Ministério da Agricultura aconselha produção em zonas ribeirinhas

  • Secretário de Estado para Agricultura e Pecuária, João Manuel Cunha trabalha no Huambo
Huambo -  O Ministério da Agricultura e Pescas está a aconselhar os camponeses a produzirem em zonas ribeirinhas, para minimizar os efeitos negativos da seca.

O facto foi tornado público, esta terça-feira, à imprensa, pelo secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, João Manuel Bartolomeu da Cunha, que cumpre uma jornada de trabalho na província do Huambo.

Segundo disse, os indicadores em termos de produção e de colheitas na presente campanha agrícola, estão muito aquém do desejado, tendo em conta a ausência prolongada de chuva em quase todo o país, o que poderá agravar os índices de pobreza.

Face a situação, apontou que a estratégia tem passado pela sensibilização dos agricultores para a produção em zonas ribeirinhas, no sentido de se encontrar algumas alternativas para contornar os prejuízos registados.

João Manuel Bartolomeu da Cunha referiu que o país tem bastante potencial em termos de zonas ribeirinhas, daí a importância da valorização das potencialidades, para relançar as culturas em épocas de seca.

Nesta conformidade, o secretário de Estado disse que o ministério vai apoiar estas medidas, com a distribuição de moto-bombas, para os sistemas de irrigação, além de incentivar os camponeses a apostarem em culturas de ciclo curto e de maior resistência à seca.

De igual modo, assegurou o contínuo apoio na melhoria das práticas culturais e a correcção dos solos, para que os camponeses possam garantir melhores rendimentos em termos de produção.

Sobre a realidade da província do Huambo, o chefe do departamento local do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), Victórino Chonguele, fez saber que os resultados da primeira época agrícola são bastantes negativos, sobretudo, em termos de produção e colheita de milho.

A título de exemplo, o responsável disse que no campo modelo do município do Longonjo, com 30 hectares, cujas projecções de colheitas eram de dois mil quilogramas por hectar, baixaram para 700, devido à seca.

Nesta província, onde se encontra desde segunda-feira, o secretário Estado da Agricultura e Pecuária visitou duas cooperativas na comuna da Calima, no município do Huambo.

O programa inscreve ainda visitas de constatação do grau de funcionamento da Estação Zootécnica e do Laboratório do Instituto de Investigação Veterinária, no bairro de Santo António, arredores desta cidade.

O facto foi tornado público, esta terça-feira, à imprensa, pelo secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, João Manuel Bartolomeu da Cunha, que cumpre uma jornada de trabalho na província do Huambo.

Segundo disse, os indicadores em termos de produção e de colheitas na presente campanha agrícola, estão muito aquém do desejado, tendo em conta a ausência prolongada de chuva em quase todo o país, o que poderá agravar os índices de pobreza.

Face a situação, apontou que a estratégia tem passado pela sensibilização dos agricultores para a produção em zonas ribeirinhas, no sentido de se encontrar algumas alternativas para contornar os prejuízos registados.

João Manuel Bartolomeu da Cunha referiu que o país tem bastante potencial em termos de zonas ribeirinhas, daí a importância da valorização das potencialidades, para relançar as culturas em épocas de seca.

Nesta conformidade, o secretário de Estado disse que o ministério vai apoiar estas medidas, com a distribuição de moto-bombas, para os sistemas de irrigação, além de incentivar os camponeses a apostarem em culturas de ciclo curto e de maior resistência à seca.

De igual modo, assegurou o contínuo apoio na melhoria das práticas culturais e a correcção dos solos, para que os camponeses possam garantir melhores rendimentos em termos de produção.

Sobre a realidade da província do Huambo, o chefe do departamento local do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), Victórino Chonguele, fez saber que os resultados da primeira época agrícola são bastantes negativos, sobretudo, em termos de produção e colheita de milho.

A título de exemplo, o responsável disse que no campo modelo do município do Longonjo, com 30 hectares, cujas projecções de colheitas eram de dois mil quilogramas por hectar, baixaram para 700, devido à seca.

Nesta província, onde se encontra desde segunda-feira, o secretário Estado da Agricultura e Pecuária visitou duas cooperativas na comuna da Calima, no município do Huambo.

O programa inscreve ainda visitas de constatação do grau de funcionamento da Estação Zootécnica e do Laboratório do Instituto de Investigação Veterinária, no bairro de Santo António, arredores desta cidade.