Pescado do centro do Missombo já no mercado

  • Ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, na abertura da campanha agrícola no Cuando Cubango
Menongue – Duzentas e cinquenta toneladas de peixe da espécie tilápia, produzidas no Centro de Larvicultura e Engorda da comuna do Missombo, a 18 quilómetros de Menongue, foram colocadas hoje, domingo, no mercado para comercialização e consumo público.

O acto oficial de carregamento das 250 toneladas de peixe, criados, processados e embalados no centro,  foi testemunhado pelo ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis.

O centro conta com toda a cadeia produtiva instalada, desde a produção de alevinos até a engorda, processo que leva o peixe a atingir as dimensões necessárias para comercialização.

A infra-estrutura, com capacidade para produzir três mil e 500 alevinos (larvas de peixe), vai contar com uma área de processamento do pescado.

Construído numa área de oito hectares, pela empreiteira israelita Mitrelli, durante dois anos, o empreendimento custou 14 milhões de dólares e está equipado com 36 tanques metálicos, de 20 metros de diâmetro, e cada um deles pode alojar mais de 20 mil peixes.

O centro, que vai comercializar também peixe em filete, conta igualmente com uma fábrica que pode produzir até 400 quilogramas de ração/hora, para alimentar duas vezes ao dia o pescado em produção.

Os primeiros alevinos foram lançados entre Agosto e Dezembro de 2019 e, neste momento, têm um peso de entre 350 a 500 gramas, considerado o tamanho ideal para sua comercialização.

Uma fábrica de processamento de peixe e outra de gelo, 16 estufas para reprodução de tilápia, frigoríficos de congelação e conservação, peixaria, armazéns, refeitório, escritórios e laboratórios, assim como residências para os técnicos, complementam todo o empreendimento.

O ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, considerou que o centro representa um caminho para a solução da alimentação, tendo avançado que está previsto para as províncias do interior um conjunto de acções de acompanhamento e desenvolvimento da piscicultura, com a criação da tilápia e outras espécies existentes em rios e lagoas, para melhorar a dieta alimentar.

Disse que o processo passa pela formação e capacitação do homem para novas tarefas, tendo enaltecido a força juvenil encontrada e a constatação de enormes quantidades de terras cultiváveis.

 “Foi gratificante notar a grande quantidade de jovens. Visitamos terras aráveis e traçamos estratégias de como funcionar. Quanto ao problema com a distribuição de água, vamos pedir aos especialistas para a avaliação e correcção e ter água suficiente para desenvolver todas as tarefas a nível da piscicultura e agricultura”, sublinhou.

Disse que, em termos da agricultura, a província do Cuando Cubango tem tudo para desenvolver e, no âmbito do acompanhamento e apoio técnico, serão reforçadas as equipas com engenheiros experientes, para melhorar a transmissão e partilha de conhecimento científico e introduzir pequenos instrumentos de viabilização para mecanizar ainda mais a agricultura.

Dos referidos instrumentos, o destaque recai para os motocultivadores, pequenas máquinas para a cimenteira do milho, utilizar melhor os fertilizantes, os pesticidas, entre outros, tudo no âmbito da assistência técnica para o melhoramento da produção.

Durante as visitas realizadas nas localidades de Tchitchalala, Missombo e Cuito Cuanavale, foram entregues meios técnicos e fertilizantes diversos para a dinamização da actividade agrícola.

Ainda durante a visita do ministro ao Cuando Cubango, iniciada na quinta-feira, António Francisco de Assis procedeu a abertura oficial da campanha agrícola 2021/2022 e visitou a fazenda Mumba, que, entre outras valências, está vocacionada a produção de abacate e manga.

O acto oficial de carregamento das 250 toneladas de peixe, criados, processados e embalados no centro,  foi testemunhado pelo ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis.

O centro conta com toda a cadeia produtiva instalada, desde a produção de alevinos até a engorda, processo que leva o peixe a atingir as dimensões necessárias para comercialização.

A infra-estrutura, com capacidade para produzir três mil e 500 alevinos (larvas de peixe), vai contar com uma área de processamento do pescado.

Construído numa área de oito hectares, pela empreiteira israelita Mitrelli, durante dois anos, o empreendimento custou 14 milhões de dólares e está equipado com 36 tanques metálicos, de 20 metros de diâmetro, e cada um deles pode alojar mais de 20 mil peixes.

O centro, que vai comercializar também peixe em filete, conta igualmente com uma fábrica que pode produzir até 400 quilogramas de ração/hora, para alimentar duas vezes ao dia o pescado em produção.

Os primeiros alevinos foram lançados entre Agosto e Dezembro de 2019 e, neste momento, têm um peso de entre 350 a 500 gramas, considerado o tamanho ideal para sua comercialização.

Uma fábrica de processamento de peixe e outra de gelo, 16 estufas para reprodução de tilápia, frigoríficos de congelação e conservação, peixaria, armazéns, refeitório, escritórios e laboratórios, assim como residências para os técnicos, complementam todo o empreendimento.

O ministro da Agricultura e Pescas, António Francisco de Assis, considerou que o centro representa um caminho para a solução da alimentação, tendo avançado que está previsto para as províncias do interior um conjunto de acções de acompanhamento e desenvolvimento da piscicultura, com a criação da tilápia e outras espécies existentes em rios e lagoas, para melhorar a dieta alimentar.

Disse que o processo passa pela formação e capacitação do homem para novas tarefas, tendo enaltecido a força juvenil encontrada e a constatação de enormes quantidades de terras cultiváveis.

 “Foi gratificante notar a grande quantidade de jovens. Visitamos terras aráveis e traçamos estratégias de como funcionar. Quanto ao problema com a distribuição de água, vamos pedir aos especialistas para a avaliação e correcção e ter água suficiente para desenvolver todas as tarefas a nível da piscicultura e agricultura”, sublinhou.

Disse que, em termos da agricultura, a província do Cuando Cubango tem tudo para desenvolver e, no âmbito do acompanhamento e apoio técnico, serão reforçadas as equipas com engenheiros experientes, para melhorar a transmissão e partilha de conhecimento científico e introduzir pequenos instrumentos de viabilização para mecanizar ainda mais a agricultura.

Dos referidos instrumentos, o destaque recai para os motocultivadores, pequenas máquinas para a cimenteira do milho, utilizar melhor os fertilizantes, os pesticidas, entre outros, tudo no âmbito da assistência técnica para o melhoramento da produção.

Durante as visitas realizadas nas localidades de Tchitchalala, Missombo e Cuito Cuanavale, foram entregues meios técnicos e fertilizantes diversos para a dinamização da actividade agrícola.

Ainda durante a visita do ministro ao Cuando Cubango, iniciada na quinta-feira, António Francisco de Assis procedeu a abertura oficial da campanha agrícola 2021/2022 e visitou a fazenda Mumba, que, entre outras valências, está vocacionada a produção de abacate e manga.