Participação dos jovens na agricultura é de 34 por cento

  • Produção de hortícolas em Malanje com apoio
Dundo – Cinquenta e cinco mil jovens estão integrados nas Escolas de Campo de Agricultores (ECAS), implementadas pelo Ministério da Agricultura e Pescas, com o apoio da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o que representa 34 % da participação desta franja na agricultura familiar.

 

A informação foi avançada hoje, quarta-feira, no Dundo, pela representante da FAO em Angola, Gherda Barreto, durante o acto central em alusão ao Dia Nacional da Juventude, sublinhando que o número pode vir a aumentar com a integração de mais 15 mil novos jovens com a entrada dos novos projectos das ECAS, apoiados pela União Europeia, Banco Mundial, FIDA e Fundo Global Ambiental.

Disse que o projecto visa incluir os jovens nos desafios da transformação dos sistemas agro-alimentares nas diversas tarefas das cadeias de valor de agricultura e pescas do País.

Realçou que Angola tem o desafio de tornar a sua agricultura moderna, com modelos de negócios competitivos e inclusivos, metas que podem ser alcançadas com pessoas criativas, inovadoras, abertas às mudanças, com vontade de aprender e correr riscos, características detidas pela juventude.

Acrescentou que é preciso igualmente, um pensamento de sustentabilidade, de produção agro-ecológica, promoção de mercados verdes, para que Angola caminhe passos seguros para uma agricultura sustentável.

Neste sentido, acredita que os jovens podem desempenhar um papel importante nas actividades da cadeia de valor nas áreas de processamento, transporte, comercialização, infra-estruturas, tecnologias de informação e comunicações.

"Temos de trabalhar com os jovens e determinar quais são hoje os segmentos mais atraentes da cadeia de valor para eles, quais são as actividades das cadeias que oferecem aos jovens novidades e interessantes perspectivas conforme as suas necessidades, ambições, recursos e níveis de educação diferentes",  frisou.

Encorajou o Executivo angolano a promover o acesso à terra e mecanismos financeiros diferenciados e apropriados para apoiar os agricultores e trabalhadores jovens das cadeias de valor.

Por outro lado, fez saber que a sua agremiação vai apoiar o Ministério da Agricultura e Pescas, a ampliar as Escolas de Campos Agrícolas, visando o fomento da produção e promoção do agro-negócio.

Actualmente funcionam em Angola três mil e trezentas Escolas de Campos Agrícolas, que integram 160 mil agricultores, divididos em associações.

Cada associação, recebe para além de insumos agrícolas para estimular a produção, um financiamento anual no valor de 180 mil kwanzas.

 

A informação foi avançada hoje, quarta-feira, no Dundo, pela representante da FAO em Angola, Gherda Barreto, durante o acto central em alusão ao Dia Nacional da Juventude, sublinhando que o número pode vir a aumentar com a integração de mais 15 mil novos jovens com a entrada dos novos projectos das ECAS, apoiados pela União Europeia, Banco Mundial, FIDA e Fundo Global Ambiental.

Disse que o projecto visa incluir os jovens nos desafios da transformação dos sistemas agro-alimentares nas diversas tarefas das cadeias de valor de agricultura e pescas do País.

Realçou que Angola tem o desafio de tornar a sua agricultura moderna, com modelos de negócios competitivos e inclusivos, metas que podem ser alcançadas com pessoas criativas, inovadoras, abertas às mudanças, com vontade de aprender e correr riscos, características detidas pela juventude.

Acrescentou que é preciso igualmente, um pensamento de sustentabilidade, de produção agro-ecológica, promoção de mercados verdes, para que Angola caminhe passos seguros para uma agricultura sustentável.

Neste sentido, acredita que os jovens podem desempenhar um papel importante nas actividades da cadeia de valor nas áreas de processamento, transporte, comercialização, infra-estruturas, tecnologias de informação e comunicações.

"Temos de trabalhar com os jovens e determinar quais são hoje os segmentos mais atraentes da cadeia de valor para eles, quais são as actividades das cadeias que oferecem aos jovens novidades e interessantes perspectivas conforme as suas necessidades, ambições, recursos e níveis de educação diferentes",  frisou.

Encorajou o Executivo angolano a promover o acesso à terra e mecanismos financeiros diferenciados e apropriados para apoiar os agricultores e trabalhadores jovens das cadeias de valor.

Por outro lado, fez saber que a sua agremiação vai apoiar o Ministério da Agricultura e Pescas, a ampliar as Escolas de Campos Agrícolas, visando o fomento da produção e promoção do agro-negócio.

Actualmente funcionam em Angola três mil e trezentas Escolas de Campos Agrícolas, que integram 160 mil agricultores, divididos em associações.

Cada associação, recebe para além de insumos agrícolas para estimular a produção, um financiamento anual no valor de 180 mil kwanzas.