FAO capacita técnicos para acudir praga de gafanhotos

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Menongue - A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) promove desde terça-feira, em Menongue, província do Cuando Cubango, uma formação sobre monitorização e controlo dos gafanhotos com o uso de aplicativo “Elocust3”.

Participam na acção formativa de dois dias 25 técnicos do Ministério da Agricultura e Pescas das províncias do Huambo, Bié e Cuando Cubango.

O objectivo da formação, promovida pela FAO, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pescas, é capacitar técnicos para combater a praga de gafanhotos e proteger os meios de subsistência em zonas afectadas.

Ao falar à imprensa, na abertura do evento, o ponto focal da Direcção Nacional das Áreas Protegidas do Ministério da Agricultura e Pescas, Gonçalves Rodrigues, disse que a busca de informações fiáveis motivou a criação de tecnologias inovadoras de monitorização da praga dos gafanhotos.

De acordo com o responsável, uma das tecnologias inovadoras é o aplicativo “Elocust3”, desenvolvida pela FAO e parceiros para melhorar o sistema de alerta precoce, permitindo a detecção de surtos de gafanhotos e vegetação verde susceptíveis de se tornarem locais de infestação por gafanhotos.

Os formandos estão a receber conhecimento sobre aspectos teóricos de monitorização de gafanhotos, através do "App Elocust3", sendo que a primeira missão será na cidade de Moçâmedes (Namibe), reunindo participantes das províncias de Benguela, Huíla, Cunene, e a segunda no Cuando Cubango.

O director do Gabinete da Agricultura e Pescas do Cunado Cubango, António Pereira Vicente, disse que a praga de gafanhotos destruiu dois mil e 250 hectares de culturas de milho, massango e massambala na província.

Menongue, com 40 hectares, Rivungo (550), Cuangar (600), Mavinga (450), Calai (500) e Dirico (110) foram as localidades mais afectadas.

 


 

Participam na acção formativa de dois dias 25 técnicos do Ministério da Agricultura e Pescas das províncias do Huambo, Bié e Cuando Cubango.

O objectivo da formação, promovida pela FAO, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pescas, é capacitar técnicos para combater a praga de gafanhotos e proteger os meios de subsistência em zonas afectadas.

Ao falar à imprensa, na abertura do evento, o ponto focal da Direcção Nacional das Áreas Protegidas do Ministério da Agricultura e Pescas, Gonçalves Rodrigues, disse que a busca de informações fiáveis motivou a criação de tecnologias inovadoras de monitorização da praga dos gafanhotos.

De acordo com o responsável, uma das tecnologias inovadoras é o aplicativo “Elocust3”, desenvolvida pela FAO e parceiros para melhorar o sistema de alerta precoce, permitindo a detecção de surtos de gafanhotos e vegetação verde susceptíveis de se tornarem locais de infestação por gafanhotos.

Os formandos estão a receber conhecimento sobre aspectos teóricos de monitorização de gafanhotos, através do "App Elocust3", sendo que a primeira missão será na cidade de Moçâmedes (Namibe), reunindo participantes das províncias de Benguela, Huíla, Cunene, e a segunda no Cuando Cubango.

O director do Gabinete da Agricultura e Pescas do Cunado Cubango, António Pereira Vicente, disse que a praga de gafanhotos destruiu dois mil e 250 hectares de culturas de milho, massango e massambala na província.

Menongue, com 40 hectares, Rivungo (550), Cuangar (600), Mavinga (450), Calai (500) e Dirico (110) foram as localidades mais afectadas.