INCA relança cultura do palmar no Cuanza Sul

  • Plantação de palmeira-de-dendé
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Sumbe – O relançamento da cultura do palmar, visando a produção do óleo de dendém, arrancou, este ano, na província do Cuanza Sul, com a plantação de mais de 200 mil sementes híbridas do tipo Tenera, na Fazenda Boa Esperança, situada no município da Conda.

A iniciativa, do Instituto Nacional do Café (INCA), está a ser implementada numa área de mil hectares e enquadra-se no subprograma de relançamento do palmar de dendém.

 De acordo com o responsável do INCA, Magalhães Lourenço, as sementes de dendém, que estão a ser plantadas na fazenda Boa Esperança podem produzir quatro a seis toneladas de óleo de palma, por cada hectare e são originárias do Benin.

 Magalhães Lourenço explicou que a Fazenda Boa Esperança possui um total de 1.500 hectares e prevê, nos próximos três anos, um aumento significativo da produção do óleo de palma na região, tendo em conta que a espécie Tenera tem um alto teor de extracção de óleo

Sem precisar a capacidade, o gestor disse que a fazenda está a instalar uma fábrica de extracção e purificação do óleo de palma (ou óleo de dendém), constituindo assim ”um projecto com sustentabilidade e capaz de fornecer aos mercados grandes quantidades do produto".

Com esta produção comercial, o município da Conda passa a ter a maior cultura do palmar na província do Cuanza Sul e supera a produção de subsistência dos pequenos produtores praticam na circunscrição.

Este projecto emprega 150 trabalhadores.

Projectos em curso

No âmbito do Subprograma de Desenvolvimento do Palmar, gizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Pescas  2018/2022, o INCA distribuiu em 2020, na província do Cuanza Sul, duas mil 625 plantas de palmar das variedades Kingom e Amazon, provenientes da República da Costa Rica, no quadro da modernização dos sistemas de gestão da produção de óleo de palma no país.

O subprograma beneficiou 20 produtores dos municípios da Quilenda, Amboim e Conda que possuem uma área de 15 hectares de terras aráveis.

O INCA considera que, as plantas são adaptáveis à situação climatérica da região e o plantio já efectuado demonstra que o projecto de fomento da produção do óleo de palma vai facilitar a redução das importações.

De acordo com a fonte, este programa visa substituir o palmar “velho” e pouco produtivo, pelas palmeiras de um elevado índice de produção.

Os municípios do Libolo, Quilenda, Amboim, Conda, Seles e Cassongue constituem, igualmente, as circunscrições onde, até 2022, o Ministério da Agricultura vai distribuir 298 mil plantas de palmar bem como recuperar uma área de sete mil 168 hectares.

A produção do óleo de palma no Cuanza Sul é feita por pequenos produtores, sendo os municípios do Amboim, Sumbe, Quilenda e Conda os principais produtores.

Os produtores comercializaram, em 2019/2020, cerca de 50 mil litros de óleo de palma, perfazendo uma redução de mais de cinco mil litros, em relação ao ano anterior, por dificuldades na reabilitação de novos campos de palmar na região.

A iniciativa, do Instituto Nacional do Café (INCA), está a ser implementada numa área de mil hectares e enquadra-se no subprograma de relançamento do palmar de dendém.

 De acordo com o responsável do INCA, Magalhães Lourenço, as sementes de dendém, que estão a ser plantadas na fazenda Boa Esperança podem produzir quatro a seis toneladas de óleo de palma, por cada hectare e são originárias do Benin.

 Magalhães Lourenço explicou que a Fazenda Boa Esperança possui um total de 1.500 hectares e prevê, nos próximos três anos, um aumento significativo da produção do óleo de palma na região, tendo em conta que a espécie Tenera tem um alto teor de extracção de óleo

Sem precisar a capacidade, o gestor disse que a fazenda está a instalar uma fábrica de extracção e purificação do óleo de palma (ou óleo de dendém), constituindo assim ”um projecto com sustentabilidade e capaz de fornecer aos mercados grandes quantidades do produto".

Com esta produção comercial, o município da Conda passa a ter a maior cultura do palmar na província do Cuanza Sul e supera a produção de subsistência dos pequenos produtores praticam na circunscrição.

Este projecto emprega 150 trabalhadores.

Projectos em curso

No âmbito do Subprograma de Desenvolvimento do Palmar, gizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Pescas  2018/2022, o INCA distribuiu em 2020, na província do Cuanza Sul, duas mil 625 plantas de palmar das variedades Kingom e Amazon, provenientes da República da Costa Rica, no quadro da modernização dos sistemas de gestão da produção de óleo de palma no país.

O subprograma beneficiou 20 produtores dos municípios da Quilenda, Amboim e Conda que possuem uma área de 15 hectares de terras aráveis.

O INCA considera que, as plantas são adaptáveis à situação climatérica da região e o plantio já efectuado demonstra que o projecto de fomento da produção do óleo de palma vai facilitar a redução das importações.

De acordo com a fonte, este programa visa substituir o palmar “velho” e pouco produtivo, pelas palmeiras de um elevado índice de produção.

Os municípios do Libolo, Quilenda, Amboim, Conda, Seles e Cassongue constituem, igualmente, as circunscrições onde, até 2022, o Ministério da Agricultura vai distribuir 298 mil plantas de palmar bem como recuperar uma área de sete mil 168 hectares.

A produção do óleo de palma no Cuanza Sul é feita por pequenos produtores, sendo os municípios do Amboim, Sumbe, Quilenda e Conda os principais produtores.

Os produtores comercializaram, em 2019/2020, cerca de 50 mil litros de óleo de palma, perfazendo uma redução de mais de cinco mil litros, em relação ao ano anterior, por dificuldades na reabilitação de novos campos de palmar na região.