Meios de combate à Praga de gafanhotos chegam ao Cunene

  • Cunene: Insecticida para combater a praga dos gafanhotos
Ondjiva - Nove mil 378 unidades de insecticidas, pulverizadores e equipamentos de protecção chegaram a cidade de Ondjiva, para o controlo e combate a praga de gafanhotos que assola a província do Cunene.

Trata-se de três mil e 860 caixas de insecticida do tipo adressway, duas mil e 200 delolotrina, mil e 54 do tipo primavera, 786 pirifway, 700 caixas de ciperway, 500 de delta, 100 pulverizadores, 92 uniformes de protecção individual e 86 botas, enviados pelo Ministério da Agricultura e Pescas.

Os gafanhotos, que assolam desde sexta-feira última a  província do Cunene, já destruiram mil 221 hectares de campos cultivados, correspondendo a 407 lavras nos municípios de Namacunde, Cuanhama e Ombadja.

Em declarações à ANGOP, o director do gabinete da Agricultura e Pesca no Cunene, Pedro Tibério, disse que por se tratar de um processo emergente, com a disponibilidade dos meios segue-se a formação e treinamento das equipas.

Segundo o responsável, é necessário trabalhar na capacitação dos agentes que irão actuar nos municípios e comunas, a fim de garantir o manejo seguro dos insecticidas e dos equipamentos.

Com isso, disse que o processo de pulverização arranca no princípio da próxima semana, uma vez que a praga está a comprometer a colheita de massango, massambala e milho.

Pedro Tibério enfatizou que  actualmente a vaga de gafanhotos, que faz o percurso de dois a três quilómetros da fronteira com a Namíbia, encontra-se localizado na área de Epalela (Angola) e poderá atingir a cintura verde de Calueque. 

O fenómeno, que atinge cinco países da região Austral de África, surge devido às alterações climáticas, que estão a influenciar a reprodução dos gafanhotos de forma massiva, afectando, desta feita, os campos agrícolas e pastos.

Em Angola, no princípio, estava restringida apenas à província do Cuando Cubango, concretamente, nos municípios do Dirico, Rivungo, Calai, Cuangar e Mavinga, tendo expandido a província do Cunene.

Para conter a vaga de gafanhotos, o Executivo angolano criou uma comissão multissectorial coordenada pelos ministros de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião e para a Área Social, Carolina Cerqueira.

Integram também o grupo, os ministros do Interior, Administração do Território, Agricultura e Pescas, Cultura, Turismo e Ambiente e as Forças Armadas Angolanas (FAA).

Trata-se de três mil e 860 caixas de insecticida do tipo adressway, duas mil e 200 delolotrina, mil e 54 do tipo primavera, 786 pirifway, 700 caixas de ciperway, 500 de delta, 100 pulverizadores, 92 uniformes de protecção individual e 86 botas, enviados pelo Ministério da Agricultura e Pescas.

Os gafanhotos, que assolam desde sexta-feira última a  província do Cunene, já destruiram mil 221 hectares de campos cultivados, correspondendo a 407 lavras nos municípios de Namacunde, Cuanhama e Ombadja.

Em declarações à ANGOP, o director do gabinete da Agricultura e Pesca no Cunene, Pedro Tibério, disse que por se tratar de um processo emergente, com a disponibilidade dos meios segue-se a formação e treinamento das equipas.

Segundo o responsável, é necessário trabalhar na capacitação dos agentes que irão actuar nos municípios e comunas, a fim de garantir o manejo seguro dos insecticidas e dos equipamentos.

Com isso, disse que o processo de pulverização arranca no princípio da próxima semana, uma vez que a praga está a comprometer a colheita de massango, massambala e milho.

Pedro Tibério enfatizou que  actualmente a vaga de gafanhotos, que faz o percurso de dois a três quilómetros da fronteira com a Namíbia, encontra-se localizado na área de Epalela (Angola) e poderá atingir a cintura verde de Calueque. 

O fenómeno, que atinge cinco países da região Austral de África, surge devido às alterações climáticas, que estão a influenciar a reprodução dos gafanhotos de forma massiva, afectando, desta feita, os campos agrícolas e pastos.

Em Angola, no princípio, estava restringida apenas à província do Cuando Cubango, concretamente, nos municípios do Dirico, Rivungo, Calai, Cuangar e Mavinga, tendo expandido a província do Cunene.

Para conter a vaga de gafanhotos, o Executivo angolano criou uma comissão multissectorial coordenada pelos ministros de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião e para a Área Social, Carolina Cerqueira.

Integram também o grupo, os ministros do Interior, Administração do Território, Agricultura e Pescas, Cultura, Turismo e Ambiente e as Forças Armadas Angolanas (FAA).