Huíla prepara 600 mil hectares para campanha agrícola

  • Agricultura
Lubango – Os agricultores da Huíla têm 600 mil hectares de terras preparados para a campanha agrícola 2021/22, a iniciar brevemente, com previsão de colheitas de 505 mil 152 toneladas de produtos diversos.

A campanha vai envolver mais de 800 mil camponeses associados e de agricultura familiar, espalhados pelos 14 municípios da província.

A informação foi hoje, terça-feira, avançada à ANGOP, pelo director do gabinete provincial da Agricultura, José Arão Chissonde, afirmando que a campanha será aberta no semi-desértico município dos Gambos, como forma de alavancar a produção numa zona pouco tradicional à agricultura.

Segundo o responsável, o governo provincial da Huíla está a mobilizar todas as forças produtivas da província, tanto da agricultura familiar, como da empresarial, pois a maior parte da terra foi preparada por brigadas de mecanização agrícola tuteladas pelo Estado.

Destacou que nos 14 municípios existem 15 Estações de Desenvolvimento Agrário (EDA), que prevêem uma campanha agrícola englobando todas as famílias camponesas, pois é um sector que responde por 82% da safra anual na província.

“Tivemos baixas significativas na agricultura familiar nas colheitas da pretérita época, fruto da estiagem que assolou e continua na região, mas vaticinamos que nessa campanha haja chuvas regulares, para poder irrigar as culturas, porque a maior parte da nossa agricultura é de sequeiro”, disse.

Segundo José Arão, o lançamento da actividade nos Gambos, terra de pastores afectada por estiagens cíclicas e pouco tradicional na produção agrícola, tem como objectivo ajudar a criar alternativas para suprir a escassez de produtos alimentares.

Para tal, explicou, o governo, junto dos parceiros sociais, vai apostar na formação da população residente, em matérias da agricultura, para começarem a  praticá-la ao longo dos vales e rios, como é o caso do rio Caculuvare, que atravessa o município.

A campanha  agrícola 2020/2021 observou uma queda de  61% da produção, traduzidas em uma colheita de 190 mil toneladas de produtos diversos, quando a expectativa estava acima das 400 mil toneladas.

Devido a falta de chuvas, houve colheita apenas na produção feita nas zonas ribeirinhas e nos vales. Os municípios mais afectados foram Quilengues, Gambos, Cacula e Quipungo.

A campanha vai envolver mais de 800 mil camponeses associados e de agricultura familiar, espalhados pelos 14 municípios da província.

A informação foi hoje, terça-feira, avançada à ANGOP, pelo director do gabinete provincial da Agricultura, José Arão Chissonde, afirmando que a campanha será aberta no semi-desértico município dos Gambos, como forma de alavancar a produção numa zona pouco tradicional à agricultura.

Segundo o responsável, o governo provincial da Huíla está a mobilizar todas as forças produtivas da província, tanto da agricultura familiar, como da empresarial, pois a maior parte da terra foi preparada por brigadas de mecanização agrícola tuteladas pelo Estado.

Destacou que nos 14 municípios existem 15 Estações de Desenvolvimento Agrário (EDA), que prevêem uma campanha agrícola englobando todas as famílias camponesas, pois é um sector que responde por 82% da safra anual na província.

“Tivemos baixas significativas na agricultura familiar nas colheitas da pretérita época, fruto da estiagem que assolou e continua na região, mas vaticinamos que nessa campanha haja chuvas regulares, para poder irrigar as culturas, porque a maior parte da nossa agricultura é de sequeiro”, disse.

Segundo José Arão, o lançamento da actividade nos Gambos, terra de pastores afectada por estiagens cíclicas e pouco tradicional na produção agrícola, tem como objectivo ajudar a criar alternativas para suprir a escassez de produtos alimentares.

Para tal, explicou, o governo, junto dos parceiros sociais, vai apostar na formação da população residente, em matérias da agricultura, para começarem a  praticá-la ao longo dos vales e rios, como é o caso do rio Caculuvare, que atravessa o município.

A campanha  agrícola 2020/2021 observou uma queda de  61% da produção, traduzidas em uma colheita de 190 mil toneladas de produtos diversos, quando a expectativa estava acima das 400 mil toneladas.

Devido a falta de chuvas, houve colheita apenas na produção feita nas zonas ribeirinhas e nos vales. Os municípios mais afectados foram Quilengues, Gambos, Cacula e Quipungo.