Variedades de arroz com dificuldades de adaptação ao clima do país

  • Pormenor Do Jardim No Largo Drº António Agostinho Neto, no Huambo.
Huambo - Dezanove variedades de semente de arroz, de um total de 25 importadas, no quadro do programa de multiplicação e revitalização do cultivo deste cereal, estão com dificuldades de adaptação ao clima angolano.

A informação foi avançada quinta-feira à imprensa, pelo responsável da área de cultura de arroz do Instituto de Investigação Agrária (IIA), Vuvu Kwanzambi, salientando que a situação está a condicionar o fomento da produção em grande escala.

Disse que a política do fomento à produção deste cereal enquadra-se na estratégia do Governo angolano, de garantir a segurança alimentar e redução das importações do produto, bem como aumentar as receitas das comunidades envolvidas no programa, visando o fortalecimento da economia.

Vuvu Kwanzambi informou que das 25 variedades, importadas do Rwanda, Côte d´Ivoire e Madagáscar, apenas as do tipo Nerika 4, Nerika E-19, Kailaila, Silewa e Fofifa 35 e 37 adaptaram-se ao clima do país, estando, neste momento, a serem cultivadas em 11 províncias, com destaque para as do Huambo e Bié.

O responsável referiu que o processo de cultivo, iniciado há dois anos, com as acções de multiplicação e melhoria de sementes, conta com o apoio do Centro de Pesquisa da região Austral de África, instalado em Moçambique.

Salientou que nas localidades onde se desenvolvem trabalhos de cultivo do arroz, existe maior interesse dos agricultores em elevar os níveis de produção, nesta altura condicionada a falta de equipamentos, com realce para os meios de descasque.

Acrescentou que o IIA, com sede no Huambo, contínua a realizar acções de multiplicação e melhoria das sementes, com apoio do Governo japonês, no sentido de estender o projecto às demais províncias do país.

Criado a 25 de Outubro de 1961, o IIA visa a produção de conhecimentos científicos, no domínio da investigação agronómica, incluíndo o estudo dos solos e clima, criação, introdução e adaptação de variedades de plantas mais produtivas e de maior qualidade, adequação e metodologias apropriadas para a condução de tais estudos, entre outros.

Além da iniciativa experimental da Chianga, na província do Huambo, conta ainda com estações nas regiões de Benguela, Cabinda, Cuanza Norte Cuanza Sul, Huíla, Luanda, Malanje, Namíbe e Uíge, cada uma delas representada por uma zona agro-ecológica.

A informação foi avançada quinta-feira à imprensa, pelo responsável da área de cultura de arroz do Instituto de Investigação Agrária (IIA), Vuvu Kwanzambi, salientando que a situação está a condicionar o fomento da produção em grande escala.

Disse que a política do fomento à produção deste cereal enquadra-se na estratégia do Governo angolano, de garantir a segurança alimentar e redução das importações do produto, bem como aumentar as receitas das comunidades envolvidas no programa, visando o fortalecimento da economia.

Vuvu Kwanzambi informou que das 25 variedades, importadas do Rwanda, Côte d´Ivoire e Madagáscar, apenas as do tipo Nerika 4, Nerika E-19, Kailaila, Silewa e Fofifa 35 e 37 adaptaram-se ao clima do país, estando, neste momento, a serem cultivadas em 11 províncias, com destaque para as do Huambo e Bié.

O responsável referiu que o processo de cultivo, iniciado há dois anos, com as acções de multiplicação e melhoria de sementes, conta com o apoio do Centro de Pesquisa da região Austral de África, instalado em Moçambique.

Salientou que nas localidades onde se desenvolvem trabalhos de cultivo do arroz, existe maior interesse dos agricultores em elevar os níveis de produção, nesta altura condicionada a falta de equipamentos, com realce para os meios de descasque.

Acrescentou que o IIA, com sede no Huambo, contínua a realizar acções de multiplicação e melhoria das sementes, com apoio do Governo japonês, no sentido de estender o projecto às demais províncias do país.

Criado a 25 de Outubro de 1961, o IIA visa a produção de conhecimentos científicos, no domínio da investigação agronómica, incluíndo o estudo dos solos e clima, criação, introdução e adaptação de variedades de plantas mais produtivas e de maior qualidade, adequação e metodologias apropriadas para a condução de tais estudos, entre outros.

Além da iniciativa experimental da Chianga, na província do Huambo, conta ainda com estações nas regiões de Benguela, Cabinda, Cuanza Norte Cuanza Sul, Huíla, Luanda, Malanje, Namíbe e Uíge, cada uma delas representada por uma zona agro-ecológica.