Técnicos agrários formados sobre pragas de gafanhotos

  • Praga de gafanhotos (Foto ilustração)
Caxito – Quinze técnicos agrários das províncias do Bengo e Luanda participam, desde esta quinta-feira, em Caxito, Bengo, num seminário de treinamento de maneio da praga de gafanhotos.

Organizado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), a formação visa capacitar os futuros membros da Unidade Nacional de Controlo da Praga dos Gafanhotos (UNCG) sobre recolha, tratamento e análise de dados sobre a dinâmica dos gafanhotos.

Durante dois dias, os participantes vão abordar  temas relacionados com a “Biologia dos gafanhotos, taxonomia e ciclo de vida, controlo da praga, monitorização da praga e o uso correcto de pesticidas”.

O consultor da FAO, na área de Protecção de Plantas em Angola, Panzo Domingos, destacou os prejuízos provocados na região sul pela praga, assim como o plano de gestão de riscos, implementado com o objectivo de alertar as populações sobre os métodos de controlo da mesma, dado o risco que tem a ver com a saúde, meio ambiente e  vulnerabilidade das pessoas.

O director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas do Bengo, Faustino Gonga, considerou a formação uma mais-valia para a província, uma vez que vai ajudar a região a se prevenir e preparar-se para eventuais pragas de gafanhotos.

Acções do género já foram realizadas nas províncias do Cuando Cubango, Namibe, Cunene, Huila e Benguela.

A praga de gafanhotos, fenómeno que atinge cinco países da região Austral de África, surge devido às alterações climáticas que estão a influenciar a reprodução dos gafanhotos de forma massiva, afectando os campos agrícolas e os pastos.

 

 

Organizado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), a formação visa capacitar os futuros membros da Unidade Nacional de Controlo da Praga dos Gafanhotos (UNCG) sobre recolha, tratamento e análise de dados sobre a dinâmica dos gafanhotos.

Durante dois dias, os participantes vão abordar  temas relacionados com a “Biologia dos gafanhotos, taxonomia e ciclo de vida, controlo da praga, monitorização da praga e o uso correcto de pesticidas”.

O consultor da FAO, na área de Protecção de Plantas em Angola, Panzo Domingos, destacou os prejuízos provocados na região sul pela praga, assim como o plano de gestão de riscos, implementado com o objectivo de alertar as populações sobre os métodos de controlo da mesma, dado o risco que tem a ver com a saúde, meio ambiente e  vulnerabilidade das pessoas.

O director do Gabinete Provincial da Agricultura e Pescas do Bengo, Faustino Gonga, considerou a formação uma mais-valia para a província, uma vez que vai ajudar a região a se prevenir e preparar-se para eventuais pragas de gafanhotos.

Acções do género já foram realizadas nas províncias do Cuando Cubango, Namibe, Cunene, Huila e Benguela.

A praga de gafanhotos, fenómeno que atinge cinco países da região Austral de África, surge devido às alterações climáticas que estão a influenciar a reprodução dos gafanhotos de forma massiva, afectando os campos agrícolas e os pastos.