Agricultores devem definir prioridades na produção agrícola

Moçâmedes - A vice-governadora para área Política, Económica e Social no Namibe, Carla Maisa Tavares, apelou hoje, os agricultores, a definirem prioridades na produção agrícola, para que possam ser transformados, escoados e comercializados.

Esta opção, segundo a governante, passa pela aposta no cultivo de produtos que são mais consumidos a nível local, como por exemplo a banana, tomate e a batata-doce.

A responsável teceu estas considerações no workshop sobre o Desenvolvimento de Cadeias de Valor Sustentáveis e Inclusiva, enquadrado no Programa AGRO-PRODESI, uma promoção do Ministério da Economia e Planeamento, em colaboração com o Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Maísa Tavares disse que o evento, que decorre em dois dias, abre caminho para impulsionar a produção agropecuária na província, definindo prioridades de cultivo,  transformação e escoamento de produtos.

Por outro lado, apelou os membros das cooperativas a colaborarem mais, ao invés de concorrerem entre si, para promover a complementaridade da sua produção.

O certame faz parte de um ciclo de formação que vai decorrer em todo o país, num período de seis meses, onde participam cooperativas agrícolas, pescas, indústrias, prestadores de serviços ligados ao agronegócio, entre outros.

O objectivo é formar, em todo o país, 600 produtores que intervêm na cadeia de valores, na razão de 33 pessoas por cada província, com objectivo de construir as cadeias de valor das respectivas províncias.

Temas sobre o desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis e inclusivas,  definição  dos produtos prioritários, entre outros, são aflorados durante a formação.

A cadeia de valor é um conjunto de todos aqueles produtores que estão envolvidos em todas as sua etapas a partir de produção , transformação , comercialização até ao consumidor final.

 

Esta opção, segundo a governante, passa pela aposta no cultivo de produtos que são mais consumidos a nível local, como por exemplo a banana, tomate e a batata-doce.

A responsável teceu estas considerações no workshop sobre o Desenvolvimento de Cadeias de Valor Sustentáveis e Inclusiva, enquadrado no Programa AGRO-PRODESI, uma promoção do Ministério da Economia e Planeamento, em colaboração com o Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Maísa Tavares disse que o evento, que decorre em dois dias, abre caminho para impulsionar a produção agropecuária na província, definindo prioridades de cultivo,  transformação e escoamento de produtos.

Por outro lado, apelou os membros das cooperativas a colaborarem mais, ao invés de concorrerem entre si, para promover a complementaridade da sua produção.

O certame faz parte de um ciclo de formação que vai decorrer em todo o país, num período de seis meses, onde participam cooperativas agrícolas, pescas, indústrias, prestadores de serviços ligados ao agronegócio, entre outros.

O objectivo é formar, em todo o país, 600 produtores que intervêm na cadeia de valores, na razão de 33 pessoas por cada província, com objectivo de construir as cadeias de valor das respectivas províncias.

Temas sobre o desenvolvimento de cadeias de valor sustentáveis e inclusivas,  definição  dos produtos prioritários, entre outros, são aflorados durante a formação.

A cadeia de valor é um conjunto de todos aqueles produtores que estão envolvidos em todas as sua etapas a partir de produção , transformação , comercialização até ao consumidor final.