Responsável aconselha agricultura em troca da produção de carvão

  • Secretário de Estado para as Florestas, André Moda
Moçâmedes - O Secretário de Estado para Florestas, André Moda, aconselhou hoje, quinta-feira, os habitantes dos municípios da Bibala e Moçâmedes, a apostarem na agricultura em troca do corte de árvores para o fabrico de carvão, em defesa do meio ambiente.

Em declarações à imprensa, no quadro da sua visita ao Namibe, para constatação da problemática do abate indiscriminado de árvores nas localidades das Mangueiras, Serra da Leba, da Humbia e no Munhino, apelou a população a abandonar tal prática, devendo organizar-se em cooperativas para beneficiar de apoios visando à prática da  agricultura.

Afirmou que, da constatação feita, a população local é aliciada por indivíduos vindos de outras regiões com dinheiro, comida, bebida e outros bens em troca de carvão.

“Identificamos o problema e agora vamos partir para a sensibilização e organização das comunidades, para que não haja desvio de comportamento”, frisou.

Para ajudar as famílias, o secretário de Estado afirmou que o seu sector trabalha no processo de organização das comunidades que estão dispersas, para que possam receber algum conhecimento sobre a prática da agricultura, um trabalho feito em conjunto com as administrações municipais e comunais.

“O Ministério da Agricultura vai dar enxadas, catanas, charruas e sementes, cabendo às administrações municipais a sua monitorização para que estes deixem de praticar esta acção negativa contra o meio ambiente”, informou.

Alertou que, desde  2019, o Ministério da Agricultura  não emite licenças de exploração de carvão, por isso, todo indivíduo que for apanhado a praticar tal crime será punido de acordo com a lei ambiental.

Por seu turno, o director provincial da Agricultura, Zonza Puissa, apontou a falta de água como sendo um dos grandes problemas para a prática da agricultura, factor que tem obrigado centenas de pessoas a enveredar pelo fabrico do carvão.

Por seu turno, o soba grande da localidade das Mangueiras, João Domingos  Manuel  Donguessa, disse que as populações estão a efectuar o corte de árvores devido a fome que se vive na região sul do país.

No seu entender, a solução passa pela construção de uma barragem de retenção de água, para irrigação das lavras e a distribuição de imputs agrícolas.

Em declarações à imprensa, no quadro da sua visita ao Namibe, para constatação da problemática do abate indiscriminado de árvores nas localidades das Mangueiras, Serra da Leba, da Humbia e no Munhino, apelou a população a abandonar tal prática, devendo organizar-se em cooperativas para beneficiar de apoios visando à prática da  agricultura.

Afirmou que, da constatação feita, a população local é aliciada por indivíduos vindos de outras regiões com dinheiro, comida, bebida e outros bens em troca de carvão.

“Identificamos o problema e agora vamos partir para a sensibilização e organização das comunidades, para que não haja desvio de comportamento”, frisou.

Para ajudar as famílias, o secretário de Estado afirmou que o seu sector trabalha no processo de organização das comunidades que estão dispersas, para que possam receber algum conhecimento sobre a prática da agricultura, um trabalho feito em conjunto com as administrações municipais e comunais.

“O Ministério da Agricultura vai dar enxadas, catanas, charruas e sementes, cabendo às administrações municipais a sua monitorização para que estes deixem de praticar esta acção negativa contra o meio ambiente”, informou.

Alertou que, desde  2019, o Ministério da Agricultura  não emite licenças de exploração de carvão, por isso, todo indivíduo que for apanhado a praticar tal crime será punido de acordo com a lei ambiental.

Por seu turno, o director provincial da Agricultura, Zonza Puissa, apontou a falta de água como sendo um dos grandes problemas para a prática da agricultura, factor que tem obrigado centenas de pessoas a enveredar pelo fabrico do carvão.

Por seu turno, o soba grande da localidade das Mangueiras, João Domingos  Manuel  Donguessa, disse que as populações estão a efectuar o corte de árvores devido a fome que se vive na região sul do país.

No seu entender, a solução passa pela construção de uma barragem de retenção de água, para irrigação das lavras e a distribuição de imputs agrícolas.