Governo garante solução sobre praga de gafanhotos

  • Ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis
Menongue - O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, João Cunha, assegurou esta segunda-feira, em Menongue, para breve, uma intervenção com meios aéreos e insecticidas nas regiões afectadas pela praga.

Os municípios do Rivungo, Cuangar, Mavinga, Calai e Dirico há mais de seis meses têm sido assolados com frequência pelas pragas de gafanhotos, numa altura em que são necessários meios aéreos para solução da situação.

As autoridades locais estão de braços atados, porque não conseguem arranjar soluções para combater a praga de gafanhotos, que pode pôr em risco alimentar, mais de 20 mil famílias camponesas das referidas localidades.

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária trabalha desde segunda-feira, na província do Cuando Cubango, a frente de uma equipa técnica, criada de emergência pelo Executivo para enfrentar o fenómeno.

A propósito, o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, anunciou segunda-feira, em Luanda, que o combate à praga de gafanhotos, que assola as províncias do Cunene e do Cuando Cubango, inicia nesta sexta-feira.     

António de Assis, que falava ao Telejornal da Televisão Pública de Angola, explicou que para uma intervenção à praga são necessários estudos locais para preservar os outros seres vivos.

Para se combater os gafanhotos, segundo o ministro, deve-se ter em conta que os insectos estão no chão e no ar e o procedimento a ser usado exige a protecção dos pássaros, gado e de outros seres vivos, como o próprio homem.

Na província do Cunene, a praga já destruiu 209 lavras, desde a sua manifestação na semana passada. O fenómeno atinge cinco países da região Austral de África.

Na óptica do ministro António Assis, o combate deve ser em bloco, daí a criação de equipas de vigilância, uma vez que eles deixam ovos, que, se não forem bem controlados, nos próximos dias o fenómeno pode voltar.

A praga já destruiu cerca de 209 lavras na província do Cunene e, além de Angola, mais  cinco países da região Austral de África.

 Para que a vaga de gafanhotos não volte, disse o ministro, o Executivo angolano criou já uma comissão multissetorial coordenada pelos ministros de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião e para a Área Social, Carolina Cerqueira.

Integram também o grupo, os ministros do Interior, Administração do Território, Agricultura e Pescas, Cultura Turismo e Ambiente e as Forças Armadas Angolanas (FAA).

Os municípios do Rivungo, Cuangar, Mavinga, Calai e Dirico há mais de seis meses têm sido assolados com frequência pelas pragas de gafanhotos, numa altura em que são necessários meios aéreos para solução da situação.

As autoridades locais estão de braços atados, porque não conseguem arranjar soluções para combater a praga de gafanhotos, que pode pôr em risco alimentar, mais de 20 mil famílias camponesas das referidas localidades.

O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária trabalha desde segunda-feira, na província do Cuando Cubango, a frente de uma equipa técnica, criada de emergência pelo Executivo para enfrentar o fenómeno.

A propósito, o ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, anunciou segunda-feira, em Luanda, que o combate à praga de gafanhotos, que assola as províncias do Cunene e do Cuando Cubango, inicia nesta sexta-feira.     

António de Assis, que falava ao Telejornal da Televisão Pública de Angola, explicou que para uma intervenção à praga são necessários estudos locais para preservar os outros seres vivos.

Para se combater os gafanhotos, segundo o ministro, deve-se ter em conta que os insectos estão no chão e no ar e o procedimento a ser usado exige a protecção dos pássaros, gado e de outros seres vivos, como o próprio homem.

Na província do Cunene, a praga já destruiu 209 lavras, desde a sua manifestação na semana passada. O fenómeno atinge cinco países da região Austral de África.

Na óptica do ministro António Assis, o combate deve ser em bloco, daí a criação de equipas de vigilância, uma vez que eles deixam ovos, que, se não forem bem controlados, nos próximos dias o fenómeno pode voltar.

A praga já destruiu cerca de 209 lavras na província do Cunene e, além de Angola, mais  cinco países da região Austral de África.

 Para que a vaga de gafanhotos não volte, disse o ministro, o Executivo angolano criou já uma comissão multissetorial coordenada pelos ministros de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião e para a Área Social, Carolina Cerqueira.

Integram também o grupo, os ministros do Interior, Administração do Território, Agricultura e Pescas, Cultura Turismo e Ambiente e as Forças Armadas Angolanas (FAA).