Empresa Vida Rural aposta na criação de incubadora agrícola

  • Proprietário da fazenda Vida Rural, Rui Magalhães
Benguela – Com o objectivo de alavancar as diferentes fileiras agrícolas do município da Ganda, na província de Benguela, a empresa Vida Rural vai criar, a médio prazo, uma incubadora e atrair know-how internacional dos grandes produtores para formar jovens interessados em desenvolver agricultura, apurou hoje, terça-feira, a ANGOP.

Essa pretensão foi avançada pelo proprietário da Vida Rural, Rui Magalhães, explicando que o referido centro de formação (incubadora) vai contar com uma oficina comunitária de metalo-mecânica e serralharia, bem como salas partilhadas de trabalho, visando o desenvolvimento do agro-negócio.    

O responsável disse que a ideia é a criação de escritórios comuns, onde os jovens vão adquirir conhecimentos e implementá-los nas suas comunas, podendo estar permanentemente conectados à incubadora via internet.

“A incubadora não é mais do que um centro de captação, treino e distribuição de conhecimentos. Queremos numa primeira fase ajudar no surgimento de 20  empresas do ramo, criadas por jovens”, referiu.

Rui Magalhães afirmou que o país conta com poucos recursos humanos a nível de gestão de propriedades agrícolas, o que é negativo, pois, considera que a produção agrícola não pode continuar a ser feita de forma empírica, como se faz em termos gerais no país, uma vez que a agricultura familiar predomina.

“A agricultura familiar carece de aprender novas técnicas de produção. O mercado hoje cria as tendências e o pequeno produtor não deve estar alheio a isso para poder ter uma fonte de receitas, o que só será possível se estiverem a produzir alinhados aos grandes fazendeiros”, defendeu.

Com a criação da incubadora na região, explicou, a Vida Rural estará em condições de levar os imputs aos camponeses, recolher a sua produção e introduzi-la nas grandes superfícies comerciais.

“É fundamental que nesta iniciativa da incubadora para formação de recursos humanos locais possam estar presentes também agentes do Estado, como da Agricultura, Inapem, entre outras instituições”, enfatizou.

Sobre a duração da formação, o empresário disse que, no seu entendimento, para técnicos básicos e com a criação de startup`s, deve-se levar de dois a três anos, antes das empresas serem lançadas no mercado.

Por outro lado, informou que a empresa colabora com a escola de formação de técnicos básicos de agricultura do Alto Capaca, na Ganda, através de aulas práticas na fazenda da Chimboa (propriedade da Vida Rural).

“A Vida Rural treina actualmente 20 jovens por sua iniciativa e 50 outros provenientes da escola do Alto Capaca, que recebem formação faseadamente em grupos de 10 cada, devido aos condicionalismos impostos pela pandemia da Covid-19”, disse.

Durante o período de formação prática (seis meses a um ano), os jovens aprendem técnicas de plantio, irrigação, adubação e gestão agrícola.

A fazenda da Chimboa tem actualmente plantado mais de 20 hectares de milho, melancia, repolho, tomate e, em estufa, café arábica e pimento.

Essa pretensão foi avançada pelo proprietário da Vida Rural, Rui Magalhães, explicando que o referido centro de formação (incubadora) vai contar com uma oficina comunitária de metalo-mecânica e serralharia, bem como salas partilhadas de trabalho, visando o desenvolvimento do agro-negócio.    

O responsável disse que a ideia é a criação de escritórios comuns, onde os jovens vão adquirir conhecimentos e implementá-los nas suas comunas, podendo estar permanentemente conectados à incubadora via internet.

“A incubadora não é mais do que um centro de captação, treino e distribuição de conhecimentos. Queremos numa primeira fase ajudar no surgimento de 20  empresas do ramo, criadas por jovens”, referiu.

Rui Magalhães afirmou que o país conta com poucos recursos humanos a nível de gestão de propriedades agrícolas, o que é negativo, pois, considera que a produção agrícola não pode continuar a ser feita de forma empírica, como se faz em termos gerais no país, uma vez que a agricultura familiar predomina.

“A agricultura familiar carece de aprender novas técnicas de produção. O mercado hoje cria as tendências e o pequeno produtor não deve estar alheio a isso para poder ter uma fonte de receitas, o que só será possível se estiverem a produzir alinhados aos grandes fazendeiros”, defendeu.

Com a criação da incubadora na região, explicou, a Vida Rural estará em condições de levar os imputs aos camponeses, recolher a sua produção e introduzi-la nas grandes superfícies comerciais.

“É fundamental que nesta iniciativa da incubadora para formação de recursos humanos locais possam estar presentes também agentes do Estado, como da Agricultura, Inapem, entre outras instituições”, enfatizou.

Sobre a duração da formação, o empresário disse que, no seu entendimento, para técnicos básicos e com a criação de startup`s, deve-se levar de dois a três anos, antes das empresas serem lançadas no mercado.

Por outro lado, informou que a empresa colabora com a escola de formação de técnicos básicos de agricultura do Alto Capaca, na Ganda, através de aulas práticas na fazenda da Chimboa (propriedade da Vida Rural).

“A Vida Rural treina actualmente 20 jovens por sua iniciativa e 50 outros provenientes da escola do Alto Capaca, que recebem formação faseadamente em grupos de 10 cada, devido aos condicionalismos impostos pela pandemia da Covid-19”, disse.

Durante o período de formação prática (seis meses a um ano), os jovens aprendem técnicas de plantio, irrigação, adubação e gestão agrícola.

A fazenda da Chimboa tem actualmente plantado mais de 20 hectares de milho, melancia, repolho, tomate e, em estufa, café arábica e pimento.