Mais de 60 armadilhas desactivadas no Parque Nacional de Cangandala

  • Fauna e flora do Parque Nacional do Bicuar, na Huíla
Cangandala - Sessenta e sete armadilhas, montadas por caçadores furtivos, foram desactivadas, no Parque Nacional de Cangandala, em Malanje, de Janeiro a Maio do corrente ano.

A informação foi prestada sábado, pelo administrador do parque, Victor Paca, durante uma excursão ecológica, promovida pelo Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, em alusão ao Dia Mundial do Ambiente, assinalado no mesmo dia.

Adiantou que, em igual período de 2020, foram encontradas 200 armadilhas, cuja utilização pelos caçadores furtivos continua a preocupar as autoridades locais.

Segundo Victor Paca, a caça furtiva e as queimadas anárquicas são práticas recorrentes no Parque Nacional de Cangandala, sobretudo entre os meses de Julho e Setembro, colocando em risco a vida animal e vegetal, pelo que têm intensificado a sensibilização dos caçadores e das comunidades circunvizinhas, para se inverter o actual quadro.

Entretanto, debatem-se com a escassez de fiscais, actualmente em número de 16 apenas, o que resulta na fraca capacidade de patrulhamento, mas garantiu a integração, a partir deste mês, de 74 novos elementos, para reforçar as acções de fiscalização no parque e travar as práticas que põem em risco a flora e a fauna.

Por outro lado, Victor Paca fez saber que o Santuário Turístico do parque já está concluído, mas a sua abertura ao público depende da alocação das palancas no local, procedimento este que ainda não tem data prevista.

Recordou que, actualmente, estão controlados 290 exemplares da Palanca Negra Gigante, sendo 90 no Santuário de Reprodução e 200 na Reserva Integral do Luando.

Na ocasião, o director do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, José Neves, reiterou a aposta na sensibilização das comunidades sobre a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas, com a colaboração das associações de defesa do ambiente.

Informou que o sector tem estado engajado na formação de agentes voluntários ambientais, para ajudar na consciencialização da população, sobre questões ligadas ao ambiente na província, em particular no Parque de Cangandala, visando a preservação da espécie animal e vegetal.

A excursão ecológica decorreu sob o lema “restauração dos ecossistemas” e contou com a participação de associações de defesa do ambiente, agentes voluntários ambientais, estudantes e autoridades tradicionais.

Estabelecido como Reserva Natural Integral, a 25 de Junho de 1963, e elevado a Parque Nacional, a 25 de Junho de 1970, o Parque Nacional de Cangandala, localizado no município com o mesmo nome, é o Santuário da Palanca Negra Gigante e tem uma extensão territorial de 600 quilómetros quadrados e situa-se a cerca de 50 quilómetros da cidade de Malanje.

A informação foi prestada sábado, pelo administrador do parque, Victor Paca, durante uma excursão ecológica, promovida pelo Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, em alusão ao Dia Mundial do Ambiente, assinalado no mesmo dia.

Adiantou que, em igual período de 2020, foram encontradas 200 armadilhas, cuja utilização pelos caçadores furtivos continua a preocupar as autoridades locais.

Segundo Victor Paca, a caça furtiva e as queimadas anárquicas são práticas recorrentes no Parque Nacional de Cangandala, sobretudo entre os meses de Julho e Setembro, colocando em risco a vida animal e vegetal, pelo que têm intensificado a sensibilização dos caçadores e das comunidades circunvizinhas, para se inverter o actual quadro.

Entretanto, debatem-se com a escassez de fiscais, actualmente em número de 16 apenas, o que resulta na fraca capacidade de patrulhamento, mas garantiu a integração, a partir deste mês, de 74 novos elementos, para reforçar as acções de fiscalização no parque e travar as práticas que põem em risco a flora e a fauna.

Por outro lado, Victor Paca fez saber que o Santuário Turístico do parque já está concluído, mas a sua abertura ao público depende da alocação das palancas no local, procedimento este que ainda não tem data prevista.

Recordou que, actualmente, estão controlados 290 exemplares da Palanca Negra Gigante, sendo 90 no Santuário de Reprodução e 200 na Reserva Integral do Luando.

Na ocasião, o director do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, José Neves, reiterou a aposta na sensibilização das comunidades sobre a preservação da biodiversidade e dos ecossistemas, com a colaboração das associações de defesa do ambiente.

Informou que o sector tem estado engajado na formação de agentes voluntários ambientais, para ajudar na consciencialização da população, sobre questões ligadas ao ambiente na província, em particular no Parque de Cangandala, visando a preservação da espécie animal e vegetal.

A excursão ecológica decorreu sob o lema “restauração dos ecossistemas” e contou com a participação de associações de defesa do ambiente, agentes voluntários ambientais, estudantes e autoridades tradicionais.

Estabelecido como Reserva Natural Integral, a 25 de Junho de 1963, e elevado a Parque Nacional, a 25 de Junho de 1970, o Parque Nacional de Cangandala, localizado no município com o mesmo nome, é o Santuário da Palanca Negra Gigante e tem uma extensão territorial de 600 quilómetros quadrados e situa-se a cerca de 50 quilómetros da cidade de Malanje.