Luanda terá escolas de formação agrícola

Luanda – O Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA) vai abrir, em Janeiro de 2021, escolas de formação agrícola nos municípios de Icolo e Bengo, Viana, Cacuaco e Quiçama, na província de Luanda, anunciou o director da instituição, David Tunga.

O responsável, que falava, quarta-feira, em Icolo e Bengo, afirmou que o IDA inicia, dentro de 15 dias, a preparação das condições para abertura das escolas de campo nos quatro municípios.

As escolas visam a instrução e o ensino de novas técnicas de produção agrícola aos camponeses dessas localidades, para um melhor aproveitamento das sementes, segundo David Tunga.

“As escolas de campo já funcionam em algumas províncias de Angola, como Huambo, Cabinda, Huíla, Cuanza Sul, Benguela e Uíge, com um efeito positivo na produção agrícola”, disse.

O director deslocou-se ao Icolo e Bengo para entregar  motobombas, enxadas, pás, semente de milho e fertilizantes às cooperativas de Cambebeia, comuna de Cassoneca, e Casseculo, Kiminha, compostas por 520 membros.

A capacidade de produção das duas cooperativas é de cerca de  200 toneladas de produtos diversos por ano.

Os camponeses da área pediram às autoridades a construção de bacias de retenção para guardar água da chuva para a irrigação, sustentando que as motobombas são insuficientes e têm gastos com a aquisição de combustíveis.

Disseram também que o mau estado das vias de acesso que ligam as comunas a Catete, sede do município de Icolo e Bengo, tem sido um dos maiores  constrangimentos no escoamento dos produtos para os mercados de Luanda.

O presidente da cooperativa de Casseculo, Martinho Chissanga, disse que 25 dos 42 quilómetros de estrada entre Kiminha e Catete encontram-se totalmente inacessíveis, com a situação a agravar-se nas épocas chuvosas.

De acordo com a fonte, para aproveitar alguma produção, os camponeses recorrem as canoas para poder sair das áreas agrícolas.

Angola possui duas mil 983 cooperativas e oito mil 300 associações agrícolas em pleno funcionamento em todo o território nacional.

 

O responsável, que falava, quarta-feira, em Icolo e Bengo, afirmou que o IDA inicia, dentro de 15 dias, a preparação das condições para abertura das escolas de campo nos quatro municípios.

As escolas visam a instrução e o ensino de novas técnicas de produção agrícola aos camponeses dessas localidades, para um melhor aproveitamento das sementes, segundo David Tunga.

“As escolas de campo já funcionam em algumas províncias de Angola, como Huambo, Cabinda, Huíla, Cuanza Sul, Benguela e Uíge, com um efeito positivo na produção agrícola”, disse.

O director deslocou-se ao Icolo e Bengo para entregar  motobombas, enxadas, pás, semente de milho e fertilizantes às cooperativas de Cambebeia, comuna de Cassoneca, e Casseculo, Kiminha, compostas por 520 membros.

A capacidade de produção das duas cooperativas é de cerca de  200 toneladas de produtos diversos por ano.

Os camponeses da área pediram às autoridades a construção de bacias de retenção para guardar água da chuva para a irrigação, sustentando que as motobombas são insuficientes e têm gastos com a aquisição de combustíveis.

Disseram também que o mau estado das vias de acesso que ligam as comunas a Catete, sede do município de Icolo e Bengo, tem sido um dos maiores  constrangimentos no escoamento dos produtos para os mercados de Luanda.

O presidente da cooperativa de Casseculo, Martinho Chissanga, disse que 25 dos 42 quilómetros de estrada entre Kiminha e Catete encontram-se totalmente inacessíveis, com a situação a agravar-se nas épocas chuvosas.

De acordo com a fonte, para aproveitar alguma produção, os camponeses recorrem as canoas para poder sair das áreas agrícolas.

Angola possui duas mil 983 cooperativas e oito mil 300 associações agrícolas em pleno funcionamento em todo o território nacional.