MOSAP II certifica primeiras escolas de Campo

  • Campo agrícola
Malanje - As 22 primeiras escolas de campo para agricultores do III ciclo da província de Malanje foram certificadas, pelo Projecto de Agricultura Familiar e Comercialização (MOSAP II), por estarem aptas a maximizar a produção, viabilizar as vendas e garantir a sua sustentabilidade,

Tratam-se de escolas de campo dos municípios de Mucari, Kiwaba Nzoji e Malanje, que concluíram com êxito, na terça-feira, as três etapas do ciclo formativo, com duração de dois anos e seis meses.

Essas escolas agregam valores e capacidade técnica de gestão das rendas e actividade agrícola em aspectos como identificação do solo, clima e novas metodologias de cultivo da mandioca, como cultura de base.

A diversificação da produção, com a introdução de culturas de ciclo curto, o caso da batata rena, milho, feijão e hortícolas, assim como a colheita e comercialização dos produtos foram aspectos tidos em conta na avaliação do MOSAP II.

O coordenador da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para o MOSAP II, José Catito, disse que as escolas de campo aumentam a capacidade de produção dos pequenos produtores, pelo que as práticas agrícolas e de gestão financeira aprendidas são decisivas para gerar renda e reduzir a fome e a pobreza no meio rural.

Anunciou a certificação, nos próximos dias, de 21 outras escolas de campo do 3º ciclo, dos municípios de Cacuso e Calandula.

Por sua vez, o chefe de departamento do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), Alcino Tito, pediu a dinamização das caixas comunitárias, mediante a quotização dos membros das escolas de campo, de modo a permitir investir no alargamento das áreas de produção.

O MOSAP II intervém em 25 comunas da província de Malanje, onde estão controladas, actualmente, mil 109 escolas de campo, dos níveis I, II e III.

Implementado desde 2016, o MOSAP II substitui o MOSAP I, criado na perspectiva de melhorar a segurança alimentar e reduzir a pobreza no meio rural.

Além de Malanje, o MOSAP II está em implementação nas províncias do Huambo e Bié, com o concurso da FAO.

Tratam-se de escolas de campo dos municípios de Mucari, Kiwaba Nzoji e Malanje, que concluíram com êxito, na terça-feira, as três etapas do ciclo formativo, com duração de dois anos e seis meses.

Essas escolas agregam valores e capacidade técnica de gestão das rendas e actividade agrícola em aspectos como identificação do solo, clima e novas metodologias de cultivo da mandioca, como cultura de base.

A diversificação da produção, com a introdução de culturas de ciclo curto, o caso da batata rena, milho, feijão e hortícolas, assim como a colheita e comercialização dos produtos foram aspectos tidos em conta na avaliação do MOSAP II.

O coordenador da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) para o MOSAP II, José Catito, disse que as escolas de campo aumentam a capacidade de produção dos pequenos produtores, pelo que as práticas agrícolas e de gestão financeira aprendidas são decisivas para gerar renda e reduzir a fome e a pobreza no meio rural.

Anunciou a certificação, nos próximos dias, de 21 outras escolas de campo do 3º ciclo, dos municípios de Cacuso e Calandula.

Por sua vez, o chefe de departamento do Instituto de Desenvolvimento Agrário (IDA), Alcino Tito, pediu a dinamização das caixas comunitárias, mediante a quotização dos membros das escolas de campo, de modo a permitir investir no alargamento das áreas de produção.

O MOSAP II intervém em 25 comunas da província de Malanje, onde estão controladas, actualmente, mil 109 escolas de campo, dos níveis I, II e III.

Implementado desde 2016, o MOSAP II substitui o MOSAP I, criado na perspectiva de melhorar a segurança alimentar e reduzir a pobreza no meio rural.

Além de Malanje, o MOSAP II está em implementação nas províncias do Huambo e Bié, com o concurso da FAO.