Massango e massambala nas prioridades do agro-negócio no Cunene

  • Cunene: Panorama da cidade de Ondjiva
Ondjiva - As culturas de massango e massambala devem ser prioridade nas cadeias de valor do agro-negócio, na província do Cunene, defendeu hoje, o engenheiro agrónomo, Madureira Chivangulula.

O especialista, ao dissertar sobre o tema "Cadeia de valores", no Workshop formativo sobre Desenvolvimento de Cadeias de Valores, disse que essas culturas são características da província do Cunene e de maior conhecimento dos produtores locais.

Referiu que pretende-se com o Workshop uma atribuição de valências teóricas e práticas, aos vários agentes que actuam na cadeia do agro-negócio no Cunene e despertá-los sobre a visão do mercado e suas especificidades.

Madureira Chivangulula sublinhou que a produção do agricultor deve ser sustentável e lucrativa, sendo que actualmente já exige conhecimento técnico, daí a promoção de formação do género.

O Workshop, com duração de três dias, está a ser promovido pelo Ministério da Economia e Planeamento, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no âmbito do Agro-Prodesi.

Ao discursar na abertura, o director do gabinete para Desenvolvimento Económico Integrado no Cunene, Orlando Kamaty,  disse que as melhores práticas de gestão do agro-negócio, devem ser inovadoras, inclusivas e sustentáveis, para aumentar e diversificar a produção.

O responsável sublinhou que o evento representa uma oportunidade para os agentes do agro-negócio no Cunene partilharem experiências, ideias e soluções de negócio.

Por seu turno, a representante da FAO no Cunene, Maria do Nascimento, disse que, durante a formação, serão realizados diagnósticos dos mercados, tal como a criação e experimentação de diversos modelos de negócios, reforço dos actores e facilitar a ligação entre as empresas e o sector informal.

Na formação os participantes debatem os desafios enfrentados por vários actores para o desenvolvimento sustentável e inclusivo das cadeias de valor agro-alimentares e apresentar propostas concretas e inovadoras, adaptadas ao contexto e com grande impacto sobre a economia angolana e na segurança alimentar das famílias.

A agenda integra também estudos de caso e visitas de campo para a troca de experiências.

O programa de capacitação deverá beneficiar cerca de 600 actores a nível nacional, sendo 30 por província, dos sectores agro-industrial e alimentar, com o objectivo de melhorar o conhecimento e as estruturas organizacionais associadas as cadeias agro-alimentares priorizadas no PRODESI, um dos principais compromissos do governo para a diversificação da economia nacional.

O especialista, ao dissertar sobre o tema "Cadeia de valores", no Workshop formativo sobre Desenvolvimento de Cadeias de Valores, disse que essas culturas são características da província do Cunene e de maior conhecimento dos produtores locais.

Referiu que pretende-se com o Workshop uma atribuição de valências teóricas e práticas, aos vários agentes que actuam na cadeia do agro-negócio no Cunene e despertá-los sobre a visão do mercado e suas especificidades.

Madureira Chivangulula sublinhou que a produção do agricultor deve ser sustentável e lucrativa, sendo que actualmente já exige conhecimento técnico, daí a promoção de formação do género.

O Workshop, com duração de três dias, está a ser promovido pelo Ministério da Economia e Planeamento, em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no âmbito do Agro-Prodesi.

Ao discursar na abertura, o director do gabinete para Desenvolvimento Económico Integrado no Cunene, Orlando Kamaty,  disse que as melhores práticas de gestão do agro-negócio, devem ser inovadoras, inclusivas e sustentáveis, para aumentar e diversificar a produção.

O responsável sublinhou que o evento representa uma oportunidade para os agentes do agro-negócio no Cunene partilharem experiências, ideias e soluções de negócio.

Por seu turno, a representante da FAO no Cunene, Maria do Nascimento, disse que, durante a formação, serão realizados diagnósticos dos mercados, tal como a criação e experimentação de diversos modelos de negócios, reforço dos actores e facilitar a ligação entre as empresas e o sector informal.

Na formação os participantes debatem os desafios enfrentados por vários actores para o desenvolvimento sustentável e inclusivo das cadeias de valor agro-alimentares e apresentar propostas concretas e inovadoras, adaptadas ao contexto e com grande impacto sobre a economia angolana e na segurança alimentar das famílias.

A agenda integra também estudos de caso e visitas de campo para a troca de experiências.

O programa de capacitação deverá beneficiar cerca de 600 actores a nível nacional, sendo 30 por província, dos sectores agro-industrial e alimentar, com o objectivo de melhorar o conhecimento e as estruturas organizacionais associadas as cadeias agro-alimentares priorizadas no PRODESI, um dos principais compromissos do governo para a diversificação da economia nacional.