Academias e empresas chamadas a encontrar soluções para o ambiente

  • Vista parcial de Luanda, capital de Angola
Luanda - As academias e as empresas são chamadas a procurar soluções inovadoras que garantem uma protecção do meio ambiente e da biodiversidade, sem sacrificar a humanidade disse nesta quinta-feira, em Luanda, o vice-reitor da Universidade Agostinho Neto (UAN), Pepe de Gove.

Segundo o académico, um desenvolvimento sustentável passa pela boa gestão da biodiversidade e conservação, o que providencia um desenvolvimento para as gerações vindouras, obrigando a sociedade a mudar de hábitos, consumo e produção para não comprometer as espécies naturais.

Desta forma, salientou que a academia e as empresas devem trabalhar em parceria para que a preservação da biodiversidade seja um facto.

Pepe Gove falava na abertura do terceiro Encontro Nacional sobre Flora e Vegetação, que decorre até sexta-feira através da plataforma digital zoom, sob o lema “Biodiversidade, um valor com futuro”.

Acrescentou que a força está na capacidade de partilhar conhecimento e apesar da distância física imposta pela pandemia, a tecnologia ajuda a caminhar juntos para o avanço do desenvolvimento e promoção do bem-estar.

Considerou que nas últimas décadas a perda global da biodiversidade foi reconhecida como uma preocupação séria, e em 2010, ano internacional da biodiversidade, foi assumido um compromisso para a redução da perda da biodiversidade.

Por seu turno, a representante do Museu de História Natural Ana Lavres explicou a recuperação de 250 amostras de plantas na Barragem de Laúca, para a criação de base de dados, num estudo feito pela instituição.

Referiu que o estudo foi realizado depois do enchimento da albufeira quando muitas plantas já estavam a ser engolidas pela água, apelando aos investigadores que se lembrem sempre do Museu de História Natural por ser um grande centro de educação ambiental, cultural e biblioteca para estudos.

Salientou a necessidade de parceria para ajudar no crescimento da colecção de plantas para o sector de botânica do museu.

Por sua vez, a directora do Centro Botânica da UAN, Manuela Pedro considerou fundamental um estudo sobre a biodiversidade vegetal para uma melhor gestão dos recursos naturais.

Adiantou que o estudo visa fomentar o conhecimento, a valorização e conservação da diversidade vegetal do país.

O terceiro encontro sobre flora e vegetação é uma promoção do Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto (UAN), com apoio da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito da promoção da inclusão científica a nível nacional e internacional.

O evento está dividido em quatro painéis: – Estrutura e Ecologia da Vegetação – Alterações Climáticas e Biodiversidade, Utilização e Conservação dos Recursos Naturais, Plataformas de Dados de Biodiversidade que estão a ser apresentados por vários intervenientes nacionais e estrangeiros.

Além de Angola participam técnicos da África do Sul, do Benin, do Brasil, da Guiné Bissau, de Moçambique, da Namíbia e de Portugal.

O encontro visa discutir e analisar acções relacionadas com a flora e vegetação nos últimos cinco anos, promover intercâmbio e interagir com a comunidade académica científica nacional a partilha de conhecimento, bem como estabelecer as bases para a criação de uma rede de biodiversidade a nível nacional ou regional.

 

Segundo o académico, um desenvolvimento sustentável passa pela boa gestão da biodiversidade e conservação, o que providencia um desenvolvimento para as gerações vindouras, obrigando a sociedade a mudar de hábitos, consumo e produção para não comprometer as espécies naturais.

Desta forma, salientou que a academia e as empresas devem trabalhar em parceria para que a preservação da biodiversidade seja um facto.

Pepe Gove falava na abertura do terceiro Encontro Nacional sobre Flora e Vegetação, que decorre até sexta-feira através da plataforma digital zoom, sob o lema “Biodiversidade, um valor com futuro”.

Acrescentou que a força está na capacidade de partilhar conhecimento e apesar da distância física imposta pela pandemia, a tecnologia ajuda a caminhar juntos para o avanço do desenvolvimento e promoção do bem-estar.

Considerou que nas últimas décadas a perda global da biodiversidade foi reconhecida como uma preocupação séria, e em 2010, ano internacional da biodiversidade, foi assumido um compromisso para a redução da perda da biodiversidade.

Por seu turno, a representante do Museu de História Natural Ana Lavres explicou a recuperação de 250 amostras de plantas na Barragem de Laúca, para a criação de base de dados, num estudo feito pela instituição.

Referiu que o estudo foi realizado depois do enchimento da albufeira quando muitas plantas já estavam a ser engolidas pela água, apelando aos investigadores que se lembrem sempre do Museu de História Natural por ser um grande centro de educação ambiental, cultural e biblioteca para estudos.

Salientou a necessidade de parceria para ajudar no crescimento da colecção de plantas para o sector de botânica do museu.

Por sua vez, a directora do Centro Botânica da UAN, Manuela Pedro considerou fundamental um estudo sobre a biodiversidade vegetal para uma melhor gestão dos recursos naturais.

Adiantou que o estudo visa fomentar o conhecimento, a valorização e conservação da diversidade vegetal do país.

O terceiro encontro sobre flora e vegetação é uma promoção do Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto (UAN), com apoio da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito da promoção da inclusão científica a nível nacional e internacional.

O evento está dividido em quatro painéis: – Estrutura e Ecologia da Vegetação – Alterações Climáticas e Biodiversidade, Utilização e Conservação dos Recursos Naturais, Plataformas de Dados de Biodiversidade que estão a ser apresentados por vários intervenientes nacionais e estrangeiros.

Além de Angola participam técnicos da África do Sul, do Benin, do Brasil, da Guiné Bissau, de Moçambique, da Namíbia e de Portugal.

O encontro visa discutir e analisar acções relacionadas com a flora e vegetação nos últimos cinco anos, promover intercâmbio e interagir com a comunidade académica científica nacional a partilha de conhecimento, bem como estabelecer as bases para a criação de uma rede de biodiversidade a nível nacional ou regional.