Mulheres em Benguela pedem mais atenção ao campo

  • Primeiro secretário do MPLA em Benguela, Luís Nunes.
Benguela – Mulheres camponesas da província de Benguela pediram, esta terça-feira, a sua inclusão nos programas do Governo local, no sector da agricultura, para melhoria da situação social das famílias vulneráveis.

Essa posição foi manifestada na cidade de Benguela, durante um encontro de auscultação do primeiro secretário provincial do MPLA, Luís Nunes, com mulheres de vários estratos sociais filiadas à OMA, nos dez municípios da província.

Unânimes de que a situação social das famílias agrava-se, a cada dia, militantes da OMA apelaram ao governo de Benguela que facilite o acesso das mulheres rurais a terras, insumos agrícolas e ao crédito bancário, para o aumento da produção de alimentos.

Entre as sugestões das mulheres estão o combate à fome e à pobreza, a reabilitação das vias de acesso ao campo, a revisão do preço da cesta básica, meios de trabalho para as parteiras tradicionais e também o pagamento dos subsídios em atraso aos alfabetizadores.

Caracterizando como difícil a realidade das mulheres rurais, as participantes reconheceram, entretanto, o árduo trabalho das mulheres camponesas na luta contra a fome, daí solicitarem apoios do Governo com mais meios de produção.

A falta de “inputs” agrícolas também preocupa quem vive no Cubal. Quem o diz é a agricultora Florinda Vita, que solicita moto-bombas, mangueiras de irrigação, tractor, fertilizantes e sementes, para reactivar os campos agrícolas.

Opinião semelhante tem Victória Kachivanguissa, que considera as mulheres do meio rural pilar da segurança alimentar das famílias e que, se forem apoiadas, com “inputs” agrícolas, terão mais ânimo para produzir mais e melhor. 

Adália Poças queixa-se da falta de energia como principal constrangimento ante várias iniciativas do empresariado no sector da produção de sal, tal como o crédito bancário para as associações de mulheres vendedeiras de sal, peixe e camponesas, na Baía Farta.

Juliana de Almeida diz que a agricultura no município de Benguela anda de mal a pior, dadas as dificuldades na aquisição de sementes e a "onda" de assaltos aos campos de cultivo por meliantes.

A jovem Manuela Kamolakamwe defende cursos de empreendedorismo, entre os quais o de corte-costura e equipamentos, para que as mulheres possam criar postos de trabalho para outras cidadãs que ainda engrossam as estatísticas do desemprego.

Urânia Neves, do secretariado municipal da OMA em Benguela, defende a adesão das mulheres à formação sobre o agronegócio, para que comecem a transformar os produtos do campo, visando aumentar a renda familiar para fazer face aos actuais desafios.

No entanto, a secretária provincial da OMA em Benguela, Maria da Graça António, acredita que a abertura do primeiro secretário do MPLA é um sinal bastante positivo, na busca de soluções para as dificuldades de vária ordem que ainda afligem as mulheres.

Já o primeiro secretário provincial, Luís Nunes, salientou que os encontros com as organizações sociais visam dialogar e ouvir as mulheres, e, juntos, tentar resolver os seus problemas e os da estrutura feminina do partido.

Essa posição foi manifestada na cidade de Benguela, durante um encontro de auscultação do primeiro secretário provincial do MPLA, Luís Nunes, com mulheres de vários estratos sociais filiadas à OMA, nos dez municípios da província.

Unânimes de que a situação social das famílias agrava-se, a cada dia, militantes da OMA apelaram ao governo de Benguela que facilite o acesso das mulheres rurais a terras, insumos agrícolas e ao crédito bancário, para o aumento da produção de alimentos.

Entre as sugestões das mulheres estão o combate à fome e à pobreza, a reabilitação das vias de acesso ao campo, a revisão do preço da cesta básica, meios de trabalho para as parteiras tradicionais e também o pagamento dos subsídios em atraso aos alfabetizadores.

Caracterizando como difícil a realidade das mulheres rurais, as participantes reconheceram, entretanto, o árduo trabalho das mulheres camponesas na luta contra a fome, daí solicitarem apoios do Governo com mais meios de produção.

A falta de “inputs” agrícolas também preocupa quem vive no Cubal. Quem o diz é a agricultora Florinda Vita, que solicita moto-bombas, mangueiras de irrigação, tractor, fertilizantes e sementes, para reactivar os campos agrícolas.

Opinião semelhante tem Victória Kachivanguissa, que considera as mulheres do meio rural pilar da segurança alimentar das famílias e que, se forem apoiadas, com “inputs” agrícolas, terão mais ânimo para produzir mais e melhor. 

Adália Poças queixa-se da falta de energia como principal constrangimento ante várias iniciativas do empresariado no sector da produção de sal, tal como o crédito bancário para as associações de mulheres vendedeiras de sal, peixe e camponesas, na Baía Farta.

Juliana de Almeida diz que a agricultura no município de Benguela anda de mal a pior, dadas as dificuldades na aquisição de sementes e a "onda" de assaltos aos campos de cultivo por meliantes.

A jovem Manuela Kamolakamwe defende cursos de empreendedorismo, entre os quais o de corte-costura e equipamentos, para que as mulheres possam criar postos de trabalho para outras cidadãs que ainda engrossam as estatísticas do desemprego.

Urânia Neves, do secretariado municipal da OMA em Benguela, defende a adesão das mulheres à formação sobre o agronegócio, para que comecem a transformar os produtos do campo, visando aumentar a renda familiar para fazer face aos actuais desafios.

No entanto, a secretária provincial da OMA em Benguela, Maria da Graça António, acredita que a abertura do primeiro secretário do MPLA é um sinal bastante positivo, na busca de soluções para as dificuldades de vária ordem que ainda afligem as mulheres.

Já o primeiro secretário provincial, Luís Nunes, salientou que os encontros com as organizações sociais visam dialogar e ouvir as mulheres, e, juntos, tentar resolver os seus problemas e os da estrutura feminina do partido.