culturas diversas foram preparadas para esta campanha agrícola e os camponeses estão igualmente desesperados, clamando por apoios.

De acordo com o director interino da Agricultura, Celestino Huambo, a administração local já iniciou o  levantamento dos estragos provocados pela ausência de chuvas naquela região.

“A situação é grave, na medida em que a maior parte da população deste município vive da agricultura”, afirmou.

O Balombo produz maioritariamente  o feijão a batata-doce e a rena, assim como o amendoim e as hortícolas.

A campanha agrícola 2020/21 foi lançada em Outubro deste ano, pelo governador provincial, Rui Pinto de Andrade, na comuna de Makamombolo, que dista a 28 quilómetros da sede do município do Balombo.