Recenseamento de empresas agro-pecuárias vai dinamizar sector

  • Arrancou campanha de vacinação do gado
Luanda - O Recenseamento de Empresas e Estabelecimentos (Rempe) do ramo agro-pecuário vai alavancar o crescimento do sector e impulsionar a economia nacional, devido a qualidade e quantidade de informações a obter.

Esta é a perspectiva de economistas abordados hoje pela ANGOP, a propósito do Recenseamento de empresas do ramo agro-pecuário, cuja terceira fase iniciou Domingo último (4 de Abril).

Os economistas acreditam que o Rempe, que visa recolher, tratar, analisar e difundir dados sobre todas as empresas com ou sem fins lucrativos, abrirá portas para o alavancar do sector.

“As vantagens do recenseamento das empresas agropecuárias consistem no facto de permitir saber onde e como elas estão,  bem como a capacidade instalada e de produção", disse o economista Dorivaldo Adão.

O especialista em Economia e Desenvolvimento salientou que o evento, de uma maneira geral, facilitará o controlo sobre a força de trabalho, tipo de produto ou serviço que cada uma das empresas produz.

Referiu ainda que ajudará na medição do Produto Interno Bruto (PIB) por via do rendimento produto, pois assim saber-se-á melhor a realidade das empresas que participam quer na estrutura económica do país, trazendo ganhos para todos os intervenientes do processo.

Por sua vez, o economista Carlos Rosado disse ser positivo o trabalho a ser feito, mas realçou que os resultados concretos dependem da qualidade e quantidade da informação produzida e o que vai ser divulgado, tendo em conta que as empresas e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam dados sobre poucas variáveis e muito agregados cuja utilidade é reduzida.

Para si, só com o Rempe é possível saber a evolução de produção e calcular o volume de suporte  da actividade 

De acordo com o INE, no processo do Rempe, o questionário é específico e contém variáveis de natureza económica, a contabilidade - o que tem gerado receio por parte dos empresários.

O Rempe é uma operação estatística que consiste na recolha, tratamento, análise e difusão de dados sobre todas as empresas e estabelecimentos, visíveis e fixos, que exerçam a actividade económica em Angola, independentemente da sua situação legal.

Tem entre outras finalidades, identificação do universo de empresas e estabelecimentos com actividade económica, melhorar o conhecimento sobre o sector informal e sua ramificações ao nível do tecido empresarial, disponibilizar informações específicas para a produção das contas nacionais e calcular a dimensão média das empresas por volume de negócio, pessoal ao serviço e outras variáveis.

A terceira fase abriu na província da Huíla, uma região com uma população considerável de gado bovino. Na fase anterior, realizada de Setembro a Outubro de 2020, foram cadastrados mais de quatro mil empresas na Huíla, com destaque para as do ramo do comércio e prestação de serviço.

Quinhentas e treze empresas agro-pecuárias e de pesca vão ser cadastradas, até final de Abril do ano em curso, nos 14 municípios da província da Huíla, no âmbito da terceira fase do Recenseamento de Empresas e Estabelecimentos (Rempe).

 

Esta é a perspectiva de economistas abordados hoje pela ANGOP, a propósito do Recenseamento de empresas do ramo agro-pecuário, cuja terceira fase iniciou Domingo último (4 de Abril).

Os economistas acreditam que o Rempe, que visa recolher, tratar, analisar e difundir dados sobre todas as empresas com ou sem fins lucrativos, abrirá portas para o alavancar do sector.

“As vantagens do recenseamento das empresas agropecuárias consistem no facto de permitir saber onde e como elas estão,  bem como a capacidade instalada e de produção", disse o economista Dorivaldo Adão.

O especialista em Economia e Desenvolvimento salientou que o evento, de uma maneira geral, facilitará o controlo sobre a força de trabalho, tipo de produto ou serviço que cada uma das empresas produz.

Referiu ainda que ajudará na medição do Produto Interno Bruto (PIB) por via do rendimento produto, pois assim saber-se-á melhor a realidade das empresas que participam quer na estrutura económica do país, trazendo ganhos para todos os intervenientes do processo.

Por sua vez, o economista Carlos Rosado disse ser positivo o trabalho a ser feito, mas realçou que os resultados concretos dependem da qualidade e quantidade da informação produzida e o que vai ser divulgado, tendo em conta que as empresas e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam dados sobre poucas variáveis e muito agregados cuja utilidade é reduzida.

Para si, só com o Rempe é possível saber a evolução de produção e calcular o volume de suporte  da actividade 

De acordo com o INE, no processo do Rempe, o questionário é específico e contém variáveis de natureza económica, a contabilidade - o que tem gerado receio por parte dos empresários.

O Rempe é uma operação estatística que consiste na recolha, tratamento, análise e difusão de dados sobre todas as empresas e estabelecimentos, visíveis e fixos, que exerçam a actividade económica em Angola, independentemente da sua situação legal.

Tem entre outras finalidades, identificação do universo de empresas e estabelecimentos com actividade económica, melhorar o conhecimento sobre o sector informal e sua ramificações ao nível do tecido empresarial, disponibilizar informações específicas para a produção das contas nacionais e calcular a dimensão média das empresas por volume de negócio, pessoal ao serviço e outras variáveis.

A terceira fase abriu na província da Huíla, uma região com uma população considerável de gado bovino. Na fase anterior, realizada de Setembro a Outubro de 2020, foram cadastrados mais de quatro mil empresas na Huíla, com destaque para as do ramo do comércio e prestação de serviço.

Quinhentas e treze empresas agro-pecuárias e de pesca vão ser cadastradas, até final de Abril do ano em curso, nos 14 municípios da província da Huíla, no âmbito da terceira fase do Recenseamento de Empresas e Estabelecimentos (Rempe).