Feira agropecuária estimula negócios

Saurimo – A realização de feiras agropecuárias nas sedes municipais estimula os negócios e permitir a troca de experiência entre produtores, revelou, sexta-feira, em Saurimo (Lunda Sul), o vice-governador para área técnica e infra-estrutura, Evanerson Kaputu.

De acordo com o responsável, que falava na sessão de abertura oficial da agropecuária e pesca, que decorre sob lema “Produzir para diversificar”, o evento visa ainda ajudar os camponeses a comercializarem  os produtos e incentivar os cidadãos ao gosto pela agricultura, que contribui para a diversificação da economia nacional e o combate à fome e à pobreza no seio das famílias.

Por seu turno, o director provincial em exercício do gabinete do desenvolvimento económico integrado, Job Camuamba, afirmou que um dos objectivos da feira é promover o produto local  e atrair potenciais investidores para a instalação de pequenas indústrias transformadoras na região.

Sublinhou que visa ainda criar um ambiente de negócio entre produtores dos quatros municípios, aproximar a produção aos consumidores e distribuidorees, para facilitar o escoamento do excedente.

Em relação ao processo de obtenção do crédito bancário, Job Camuamba informou ter  recepcionado 18 processos, que esperam apenas valores.

Cooperativas satisfeitas com feira

O presidente da cooperativa Txite-Sombo, Simão Samacaca, enalteceu a realização da feira agropecuária, por ajudar a comercializar os produtos como a mandioca, ananás, cebola e tomate que se encontravam estagnados na comuna do Sombo, por falta de transporte para escoar.

Lamentou apenas a organização ter decidido a sua realização em dois dias, explicando que a cooperativa controla 34 membros, entre ex-militares e trabalham numa área de 40 hectares manualmente.

O mesmo ponto de vista á defendido pela presidente da cooperativa agrícola Ikuma, Hermelinda da Graça, sublinhando, no entanto, que seriam necessários quatro dias para a venda dos produtos.

Avançou que expõe a mandioca que produz em grande escala, numa área de 8 hectares, a banana, ananás, cebola, animais como galinhas, porcos e cabritos.

Apelou aos gestores da banca a evitarem a burocracia na concessão de crédito, pois sem este apoio não será possível atingir as metas preconizadas.

Com 10 membros, a cooperativa prevê colher na próxima campanha agrícola 2020/2021 cerca de 10 toneladas de mandioca, cinco de ananás e quatro de tomate.

Por seu turno, Maria Madalena afirmou que a feira é uma oportunidade para poder comercializar o que tem, bem como a troca de sementes com outros produtores, para diversificar o campo.

Nesta feira, expõe a mandioca, batata doce e animais como galinhas, patos, cabritos e porcos, lamentando igualmente a fraca presença de clientes.

Na feira participam 70 expositores dos municípios de Saurimo, Dala, Muconda e Cacolo, com diversos produtos, entre ananás, a mandioca, a batata-rena e doce, milho, tomate, cebola, banana pão e mesa, pimento, couve, repolho, quiabo, jindungo, abóbora, cana-de-açúcar, peixe tilápia, entre outros produzidos localmente.

 

 

De acordo com o responsável, que falava na sessão de abertura oficial da agropecuária e pesca, que decorre sob lema “Produzir para diversificar”, o evento visa ainda ajudar os camponeses a comercializarem  os produtos e incentivar os cidadãos ao gosto pela agricultura, que contribui para a diversificação da economia nacional e o combate à fome e à pobreza no seio das famílias.

Por seu turno, o director provincial em exercício do gabinete do desenvolvimento económico integrado, Job Camuamba, afirmou que um dos objectivos da feira é promover o produto local  e atrair potenciais investidores para a instalação de pequenas indústrias transformadoras na região.

Sublinhou que visa ainda criar um ambiente de negócio entre produtores dos quatros municípios, aproximar a produção aos consumidores e distribuidorees, para facilitar o escoamento do excedente.

Em relação ao processo de obtenção do crédito bancário, Job Camuamba informou ter  recepcionado 18 processos, que esperam apenas valores.

Cooperativas satisfeitas com feira

O presidente da cooperativa Txite-Sombo, Simão Samacaca, enalteceu a realização da feira agropecuária, por ajudar a comercializar os produtos como a mandioca, ananás, cebola e tomate que se encontravam estagnados na comuna do Sombo, por falta de transporte para escoar.

Lamentou apenas a organização ter decidido a sua realização em dois dias, explicando que a cooperativa controla 34 membros, entre ex-militares e trabalham numa área de 40 hectares manualmente.

O mesmo ponto de vista á defendido pela presidente da cooperativa agrícola Ikuma, Hermelinda da Graça, sublinhando, no entanto, que seriam necessários quatro dias para a venda dos produtos.

Avançou que expõe a mandioca que produz em grande escala, numa área de 8 hectares, a banana, ananás, cebola, animais como galinhas, porcos e cabritos.

Apelou aos gestores da banca a evitarem a burocracia na concessão de crédito, pois sem este apoio não será possível atingir as metas preconizadas.

Com 10 membros, a cooperativa prevê colher na próxima campanha agrícola 2020/2021 cerca de 10 toneladas de mandioca, cinco de ananás e quatro de tomate.

Por seu turno, Maria Madalena afirmou que a feira é uma oportunidade para poder comercializar o que tem, bem como a troca de sementes com outros produtores, para diversificar o campo.

Nesta feira, expõe a mandioca, batata doce e animais como galinhas, patos, cabritos e porcos, lamentando igualmente a fraca presença de clientes.

Na feira participam 70 expositores dos municípios de Saurimo, Dala, Muconda e Cacolo, com diversos produtos, entre ananás, a mandioca, a batata-rena e doce, milho, tomate, cebola, banana pão e mesa, pimento, couve, repolho, quiabo, jindungo, abóbora, cana-de-açúcar, peixe tilápia, entre outros produzidos localmente.